Consultor Jurídico

Comentários de leitores

39 comentários

Vasto mundo

Cananéles (Bacharel)

Ser um idiota é um direito, também. Mundo, mundo, vasto mundo, se eu me chamasse Edmundo, seria uma lástima, Deus me livre!

Edmundo

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Cada um se posiciona como bem entender neste espaço. Achar "tudo e todos verdadeiros idiotas", pode ser algo também idiota.
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Entretanto, nada pessoal.

Cometários idiotas

Edmundo Correia - Servidor do Judiciário (Outro)

A cada comentário idiota aqui, surgem outros ainda piores. Cada picuinha e afetação, brigas de classes, invejas. Que nível dos nossos "operadores do direito".

DESAFIOS - BACHARÉIS

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Aqui vejo vários desafios de bacharéis. Entretanto, existe apenas um, imposto pela Lei e pela rotina de estudos da ciência jurídica, e refiro-me a passar no exame de ordem.
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Portanto, os bacharéis deveriam desafiar a si mesmos e não os advogados de verdade.
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Feliz 2011 a todos.

A culpa é dos juízes professores incompetentes

Elza Maria (Jornalista)

O ensino nas faculdades de Ciências Jurídicas vem sendo degradado a cada ano. E quem são os professores? Juízes, promotores, até ministros. Também são eles os autores de livros e apostilas (apostila, para aprender Direito?! Virou cursinho pré-vestibular, ou pré-ENEM), que vendem à beça, já que são os preferidos dos estudantes preguiçosos que gostam de coisa enlatada, ensino compacto, só resuminhos. Assim, têm um aprendizado recortado bem ao estilo do extinto Mobral. Mas se o ensino vai de mal a pior, é porque não só os alunos são ruins, analfabetos funcionais, que aprendem a ler e escrever, mas não entendem o que leem nem conseguem exprimir corretamente o que pensam por escrito, mas também os professores (juízes, promotores, e até ministros) são péssimos. Portanto, a reprovação no Exame de Ordem desses pobres coitados (des)enganados, reflete a incompetência dos juízes, promotores, ministros que foram seus professores. Para convalidar o seu próprio magistério, agora incentivam esses neófitos, que gastaram anos da vida para serem iludidos de que conhecem alguma coisa de Direito, a se rebelarem contra a OAB. E pior, dão liminares e até sentenças, como se isso fosse a catarse ou a redenção por sua própria incompetência em ensinar outras pessoas.

PLS Bacharel - Criminal - Novo Desafio

Edmundo Correia - Servidor do Judiciário (Outro)

Senhor Bacharel, o senhor pode ser meu nome nessa relação de aprovados, ou procurar a OAB para conferir. Está aí o atalho:
http://forum.jus.uol.com.br/8758/2/prova-da-oab/
Agora faça outro desafio mais interessante. Esse não teve graça nem criatividade.

Desafio ao PLS Bacharel - Criminal

Edmundo Correia - Servidor do Judiciário (Outro)

Ao defender "Exame sim" o PLS Bacharel - Criminal desafiou-me a fazer o exame e ser aprovado. Meu querido pode procurar no google. Meu nome é Edmundo Pereira Correia e fui aprovado no exame de 2006, embora não possa advogar por vedação legal (que tal o senhor defender a queda dessa vedação no Estatuto? Medo de perder clientes?). Pode mandar teu e-mail que mando cópia do certificado de aprovação no exame de ordem. Tá satisfeito?

