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Ação solidária

CNJ oferece ajuda ao sistema judiciário do Haiti

Para ajudar na reconstrução do sistema judiciário do Haiti, o Conselho Nacional de Justiça ofereceu assistência ao país que foi atingido por um terremoto de sete graus na Escala Richter no último dia 12. Em ofício ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o apoio foi comunicado pelo presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes.

"O Conselho Nacional de Justiça encontra-se à disposição para empenhar toda experiência até aqui adquirida em favor do fortalecimento das instituições haitianas", afirma Gilmar Mendes no documento. O presidente do CNJ ainda destacou que os membros e servidores do Conselho estarão mobilizados para prestar todas as possíveis e necessárias ações em apoio ao país.

Esta não é a primeira vez que o Poder Judiciário brasileiro coopera com um país. Em 2000, o órgão proporcionou ao Timor Leste subsídios e assessoramento para a estruturação jurídica e institucional do Judiciário. Na época, foram enviados magistrados, além de despachados livros para doação e equipamentos de informática.

Tribunais em ação
Não só o CNJ se dispôs a auxiliar o Haiti. Alguns tribunais lançaram campanhas a favor do povo haitiano. Em seu site www.stf.jus.br, o Supremo Tribunal Federal divulgou números de contas bancárias abertas para contribuições em prol das vítimas do terremoto. O lema do projeto é: Solidariedade não tem fronteiras. Ajude a reconstruir o Haiti. O Tribunal de Justiça do Acre resolveu aderir à campanha e recomendou a todas as unidades do Poder Judiciário que divulguem a iniciativa.

O Tribunal de Justiça de Goiás montou um ponto de coleta de roupas, sapatos e alimentos. Com apoio da Organização das Voluntárias do Judiciário, as doações serão enviadas às vítimas. A presidência do tribunal expediu comunicado a todas as comarcas de Goiás solicitando aos magistrados que promovam a campanha em seus municípios.

Na mesma linha, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro está arrecadando doações como alimentos não-perecíveis, água mineral e roupas. Os donativos podem ser entregues no Fórum Central ou nos fóruns regionais da capital. Com informações da Agência CNJ de Notícias.

Revista Consultor Jurídico, 21 de janeiro de 2010, 19h07

Comentários de leitores

4 comentários

É pra rir ou pra chorar ???

Gabriel (Bacharel)

É pra rir ou pra chorar ? Por que não resolver os problemas do sistema judiciário brasileiro antes ?

Fala ´serio! Como dizia o saudoso Bussunda

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Onde já se viu reconstruir o do Haiti quem não concegue prestar a tutela jurisdicional isonomia e impessoal na forma da lei prevista na constituição.
É crescente e absurda a insegurnaça jurídica no Brasil, haja vista os privilêgios da Camargo Correa, Daniel Dantas, corruptos e corruptores e o brutal assassinato da cabelereira em MG exibida na TV aberta.

concordo plenamente com a ajuda da CNJ mas

janio sampaio de miranda (Funcionário público)

Mas, aqui na bahia onde tudo é lento e que precisamos de ajuda urgente, o povo aqui sofre já a vários anos. e não tem perspectiva de melhora......nossa justiça baiana precisa de melhorias URGENTE!!!!!!!!!!

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