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Comentários de leitores

42 comentários

Violação de prerrogativas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Na verdade, Dr. Consumidor, ação penal alguma chegou a ser instaurada, sendo que a decisão que transcreveu abaixo não passa de um amontoado de ofensas prolatadas por um Desembargador Federal contrariado em seus intentos nada nobres. Veja que a decisão já se inicia prolatando que eu teria ingressado com uma exceção de suspeição em desfavor do Juiz Federal Wilson Pereira Júnior, fato QUE JAMAIS OCORREU vez que a exceção de suspeição foi na verdade INSTAURADA DE OFÍCIO pelo Magistrado, por mais delirante ou inusitado que isso possa parecer.

PINTAR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

SE VC TIVER SIDO INOCENTADO, REALMENTE PEÇO DESCULPAS, MAS GOSTARIA QUE COLOCASSE A SENTENÇA POR AQUI.
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CASO CONTRÁRIO, VC VAI ACABAR SENDO INTERNADO COM TANTA DIALÉTICA PARA TUDO, ATÉ MESMO QUESTIONANDO AQUILO QUE TEM CONHECIMENTO.
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POR FIM, AINDA AGUARDO A SUA RICA CULTURA JURÍDICA NO QUE DIZ RESPEITO À CF TER PROTEGIDO PRESOS POLÍTICOS E ISSO TER ALCANÇADO TODO E QUALQUER CRIMINOSO.
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FICAR CALADO DESSA FORMA TAMBÉM É FEIO...rs.

MAIS UMA, PINTAR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

SEGUE A FONTE: http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/4674441/excecao-de-suspeicao-criminal-939-suspei-7523-sp-20086106007523-5-trf3
"PROCESSO PENAL - EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO DO MM. JUIZ FEDERAL TITULAR DA 3a. VARA FEDERAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, FORMALIZADA POR ADVOGADO QUE ERA INVESTIGADO PELA SUPOSTA PRÁTICA DO CRIME DO ARTIGO 331 DO C�"DIGO PENAL, EM INQUÉRITO POLICIAL DISTRIBUÍDO ÀQUELA VARA - ALEGADA CONVERSA RESERVADA PROMOVIDA PELO EXCEPTO COM O EXCIPIENTE, OCASIÃO EM QUE O JUIZ O TERIA"ACONSELHADO" SOBRE FATOS OBJETO DA INVESTIGAÇÃO - AFIRMAÇÃO POSTA NOS AUTOS PELO EXCIPIENTE DE QUE TERIA GRAVADO A CONVERSAÇÃO, CLANDESTINAMENTE, ATRAVÉS DE TELEFONE CELULAR - RESPOSTA DO EXCEPTO E DA PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA QUE SUPLANTA AS RAZ÷ES DA ARGUIÇÃO - DOCUMENTOS DESFAVORÁVEIS AO REQUERENTE - EXCEÇÃO IMPROCEDENTE.
1. Trata-se de exceção de suspeição formalizada por MARCOS ALVES PINTAR, advogado e investigado no inquérito criminal nº 2008.61.06000423-0 como agente do crime do artigo 331 do Código Penal, contra a pessoa do dr. WILSON PEREIRA JUNIOR, MM. Juiz Federal titular da 3a. Vara Federal de São José do Rio Preto, afirmando que o mesmo não tem condições de julgar a demanda pois antes mesmo do recebimento de qualquer denúncia, tendo convidado o excipiente através de um funcionário forense para um encontro reservado em seu gabinete, esse Juiz o instruiu "a respeito de diversos pontos relevantes da ação penal".
2. O que existe de concreto nos autos mostra que o Juiz recebeu o advogado/investigado na sala de audiências ao término do expediente forense deferindo carga dos autos, sob a promessa de devolução logo no início do expediente forense do dia imediato, o que efetivamente ocorreu."