A Hora do Guardião

Flávio Souza (Outros)

Finalmente chegou o momento do STF pronunciar sobre o assunto, aliás, o novo Congresso Nacional terá a missão de derrubar a lei que institui o Exame da OAB e tb o de Contabilidade (Lei n° 12.249 de 11/06/2010). Imaginem que até 2010, de todas as profissões existentes no Brasil, somente o Bacharel em Direito tem que submeter-se ao tal Exame. Ora, pela letra da Constituição (Alô parlamentares) devesse então todas as pessoas formadas seja qual for a profissão tb submeter-se a um Exame do tipo ao feito pela OAB. Vejam a que ponto chegamos: um bacharel em direito sequer pode autodefender-se. Um absurdo. Em sua obra, José Afonso da Silva (Curso de direito constitucional positivo, 19ª ed. Malheiros Editores: São Paulo, 2001, p.582), aduz que “(...). Certamente, a advocacia não é uma profissão nem superior nem mais nobre do que as outras. Todas as profissões e atividades laborativas humanas são nobres e importantes na medida em que todas contribuem à sua maneira para o progresso social. (...)". Se porventura a OAB teme uma suposta "invasão" de advogados no mercado de trabalho, imaginemos quando o país alcançar número de pessoas matriculados ou formados em nível superior igual aqueles observados em outros países tal qual publicado por VEJA (edição 2029, ano 40, n° 40, p.78), em 2007, a população universitária brasileira somava 5,8 milhões, enquanto que, a Coréia do Sul, 89% de seus jovens estão matriculados no ensino superior, nos EUA 82%, no Chile 43%, na Venezuela 39%. Por outro lado, defendo que deva competir ao Governo (MEC) fiscalizar os cursos e não órgãos de classe, uma vez que esses sequer conseguem punir ou fiscalizar 100% as atividades de seus profissionais.

causa/efeito

caiubi (Outros)

O exame da ordem é um remendo para disfarçar a incapacidade tanto no controle da qualidade das instituições de ensino bem como o carnaval cursos criados. “Renda fácil”. O mal se deve erradicar pela raiz, ir à causa e não no efeito. Apesar é o efeito que rende mais, claro.

INDISPENSÁVEL

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

A meu ver nao há como afastar o exame de ordem. acho até que ele deveria ser estendido para outras atividades profissionais. No caso de nossa profissao diria indispenséavel pois pululam facs e unis horríveis. Dinarte. Acho que V. nao deveria frustar-se e nem desistir. Um advogado (e todos nós) precisamos apreender a conviver com os revéses da vida . Muitos ainda virao. Muitos de nós nao conseguiram, cada um à sua época, aprovaçao no primeiro mas conseguiram no segundo, terceiro e talvez no quarto...porque nao!Assim formam-se profissionais e principalmente homens(sentido lato).

A decisão é do Supremo

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

Em boa hora o ilustre desembargador colocou a questão da isonomia nos exames da OAB, pois a constituição deverá estar acima de qualquer orgão de classe.
Fiz o exame de ordem apos ter cursado pós graduação de Direito Tributario, com excentes professores (Ada Grinover, Hugo de Britto Machado, e outros) tirei notas 10,8,10,10. Fiz sessenta pontos na primeria fase, e fui...REPROVADO na segunda fase EM DIREITO TRIBUTARIO. E sem direito a qualquer contestação após ter recorrido, e julgado pelos mesmos membros da seccional da OAB que já tinham julgado minha prova. MEUS PROFESSORES ACHARAM ABSURDA NÃO TER SIDO CONSIDERADO O MEU RECURSO, pois fiquei por menos de um ponto.
ISSO DEMONSTRA O USO DO EXAME COMO RESERVA DE MERCADO ESCRACHADA.
Recuso-me a fazer novamente esse exame, pois a palhaçada de minha primeira e unica tentativa me deixaram extremamente infeliz e revoltado.
E que o Supremo avalie. Ou exame de ordem para todas as demais profissões (sou engenheiro, e se cair um predio que tenha construido, morre muito mais gente do que um advogado perder uma causa por incompetencia, pois o cliente dispõe de segunda instancia); Ou o exame de ordem tera que ser revisto totalmente, para acabar com iniquidades e falta de isonomia.

