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Comentários de leitores

5 comentários

Quarto Poder

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É lamentável se constar como há tantos atos praticados pela Ordem dos Advogados do Brasil tidos como equivocados. Chega a ser difícil verificar alguma notícias com algo de bom feito, e a respeito das coisas ruins divulgadas vemos na verdade vários advogados reconhecendo os equívocos, o que afasta alguma dúvida sobre a parcialidade da imprensa. A OAB precisa de uma reforma urgente, tornando-a um órgão democrático e representativo da classe dos advogados. Hoje temos tão somente alguns indivíduos que instituíram um Quarto Poder ao redor de si próprios, e que teimam em querer perpetuar esse Poder a qualquer custo.

Polícia Federal

Caio T. (Serventuário)

Está previsto para o ano que vem concurso para delegado e agente da Polícia Federal.
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Para quem quer sair fazendo prisões, fica a recomendação.

MALDITOS HOLOFOTES

olhovivo (Outros)

A manifestação do sr. Ophir contêm duas impropriedades: primeiro, o CNMP não prende ninguém; segundo, caberia ao representante da OAB pugnar, sempre, pelo princípio da presunção de inocência, não admitindo pré-julgamentos, seja em que instância for. Teria sido melhor que ficasse calado.

Livre expressão deve ser isenta

JAAG (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

A função da OAB não é julgar; porém é uma instituição que deve se pronunciar, porque guardiã constitucional dos princípios legais vigentes. Não se pode, no entanto, a título de pré-julgamento expor posições contra ou a favor. Deve ser isenta, como deve ser o juiz também. Quaisquer pré-julgamentos importam na quebra do sigilo e expõe de forma nociva toda uma instituição, qual seja ela OAB, Amagis ou qualquer outra. O ato de sugerir é opinativo, porém o ato de preconceber é radicalismo. Sou grande admirador do ilustre e probo presidente da OAB, Dr. Ophir Cavalcante. Porém, sua declaração pública, na sessão extraordinária do Conselho Nacional do Ministério Público da próxima segunda-feira (13/12)de que
"buscará afastar e prender a promotoda Deborah Giovannetti Macedo Guerner, acusada de informar o governo do Distrito Federal sobre investigações promovidas contra a administração em troca de propina", extrapola e em muito.
Prof. J.A. Alvim em Defesa das Prerrogativas do advogado.

Questão interna

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A postura adotada pelo Ordem dos Advogados do Brasil no caso de corrupção no Distrito Federal é totalmente equivocada, desde o início, vez que não é papel da ordem exercer as atividades do Ministério Público. Entretanto, é forçoso reconhecer que o Presidente da Ordem não vai julgar ninguém, sendo incabível assim qualquer arguição de suspeição ou impedimento. A função da Ordem é a de fiscal nesse caso, falando em nome da sociedade, e se há investigação ou procedimento administrativo em curso nada mais natural que a Ordem se manifeste, inclusive publicamente e em plenário. Se há abusos por parte do Presidente (o que não seria de se duvidar) a questão deve ser decidida interna corporis e nesse ponto a arguição pode ter fundamento.

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