FALTA DE CREDIBILIDADE, PINTAR, SEGUNDO O TRF3

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

2. O que existe de concreto nos autos mostra que o Juiz recebeu o advogado/investigado na sala de audiências ao término do expediente forense deferindo carga dos autos, sob a promessa de devolução logo no início do expediente forense do dia imediato, o que efetivamente ocorreu.
3. Descontando a evidente má fé de quem se dirige ao Juiz Federal postulando carga dos autos às 19h00 (final do expediente forense normal) e depois afirma haver clandestinamente gravado a conversação mantida com o magistrado, mas sem exibir o áudio ou a transcrição, ainda que particular do mesmo, razão assiste tanto ao excepto quanto ao dr. Procurador Regional da República quando afirmam a inexistência da mínima demonstração do tal "aconselhamento" que teria sido feito em favor do excipiente.
4. A propósito da pessoa do excipiente, os documentos juntados aos autos mostram que o mesmo vem sistematicamente se indispondo com os magistrados atuantes na subseção judiciária de São José do Rio Preto/SP, o que acaba por retirar credibilidade de suas alegações.

CALMA - DR. VÍTIMA

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

TENHO MAIS O QUE FAZER. NÃO FICO O DIA TODO NA INTERNET.
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SEGUE O SITE: http://profheraldomoreira.blog.terra.com.br/2010/09/09/
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"Em outro processo, julgado no dia 17 de agosto, o ministro negou liminar em pedido de Habeas Corpus feito pelo advogado paulista Marcos Alves Pintar. Ele pedia o arquivamento da Ação Penal a que responde por difamação contra uma juíza da Comarca de Nova Granada (SP). Para Pintar, os fatos dos quais é acusado estão cobertos pela imunidade profissional do advogado no exercício de suas atividades. O HC já havia sido negado pelo Superior Tribunal de Justiça."

Silêncio

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Total silêncio. Ataca, e chamado a dar explicações se esconde. Lamentável!

Difamação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Dr. Consumidor. Por espírito de caridade concedo-lhe a oportunidade de indicar, de forma clara e objetiva, qual o número do processo por desacato que alega estou respondendo, e a vara, e ainda a possibilidade de se retratar frente à mentira que inventou.

DR. SECRETARIAS

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Sr Dr. das 500 ações, onde agredi os cidadãos desta pequena cidade? Deve ser por causa destas artimanhas, no meio do que está expressamente escrito, que você responde a processo penal por desacato.
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Três secretarias? começou a autoafirmação, e aqui isso não funciona. Eu poderia dizer que tenho mais de 2000 processos no Estado que milito, média que é mantida, que tenho 3 advogados que me ajudam e 5 estagiários, mas também aqui não é local para essas afirmações, pois não podemos provar.
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Estagiei com um advogado espetacular, que era professor universitário em Campinas. Ele contava histórias sobre esses "advogadozinhos" que atacam tudo e tudos, que querem instruir o processo, achando-se "advogadozãos", que não saem das subseções, fazendo mil amizades, só por causa das "broncas" que virão a responder.
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O bom advogado faz tudo que é necessário de forma limpa, sem excessos. O sr. parece do tipo que entra em aud. e quer ser a atenção (vai abrir inscrição para o Big Brother...rs), quer dar discurso, achando que toda aud. é um Tribunal do Júri. Cara, isso não cola. O engenheiro até ignorou você! Exceto o Vitão, ninguém quer papo contigo, percebeu?
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Adoro quando vejo juízes colocando gente como você nos seus devidos lugares.
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Acho que cada um segue a carreira como bem entende, e você não respeita a opinião de ninguém e os ataques - mais polidos, concordo - vieram de você e apenas respondi a altura.
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Comigo é assim, fala o que quer, e ouve o que não quer. Já fiz isso com juízes (só dois), um promotor e delegados (3), e nada respondi.
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E a CF que defende criminoso de carteirinha sob o manto da defesa do preso político? O seu silêncio deve ter sido por causa do "espelho". Tivemos muitos presos políticos no Brasil depois de 1988?rs.kakaka