DEVE EXISTIR O EXAME DA OAB E PARA O EXERCÍCIO DA MEDICINA

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Já existem tantos advogados despreparados (com o exame da OAB), imaginem sem tal exame para filtrar. Não deve existir só o exame para o ingresso na advocacia, deve existir também para o exercício da medicina, uma vez que muitos pacientes morrem pela deficiência dos cursos de medicina. Se o poder público não fiscaliza o ensino, não há razão para acabar com o exame da OAB.

DEVE EXISTIR O EXAME PARA OAB E PARA O EXERCÍCIO DA MEDICINA

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Já existem tantos advogados despreparados (com o exame da OAB), imaginem sem tal exame para filtrar. Não deve existir só o exame para o ingresso na advocacia, deve existir também para o exercício da medicina, uma vez que muitos pacientes morrem pela deficiência dos cursos de medicina. Se o poder público não fiscaliza o ensino, não há razão para acabar com o exame da OAB.

Paúra ou despreparo

Antônio dos Anjos (Procurador Autárquico)

O Bacharel em Direito que teme ser aferido em qualquer certame somente pode estar despreparado.
O bom profissional não se sente ameaçado por ser avaliado e julgado.
Aos de curta memória (mal que infelizmente assola o país) o EXAME DE ORDEM SEMPRE EXISTIU, SENDO, TODAVIA, FACULTATIVO PARA OS QUE, POR IMPEDIMENTO LEGAL, NÃO PODIAM FAZER O ESTÁGIO FORENSE OFICIAL PARA SE INSCREVER NOS QUADROS DA OAB.
A partir de 1996, para findar com as fraudes de alguns Bacharéis DESPREPARADOS que fingiam estagiar para se inscrever, o exame passou a ser obrigatório para todos.
Com a querela no STF, a decisão será simples, uma vez que o art. 5º torna livre o exercício de qualquer profissão, atendidas as condições estabelecidas na LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL.
Salvo melhor juízo e maior engano, não há na CRFB nenhum proibitivo expresso a realização do EXAME DE ORDEM como critério para aferição do Bacharel que quer exercer a advocacia.

PETIÇOES em JUIZO,o exame delas é do PJUDICIÁRIO

CCB1949 (Contabilista)

Quem não consegue entender o direito sagrado do bacharel, de falar em juízo, sem o Exame Nacional na OAB, sem dúvida faz letra morta da Lei Federal que comanda o Código de Processo Civil, onde toda e qualquer petição inicial DRA pela Magistratura, é ali apreciada. Se a INICIAL, não se revestir as formalidades implícitas no artigo 285 do CPC,o Juiz não a despachara.Ficando prejudicada "a citação do réu"...
Quando indeferida a INICIAL, o "despacho que receber o recurso mandará citar o réu para acompanhá-lo.
Tudo com observância, inclusive dos parágrafos primeiro e segundo do referido artigo.
Sendo assim, a concessão do MS pelo Juiz do Ceará, é de sabedoria letrada na verdade real e até divina.
O Mandado de Segurança concedido pela Magistratura do Ceará obedece ao texto bíblico escrito por DAVI nos Livro dos Salmos capítulo 112 versos 4.
Tudo que o BACHAREL precisa é ler e por em prática quando redigi uma petição judicial, o texto do CPC artigos 282 até 296. Depois estudar e estudar as leis e isto o levará,até,se for o caso a ocupar na Suprema Corte Brasileira,cargo de MINISTRO no STF-STJ etc etc.
Submeter-se a Exame de Suficiência em seu órgão de classe é sepultar a competência da Magistratura em sua plenitude.
Quem sabe, a OAB NACIONAL, com espírito de sabedoria bíblica, aliada as leis regedoras do DIREITO AQUIRIDO, se silenciará a respeito desse EXAME, sem sofrer pelo STF e STJ sansão pela inconstitucionalidade de tal exigência.
É com fiel respeito
Em continência a extinta Lei da OAB 4215/63 e 8906/94 do Estatuto da OAB
JOÃO RIBEIRO PADILHA
OABSP 40385 Brochura 40806
271210

