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Começar de novo

CNJ mostra vantagens de contratar detentos

A Secretaria de Justiça do Estado do Espírito Santo fez, nesta quarta-feira (8/12), em Vitória, um workshop voltado para empresários da construção sobre as vantagens da contratação de detentos e egressos do sistema penitenciário. O evento faz parte do Programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, e aconteceu no Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado do Espírito Santo (Sindifer), no bairro de Santa Luzia. Na ocasião, foram concedidos selos do Começar de Novo empresas parceiras do programa.

O Começar de Novo é um conjunto de ações voltadas à sensibilização de órgãos públicos e da sociedade civil com o propósito de coordenar, em âmbito nacional, as propostas de trabalho e de cursos de capacitação profissional para presos e egressos do sistema carcerário, de modo a concretizar ações de cidadania e promover redução da reincidência.

O Workshop é uma parceria entre a Secretaria de Justiça do Espírito Santo, o Sindicato da Construção Civil e o Sindicado da Indústria da Construção Pesada do Estado. O evento contou com o apoio do CNJ, representado pelo Juiz Marcelo Lobão. Foram apresentados detalhes do Programa de Responsabilidade Social Ressocialização, do Governo do Estado do Espírito Santo, e o Começar de Novo, do CNJ.

A Secretaria de Justiça do Espírito Santo tem 89 convênios com empresas de diversos ramos de atividades — gráficas, corte e costura e construção civil — que empregam 1.300 detentos dos regimes semi-aberto e fechado. Os convênios têm como base decreto estadual que determina às empresas contratadas para obras ou serviços públicos a reserva de 6% das vagas para a contratação de detentos e egressos do sistema penitenciário. 

O selo do programa do CNJ foram entregues para as empresas: Bozi Construtora e Incorporadora Ltda.; Habitar Construtora e Incorporadora Ltda; Montalvani Engenharia Ltda; RDJ Engenharia Ltda; Cidade Engenharia Ltda; e Marca Ambiental Ltda. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 8 de dezembro de 2010, 17h34

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