Ataques gratuitos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Pois é, Dr. Consumidor. Fosse o sr. um pouco mais compenetrado saberia verificar que o endereço que achou no site da OAB é apenas um de meus domicílios profissionais. Não moro na aprazível cidade, cujos moradores são simpáticos e joviais, e nem lá mantenho meu domicílio profissional principal. Caso soubesse ler com atenção, o que parece não ser totalmente verdadeiro, teria verificado que logo abaixo conclamei as pessoas interessadas na discussão de ideias a se centrarem no que de fato interessa à discussão sob pena de tornar os comentários apenas agressões gratuitas, como o sr. fez com os bons cidadãos da cidade de José Bonifácio, sem nenhuma necessidade, e ainda assim se equivocando ao pensar que lá resido e mantenho domicílio profissional principal. Sei que não é o caso de perder tempo discutindo com quem talvez esteja profissionalmente em fase inferior ao de alguma de minhas três secretarias pessoais, mas de qualquer forma lhe dou um conselho: ingresse com quinhentas ações judiciais de alta complexidade, denuncie juízes e membros do Ministério Público nos casos de abuso, critique autoridades quando de sua presença visando o interesse público, defenda perseguidos por magistrados e autoridades, e aí saberá o que é o direito e a advocacia.

PINTAR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

HC - STF - DESACATO - ETC?rs. AGORA ENTENDO TAMANHO DESESPERO NA OUTRA MATÉRIA NO QUE DIZ RESPEITO ÀS ESCUTAS TELEFÔNICAS...rs.
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BOA SORTE EM SEUS CAMINHOS PROFISSIONAIS!

JOSÉ BONIFÁCIO/SP

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

32.000 HABITANTES? AGORA ESTÁ TUDO EXPLICADO.
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UMA AÇÃO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA A CADA DOIS MESES.
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LAMENTÁVEL!
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RIO CLARO/SP TEM 200.000 E PARA MIM NÃO SERVIA. PRECISAVA DE MAIS, E CONSEGUI.

PINTAR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Aí em José Bonifácio/SP, centro (posso colocar o telefone e endereço, se quiser), não deve ter televisão, internet ou algo afim para você viver tão no mundo da lua.
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Ainda, você deve ter um caso com o Vitão, pois ninguém te chamou na conversa e lá vem você a defendê-lo.
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Você usa expressões agressivas e adora julgar os colegas, máxime no que tange ao conhecimento.
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Sabe onde o povo manda os advogados enfiarem esses princípios do Direito? Pois é, eu nunca enfiei, mas não duvido de você e do Vitão.
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Você é bom mesmo? primeiro, saia desse buraco onde você advoga. Eu saí de Rio Claro/SP e advogo numa grande cidade e só agora em Dezembro, quando as coisas ficam mais calmas, estou tendo tempo para escrever algumas coisas aqui. Segundo, responda a minha indagação da outra matéria, pois foi só eu falar que a CF equiparou criminoso a preso político (ensinamento do Nelson Jobim), que você e seu defendido Vitão sumiram de lá. Enfiaram o rabo entre as perninhas curtas e foram embora.
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A advocacia está no mesmo caminho do Judiciário, ou seja, não convencendo a população leiga em Direito, e deveria dar exemplo e procurar sempre uma justificativa para aquilo que não é correto.

Agir com o coração

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A análise dos diversos desdobramentos do regime ditatorial que se instaura no território brasileiro não deve ser feito "com o coração", conforme sugere o Dr. Consumidor. Ora, ingressamos em processo eleitoral cujas regras estavam sendo mudadas (vedado pela Constituição Federal) enquanto o Sr. Presidente da República bradava aos quatro ventos o empenho do Governo em eleger a candidata de sua preferência, e literalmente eliminar da vida política da República alguns desafetos políticos. Estou a mentir? A campanha começou e ninguém sabia ao certo como ia acabar. Há menos de uma semana do pleito o Supremo prolatava decisão a respeito de qual documento deveria ser apresentado na hora do voto (!), e vários candidatos e eleitores foram às urnas sem saber exatamente o que valia e o que não valia, quem poderia ser eleito e quem não poderia. Analisando recursos a respeito da lei feita a toque de caixa por encomenda do Governo o Supremo Tribunal Federal, órgão máximo do Judiciário, não pode prolatar decisão por vontade do próprio Governo. Esses são os fatos a serem analisados à luz dos princípios da Carta Política. Pouco importa se o Ministro Gilmar Mendes gosta ou não de queijo com goiabada, ou se a cor do sapato do Ministro Celso de Mello (ou ainda o suposto affair entre uma Ministra da Corte Suprema e um Ex-Presidente da República, que um lunático foi capaz de evocar na discussão do tema da lei do "ficha limpa").

