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Preço do amor

Pai deve indenizar filho por abandono afetivo

Comentários de leitores

7 comentários

Roland/Marleide

Gini (Servidor)

Dr. Roland, morri de rir ao ler o seu comentário sobre o "medilcre". E entendi o outro comentários sobre o rabo. Não vi nada demais no "rabo".

Estudante de direito

Roland Freisler (Advogado Autônomo)

Marleide, vc ainda é estudante de direito. Se quiser ser advogada ou prestar qualquer concurso, trate de aprimorar o seu português. Não é "forma tão medilcre"; é forma tão MEDÍOCRE. Bem, quando vc se tornar advogada, vai ver que a coisa é bem assim. Um abraço.

Comentário de Roland Freisler! !

Marleide Bispo dos Santos (Estudante de Direito)

Sr. Dr. ADVOGADO, procure palavras apropriadas para expor seus pensamentos, pois dessa forma tão medilcre esta demonstrando que com certeza deve se enquadrar nesse caso, PAI OMISSO! !

Considerações acerca do título do informe...

FAM - Executivo de Empresa (Advogado Assalariado - Empresarial)

Registro minha opinião de que os títulos "BOLSA PATERNIDADE" e "PREÇO DO AMOR", embora atendam a função apelativa da linguagem, não condizem com a qualidade da excelente informação que nos foi trazida pelo repórter Fernando Porfírio, na medida em que transmitem ao leitor um juízo de valor que reprova o entendimento majoritário adotado pelo TJSP, como se de decisão que acolheu uma indevida pretensão se tratasse, ou, ainda, como se fosse uma "aventura processual" a Ação proposta pelo Autor. Essa a minha crítica.

Só no forevis

Roland Freisler (Advogado Autônomo)

É só no rabo do pai; naturalmente quando esse tem grana, caso contrário os "bons filhos" não perdem tempo com pedido de indenização. De qualquer forma, o pai, depois de velho, quando não der mais lucro, acaba num asilo, logicamente colocado pelos filhos que ele sustentou, pagou pensão ou indenizou, como é o caso da notícia acima. Sinal dos tempos. Tudo é questão financeira; esse negócio de abandono afetivo é balela.

Justiça de SP condena pai a indenizar filho por...

xxxxxxxxxxxxxxx (Outros)

A trilhar o respeitável raciocínio que embasou a decisão, em tese, pode se também admitir que um marido que não mais ama a sua esposa e dela se separe e esta seja acometida por depressão psíquica, deva, tambem, repará-la por esse dano. Espera-se que esse precedente não impulsione a uma serie de ações nesse sentido. Mario Pallazini - São Paulo - Capital.

SE NÃO AMAR TEM QUE INDENIZAR!

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A solução é simples e barata: preservativo. Protege o corpo e o patrimônio.

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