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Comentários de leitores

5 comentários

Os nomes, os nomes por favor

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Dos advogados da acusação pois até o MP foi contra.
Como não existe impessoalidade e isonomia no judiciário Brasileiro, é preciso esclarecer o nome dos advogados do suposto ofendido.
Quanto a OAB nacional, dr. Ophirzinho Cavalcantezinho está totalmente dedicado a defesa dos direitos do traficantes e criminosos condenados. Bastou a polícia e Forças Armadas entrarem no complexo do Alemão e lá estava ele na Glbo defendendo o direto dos bandidos, que pagam honorários com dinheiro do crime. Sequer se referiu aoa advogados pombo correio de traficantes que foram sumariamente suspensos pelo TED - RJ. Dr. Ophirzinho é a pesonificação do Dr. Honorários in causa meu pirão primeiro. A Justiça Brasileira está paralisada pelos gigantesco volume de processos que crescem exponencialmente, descreditada junto ao povão, maioria que não pode pagar honorários milionários, desmoralizada cada dia mais. Gramsci nunca poderia imaginar Pindorama, onde se pagando bem tudo dá...pé, e resolve. Cadeia é para preto, pobre e prostituta como bem disse o trêfego ex.ministro do STJ, Edson Vidigal, em entrevista a Rádio CBN no Maranhão, feudo de Sirney Ribamar...Ou se restabelece a moralidade oui que todos se locupletem. Rui Barbosa se revira na tumba.

Omissão

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Vendo os autos virtuais do referido processo no STJ, versando sobre prerrogativa profissional de advogado fundamentalmente, mais uma vez notei uma imensa lacuna, que se repete em muitos feitos da mesma natureza: A COMPLETA AUSÊNCIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS NO BRASIL. Creio que é chegado o momento da Ordem começar a responder judicialmente por essas omissões. Trata-se de um serviço público, que inclusive é custeado por nós com as anuidades, mas no momento de dificuldade a Ordem é a primeira a dar as costas ao advogado.

VAI SER TRANCADA A AÇÃO EM HC NO STF!!!

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Bem! Onde está de fato a calúnia imputada ao advogado?! Fico a me perguntar qual seria a maneira não ofensiva à parte "ex adversa". Evidentemente, se há possibilidade efetiva de se desclassificar a imputação de "calúnia" para "difamação", não haveria - em tese - tipicidade da conduta, graças à imunidade do advogado. Então, intentou-se uma via capaz de, por si mesma, impedir alegação de insujeição profissional à segunda imputação. De onde S. Exa. retirou a existência de dúvida e de incerteza?! Será que o processo brasileiro já se transformou em um "jogo de compadres", no qual deve prevalecer uma acaciana troca de mesuras?! Não vislumbrei - "data maxima venia" - a razão fundamental do voto do Ministro Gílson Dipp. Não a enxerguei. Vive-se uma momento de gravíssimas censuras à atuação do advogado, o qual deve limitar-se a usar linguagem melíflua, pretensamente elegante, falsamente cordata. Ora!!! Em um processo cível como o que se encontra em pauta, há naturalmente um recrudescimento de ânimos. Agora, diante de uma decisão assim, impor-se-á aos advogados um autêntica mordaça, enquanto se faz vista grossa ante a linguagem desbordante de órgãos ministeriais e juízes. Em que mundo nos encontramos?! Estaríamos em um mundo criado à moda de Lewis Carrol?! Deve-se transformar o processo em zona de "cinismo" e de "respeito putativo"?! Sei não... Isto me causa espécie, espanto, sensação de censura discursiva, voltada a meramente inibir uma atividade essencialmente combativa. Enquanto isto, firma-se a jurisprudência de que o juiz não pode ser responsabilizado em face das suas decisões, sobejando abuso de poder, ilegalidade, prepotência, teratologias processuais etc. Aí pouco se há feito para coibir tais distorções. Que País é este?!

Estilística

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Nos termos do relatado no habeas corpus, o crime teria sido praticado através de quatro petições protocoladas pelo Advogado em um processo de interdição. Li agora três delas, e não visualizei nada que pudesse ensejar alguma responsabilização criminal, muito embora a estilística, no meu entendimento pessoal, talvez deixe a desejar. Vejamos uma frase, a título de exemplo, inserta na terceira das petições: "... portou-se de forma contraditória, dúbia, dando uma moeda a Cristo e outra a César, acedendo uma vela a Deus outra ao Diabo.". Certamente que as peças não podem ser consideradas como um primor em matéria de elegância, mas daí a considerar como criminosa a atuação do Advogado vai uma distância entre a terra e a lua. Pelo jeito, logo vão querer exigir que os advogados sejam todos escritores de renome ou poetas consagrados.

Presunção de delinquência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Conclusão: o advogado é considerado culpado até prova em contrário.

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