O leigo falando

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que o Marco (Engenheiro) não percebeu ainda, e o Dr. Consumidor talvez nunca vá perceber, que o direito tal como a matemática, a física, ou outras matérias que ele deve ter aprendido na faculdade de engenharia, também é uma ciência. Há princípios, pressupostos, regras e mecanismos, vigentes aqui e em todos os outros países. O entendimento equivocado que ele manifesta, e muitos outros cidadãos, na verdade deriva da imaturidade das instituições brasileiras e das deficiências do Poder Judiciário. Sei que ele está preocupado em tentar entender o que ocorre e manifestar sua opinião visando contribuir com o debate. Mas, por não deter o devido conhecimento enciclopédico, e estar fora da lida diária como operador do direito, acaba se perdendo em um emaranhado de supostos princípios e verdades axiológicas que na verdade são fruto de uma observação equivocada do fenômeno jurídico. Não o condeno. Em primeiro lugar porque o julgamento da chamada lei do "ficha limpa" é um caso impar na histórica do Supremo Tribunal Federal. A Corte, por vontade pessoal do Sr. Presidente da República, não pode exercer a sua função. A indignação do Ministro Marco Aurélio, sugerindo fossem chamar Lula para participar do julgamento, demonstra bem a gravidade da situação. Nada disso entretanto foi devidamente "digerido" pela massa da população brasileira, que na prática sequer sabe o que está de fato acontecendo. O cidadão comum sequer sabe exatamente qual a função do Supremo, e o bombardeio de notícias feitas a mais das vezes por quem também nada sabe dificulta enormemente a compreensão. Assim, não tarda para que o cidadão comum (não versado em direito [ou com formação deficiente]) acabe tentando analisar o caso sob a ótica do espectador do "Big Brother", preso a picuinhas.

LÁ VEM O VITÃO, CHEIO DE RAZÃO!

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Vitão, vc é especialista em abrir o dicionário aurélio eletrônico e procurar sinônimo para as palavras, e coloca as mais difíceis por aqui, tentando menosprezar quem aqui coloca sua opinião. Falar difícil é fácil. Difícil é falar de forma clara e convincente.
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O engenheiro fala com o coração e vc ignora essas colocações.
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Quem votou contra o ficha limpa são os mais antigos no STF, a não ser um novato, que reprovou duas vezes em concurso para a magistratura.
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Já a inovação verdadeira, votou totalmente a favor.
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O engenheiro está de parabéns e vc, deixe pra lá.

O que fazer quando a pessoa não entende o sentido da coisa?

Marco 65 (Industrial)

Vamos deixar as frescuras literárias de lado e partir para o que, realmente, interessa:
1- AS LEIS, DEVEM SER CUMPRIDAS!
2- OS MINISTROS DO STF ESTÃO LÁ PARA FAZER CUMPRIR A CONSTITUIÇÃO!
3- O MINISTRO GILMAR MENDES É UMA CAPACIDADE EM TERMOS DE CULTURA JURÍDICA!
4- NO CASO EM TELA NÃO HOUVE UNANIMIDADE (O QUE SIGNIFICA QUE OUTROS MINISTROS DIVERGIRAM)
5- E A MINHA OPINIÃO QUANTO AO GILMAR MENDES NÃO ABRANGE O SEU SABER JURÍDICO E SIM A SUA TEIMOSIA EM NÃO DAR OUVIDOS ÀS DIVERGÊNCIAS.
6- O que está errado deve ser mudado e isso é o que defendo.
e não me venha o Sr. funcionário Público (qual é o seu cargo, mesmo???) querer distorcer o assunto e tentar discutir semântica!
7 Não sou advogado, mas sou cidadão e, como tal, tenho direito de externar minha opinião sem a obrigação de rebuscar palavras tecnico/jurídicas desnecessárias ao bom entendimento do enunciado.
é bem por isso que a "Ilha da Fantasia" continua acontecendo...