Exame e Avaliação Períodica para Todos os Inscritos

Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)

Sou totalmente favorável ao Exame de Ordem, inclusive o oral, e ainda uma avaliação periódica para todos os inscritos, além de uma espécie de quarentena, onde após a aprovação o Advogado permanecesse atuando em primeira instância e assim sucessivamente até ser habilitado para atuar nas Cortes Superiores, como já ocorre em outros Países.
Somente com um rigor um pouco maior por parte da OAB será possível evitar casos, como o que infelizmente passo a relatar: Após dividir um escritório com colegas que acabaram de ser aprovados no exame da OAB, resolvi sair, e para minha surpresa a cada dia me deparo com cópias das minhas petições, onde somente mudam o nome dos Advogados, e o mais grave, como as matérias na maioria das vezes são diferentes, esquecem de realizar as modificações necessárias, demonstrando desconhecer os conceitos básicos de jurisdição e competência, chegando até mesmo a impetrarem habeas corpus postulando pedidos estranhos. Resumindo não é somente o exame de Ordem que capacita o profissional, mas somente com um rigor ainda maior, inclusive dos inscritos é que a sociedade poderá escolher Advogados com o mínimo de conhecimento e ética profissional

Um filtro novo deveria ser aprovado

Marco 65 (Industrial)

Concordo plenamente com a necessidade de se ter um aferidor sério e independente, para fazer parte do curso de Direito. Mas, com o acompanhamento de gente da área do ensino e não da OAB.
Afinal, o que tem de advogado que nem pedir em Juizo sabe, é brincadeira....

Exame da Ordem qualifica??? O quê????

Marco 65 (Industrial)

Como é que se pode reconhecer o exame da OAB como aferidor de qualificação para o exercício da advocacia se nem ela, (A OAB), através de seus doutos dirigentes, soube entrar com o recurso no lugar certo?????
Entrou no STJ quando deveria ter entrado no STF!!!!!

Exame de Ordem Exagero de Exigir

Carlos Roberto da Costa (Advogado Assalariado - Civil)

O exame de ordem é necessário para aferir o conhecimento mínimo do candidato a inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil. Todavia nos últimos anos é notório o exagero de exigir do candidato conhecimentos à nível de concurso público a prova é longa e em duas etapas. Não bastasse, cheia de questões controvertidas (pegadinhas), no intuíto exclusivo de induzir o candidato a erro. Entendo que esse não deveria ser o verdadeiro espírito do exame de ordem, que a OAB tem o direito de aferir, isso é fato, mas o direito de abusar desse direito, causa indignação e revolta. Os números estão aí para quem quiser ver 88% (oitenta e oito) por cento de reprovação é um percentual altíssimo e isso deveria ser revisto, repensado. Os cursinhos preparatórios para exame de ordem agradecem efusivamente a OAB pela massa de clientes que batem em suas portas todos os anos.É evidente que essa situação deve interessar alguém.

Constitucionalidade do Exame de Ordem

SPBRASIL (Administrador)

A cumprir os requisitos constitucionais em vigor o Exame de Ordem deverá ser mantido pela Suprema Corte, garantindo assim que os mandatos para a defesa da vida, da liberdade e do patrimônio dos cidadãos sejam outorgados a quem comprovou ter pleno conhecimento técnico-jurídico para tanto.
Operadores do direito devem primar sempre pela excelência da qualidade no ensino-aprendizagem e no exercício do cargo, função ou profissão, que integrem ou venham integrar.
Por estas razões deve, o Exame de Ordem, ser do mais legítimo interesse dos candidatos ao ingresso na Advocacia, a exemplo da Magistratura, Ministério Público e Procuradorias, entre os quais estabelece-se relação de equivalência, deixando à margem os candidatos que desejam para si "menas" exigências, "menas" qualidade para o exercício da profissão.

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