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A namorada sumiu

Goleiro do Flamengo tem prisão decretada

O goleiro do Flamengo Bruno Souza e seu funcionário Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, tiveram a prisão decretada pela Justiça do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. A juíza Fabelisa Gomes de Souza do Rio de Janeiro decretou, na madrugada desta quarta-feira (7/7), a prisão temporária e a juíza do I Tribunal do Júri de Contagem (MG), Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, decretou a preventiva dos dois e ainda de Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza (vulgo coxinha), Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales Camelo. Todos são acusados do desaparecimento da ex-namorada do goleiro, Eliza Samudio.

A polícia de Minas Gerais investiga o desaparecimento de Eliza desde 6 de junho, quando recebeu denúncia de que ela não mais fora vista depois de passar pelo sítio do atleta, na região de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. As investigações se estenderam ao Rio de Janeiro, onde mora o jogador. Isso explica a intervenção do Judiciário dos dois estados no caso, mas a causa provavelmente deverá ser unificada na Justiça de Minas.

A prisão provisória foi decretada depois do depoimento de um primo do atleta, que confessou na Divisão de Homicídios do Rio ter participado do sequestro de Eliza Samudio, na noite de 4 de junho na saída de um hotel na Barra da Tijuca. O adolescente, de 17 anos, foi detido, na tarde desta terça-feira, na casa de Bruno, no Recreio dos Bandeirantes, e deve ajudar nos trabalhos de localização do corpo da vítima.

De acordo com o portal UOL, a polícia foi à casa do goleiro Bruno na manhã desta quarta-feira mas não encontrou o atleta. A residência localizada no Recreio dos Bandeirantes foi vasculhada por cerca de 30 minutos.

A juíza do Rio atendeu a um pedido do Ministério Público e o processo, após ser distribuído para uma das varas criminais do Rio, vai correr em segredo de Justiça. Eliza está desaparecida desde o início do mês de junho. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ e do MP-RJ.

Revista Consultor Jurídico, 7 de julho de 2010, 11h27

Comentários de leitores

2 comentários

Transparência

DPF Falcão - apos (Delegado de Polícia Federal)

Isso sim é transparência!
O cidadão sabendo com antecedência que poderá ser preso a qualquer momento, poderá se programar adequadamente, separando uma "muda" de roupa, biscoitos, cigarros (= moeda corrente em alguns locais), cancelar compromissos etc...

+ uma besteira do Ministério Público do RJ....

Ricardo, aposentado (Outros)

Essa de o Ministério Público do RJ divulgar no sitio da entidade que havia pedido a prisão preventiva dos suspeitos, deu no que deu . . .
Fugiram . . .

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