FALTA "EPIFANIA"...

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Continua a faltar ESPÍRITO SANTO JURÍDICO a "Marco (engenheiro). Distinção entre "cumprir" e "aceitar"?! Os operadores do Direito não distinguem uma e outra coisa, porém o "engenheiro" as diferencia bem! Ora!!! Puríssima IGNORATIO ELENCHI. Escrevo-o com todo o respeito. Primeiro: LEI COMPLEMENTAR não pode alterar a CONSTITUIÇÃO. Segundo: não se alteram as NORMAS CONSTITUCIONAIS ao sabor das conveniências políticas ou de falsas necessidades ocasionais. Terceiro: alteração de interpretação constitucional, sem estribo em uma análise coerente e sistêmica, revertendo-se ou invertendo-se os SENTIDOS NORMATIVOS, pode aduzir MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL. Quarto: o Ministro da Suprema Corte não sou eu nem o ilustre "engenheiro". É Gilmar Mendes. Com que pretensão se intenta, sem argumentação jurídica, considerá-lo jejuno de DISCERNIMENTO? ONDE SE ENCONTRAM AS PROVAS DE SUBMISSÃO DO MINISTRO A QUEM QUER QUE SEJA?! Ora!!! Isto não compõe mais do que fanfarronice e lugar-comum - muito bons em termos publicitários, mas insignificantes em relação à matéria estritamente lógico-jurídica. Alterar a Constituição da República para, afogando-se no esquecimento a história das civilizações, adulterar "direitos fundamentais" conquistados após muitíssimas escaramuças contra o "despotismo", contra o "poder econômico" e contra o "autoritarismo"?! Ademais, a função de uma constituição está precisamente em se manterem uma estabilidade social, uma segurança jurídica, um parâmetro de regência político-administrativa. Aliás, para ilustração do amigo "engenheiro", a trilogia dialética a que se refere J J G CANOTILHO liga-se à ideia de constituição forte para fortificar a igualdade política, o combate à pobreza e as liberdades. No mais, "não vá o sapateiro além das sandálias"...

FALTA "EPIFANIA"...

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Continua a faltar ESPÍRITO SANTO JURÍDICO a "Marco (engenheiro). Distinção entre "cumprir" e "aceitar"?! Os operadores do Direito não distinguem uma e outra coisa, porém o "engenheiro" as diferencia bem. Ora!!! Puríssima IGNORATIO ELENCHI. Escrevo-o com todo o respeito. Primeiro: LEI COMPLEMENTAR não pode alterar a CONSTITUIÇÃO. Segundo: não se alteram as NORMAS CONSTITUCIONAIS ao sabor das conveniências políticas ou de falsas necessidades ocasionais. Terceiro: alteração de interpretação constitucional, sem estribo em uma análise coerente e sistêmica, revertendo-se ou invertendo-se os SENTIDOS NORMATIVOS, pode aduzir MUTAÇÃO CONSTITUCIONAL. Quarto: o Ministro da Suprema Corte não sou eu nem o ilustre "engenheiro". É Gilmar Mendes. Com que pretensão se intenta, sem argumentação jurídica, considerá-lo jejuno de "discernimento". ONDE SE ENCONTRAM AS PROVAS DE SUBMISSÃO DO MINISTRO A QUEM QUER QUE SEJA?! Ora!!! Isto não compõe mais do fanfarronice - muito boa em termos publicitários, mas insignificante em relação à matéria estritamente lógico-jurídica. Alterar a Constituição da República para, afogando-se no esquecimento a história das civilizações, adulterar "direitos fundamentais" conquistados após muitíssimas escaramuças contra o "despotismo", contra o "poder econômico" e contra o "autoritarismo"?! Ademais, a função de uma constituição está precisamente em se manterem uma estabilidade social, uma segurança jurídica, um parâmetro de regência político-administrativa. Aliás, para ilustração do amigo "engenheiro", a trilogia dialética a que se refere J J G CANOTILHO liga-se à ideia de constituição forte para fortificar a igualdade política, o combate à pobreza e as liberdades. No mais, "não vá o sapateiro além das sandálias"...

