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Comentários de leitores

5 comentários

morosidade no judiciário

estudioso do direito (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

Os tardinheiros precisam ser afastados e os gabinetes de trabalho eliminados

Morosidade

caiubi (Outros)

Até pareçe ser a unica verdade. O Jud. Psta, tem um monte de carroções chamados de computador, não é informatizado, para saber quantos processos tem em cartório tem que contar uma a um, velocidade das máquinas tá no tempo dos saudosos 486, verdadeiras carroça de roda oval. Quando a petição é direcionada pelo adv para cartório errado, do crime para o civel, tem que ir no cartorio confirmar pq o sistema não permite a consulta. Quer saber chega de muita confersa fiada e pouca ação concreta e culpara os outros.
xxxxx Em tempo, tem manhã que as máquinas levam 10 minutos para funcionar, é inacreditável.

Sugestão simples

Ed Gonçalves (Bacharel)

Tenho uma sugestão simplória. Que tal os ilustres magistrados trabalharem presencialmente em suas respectivas varas de segunda a sexta-feira, oito horas por dia, religiosamente?

Aos bem-intencionados...Dela não dependam !!!

Mig77 (Publicitário)

Vai aqui uma sugestão:
Publiquem na imprensa, se possível diariamente, quantos funcionarios de todo o contingente do Judiciário estão trabalhando naquele dia e quantos estão encostados.Em casa!!Ou no Caribe...

Judidicário lento

PM-SC (Advogado Autônomo - Civil)

É confortável saber que o judiciário paulista tem se destacado em produtividade de prestação jurisdicional.
Mas é lamentável saber que o excesso de demanda deve continuar subindo de 2011 em diante.
Aumentar o quadro de magistrados, como fórmula única,
parece não ser viável, até porque comprometeria o orçamento público estadual, já que a magistratura, em princípio, é bem remunerada.
Quem sabe, para diminuir, pelo menos aos poucos a morosidade, seria a admissão de cultos assessores, de modo a compor o gabinete de magistrado altamente técnico e estruturado, posto que a lógica de produção de serviço estaria a recomendar que um juiz não pode se responsabilizar por número excessivo de processos. Numa empresa não se pode exigir que um operário deva industrializar 100 produtos numa semana, se a sua capacidade funcional e de suas ferramentas são apenas suficientes para a produção de 40 unidades.

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