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Falta de higiene

Defensoria reclama de celas impróprias para mulheres

Uma cela improvisada com seis metros quadrados, sem condições de segurança, higiene ou ventilação. A descrição foi feita por defensores públicos do Estado de São Paulo sobre prisões de mulheres em Campinas. Eles entraram com um pedido de providências na Corregedoria da Polícia Judiciária após serem informados que mulheres estavam sendo mantidas presas em celas anexas irregulares ao 5º Distrito Policial do município.

Alexandre Grabert, Noadir Marques da Silva Jr. e Elpídio Ferraz Neto querem a interdição e a proibição de manutenção de presas no ambiente, além de informações em relação ao tempo de permanência das presas na região.

A Defensoria informou à Polícia Judiciária que o Distrito Policial não possui cadeia pública, mas sim uma “cela improvisada como ponto de acolhimento e distribuição das mulheres”. No dia 8 desse mês, o órgão recebeu a denúncia de que oito mulheres estavam há dias detidas no espaço, que é desprovido de carceragem. A Delegacia Seccional da cidade removeu as mulheres após averiguação. Depois de quatro dias, os defensores receberam nova denúncia: outras duas mulheres estavam presas no espaço inadequado.

O pedido de providências requer também autorização para fotografar o recinto ou que seja feita inspeção judicial. Com informações da Assessoria da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

Revista Consultor Jurídico, 20 de julho de 2010, 18h11

Comentários de leitores

1 comentário

defensoria usa os presos, por isto é contra monitoramento el

daniel (Outros - Administrativa)

defensoria usa os presos, por isto é contra monitoramento eletrônico, pulseiras eletrônicas, pois não dá visibilidade.

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