Comandantes e comandados....

Marco 65 (Industrial)

É dificil explicar às pessoas a diferença entre cumprir e aceitar. No "direito", por excelência e espontaneamente, essas variáveis são cofundidas até pelos próprios operadores do direito.
Senão, vejamos:
Constrói-se a C.F. (como essa, de 1988 que foi o desastre brasileiro) através dos "comandantes" da Nação que foram eleitos pelo povo brasileiro, ou, no mínimo, pelo Nordeste brasileiro.
Esses comandantes investidos em seus devidos cargos, fazem leis, aprovam MPs, inventam fórmulas tiradas da cartola para iludir o povo e por aí vai...
A partir daí, entram os "comandados". Que são aqueles que não querem pensar e se prestam única e exclusivamente a cumprir ordens. Ok., ordens (leis)foram feitas, sim, para serem cumpridas. Mas, como em tudo que o homem faz póde haver erro voluntário ou proposital, essas "ordens/leis" podem e devem ser rediscutidas! A nossa própria C.F. já sofreu modificações ao longo dos últimos anos. Como e pq, isso ocorreu? Simplesmente, pelo discernimento dos próprios comandados, que perceberam a necessidade de ajustes.
No caso em tela, quando digo que O Ministro Gilmar Mendes vive no mundo da fantasia, não quero menospreza-lo ou muito menos desrespeita-lo. Reconheço nele um conhecimento jurídico além da média. Mas, condeno nele, o comportamento de "comandado". Ele, cm o saber jurídico que tem e com a importãncia que detém no cargo de Ministro do STF, deveria atuar, também, como "comandante" e reconhecer que certas normas devem e merecem ser alteradas.
Homens como Gilmar Mendes devem fazer respeitar a C.F. em primeiro lugar, e ele o faz com galhardia!
Deveria, tb, saber o que tem que ser mudado na C.F.
E, por fim, deveria ter o discernimento de distinguir uma coisa da outra.

FANTASIA DA REALIDADE!!!

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Falta ESPÍRITO SANTO JURÍDICO ao comentarista "Marco (engenheiro)", como bem assinalou o Ministro Gilmar Mendes em relação ao Ministro Arnaldo Versiani. Fosse o Direito mera aplicação de REGRAS PRÁTICAS, nas quais a lógica do concreto se impusesse à razão normativa (histórico-evolutiva) do próprio Direito, seria melhor reduzi-lo a um "Manual de Convivência". De mais a mais, não há lei infraconstitucional que possa, em hipótese - aí sim - FANTASIOSA, suprir NORMA SUPERIOR, graças ao PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DA CONSTITUIÇÃO. Então, não faltaram nem discernimento nem cultura jurídica ao Ministro Gilmar Mendes. Discernimento e cultura se rarefazem em quem vislumbra no Direito um mero CÓDIGO DE COMPORTAMENTO, voltado às contingências humanas. Por outro lado, o Direito Constitucional não pode ser tratado à maneira do Direito do Trabalho, no qual se encontra o PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DA REALIDADE. Fora da realidade está quem julga real inaplicar "direitos fundamentais" construídos à base de muito esforço histórico-social, sob argumento de que os olhos devem estar voltados às contingências práticas. Aliás, assim grassaram e evoluíram os mais nefastos sistemas fascistas, em que a "controle social" devia ser exercido em termos da "necessidades políticas". Isto nos lembra o discurso de um certo JUIZ FEDERAL ativista segundo o qual "a vontade Constituição é que o a sociedade quer", como se não se alterassem os povos, os costumes e as condutas e não existissem referenciais universais, atemporais e aespaciais do Direito. Assim não fosse, poder-se-ia, a qualquer momento, casuisticamente, alterar uma clásula pétrea, só para satisfazer aos anseios dos (falsamente) realistas. Esse mesmo discurso esteve presente na Segunda Guerra e na boca de Hitler. Eis a FANTASIA...

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