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Liberdade negada

Iraniana condenada à morte não foi libertada

Ao contrário do que foi anunciado nessa quinta-feira (9/12), a iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtiani, condenada à morte por apredejamento, não foi libertada. É o que informa a TV estatal do Irã. De acordo com a informação divulgada, ela deixou a prisão apenas por algumas horas para gravar a reconstituição do crime. O filho e o advogado de Sakineh também continuam presos.

A iraniana foi condenada por adultério e também por participação no assassinato do seu marido. A sua história tem mobilizado a comunidade internacional, que pressiona o Irã para libertar a viúva. O mote da campanha internacional em favor de Sakineh é a falta de um processo judicial justo, além da crueldade do apedrejamento. Ela teria sido condenada sem provas e sem uma defesa correta.

Revista Consultor Jurídico, 10 de dezembro de 2010, 7h57

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