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Comentários de leitores

42 comentários

CHATICE - PINTAR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Pintar, entendo o jornalista. Não é muito difícil pegar implicância contigo. Basta ler o que escreveste abaixo para perceber que és um chato.
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Estando longe de ti já é fácil não ir com a sua cara, apenas pelo seu jeito de se achar o dono da verdade. Fico imaginando os juízes que convivem contigo todo dia. Coitados!
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Tente se encontrar. Isso pode começar olhando-se no espelho.
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Bye

Verdade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Já lhe disse, Dr. Consumidor, que se quiser posso lhe enviar cópia de tudo. Aliás, olhe no sistema de acompanhamento processual e veja que a famosa exceção de suspeição acabou de retornar do Tribunal para ser apensada ao inquérito já arquivado. Vou lá amanhã fazer carga dos autos para terminar de completar as cópias, e se quiser uma réplica de tudo, inquérito e exceção de suspeição, basta pedir que lhe libero um link para efetuar o download de tudo. É bom que leia tudo e divulgue o que viu, já que há uma quantidade enorme de magistrados propalando aos quatro ventos inverdades sobre o episódio. Veja o que um jornalista divulgou em seu Blog: "[Marco Augusto Ghisi Machado] [Florianopolis/SC/Brasil] Tendo em vista que Marcos Alves Pintar é advogado e investigado em inquérito policial pela prática de crime (autos n. 2008.61.06000423-0), recebendo julgamento desfavorável em exceção de suspeição movida contra Juiz Federal (autos n. 2008.61.06.007523-5), ambos em São José do Rio Preto, suas ácidas críticas contra o Juiz Fausto De Sanctis são compreensíveis, porém completamente despidas de credibilidade. Evidentemente que procura apenas destilar rancor por causa de decisões judiciais que lhe foram desfavoráveis. A propósito, conveniente transcrever pequeno trecho de uma das decisões "A propósito da pessoa do excipiente, os documentos juntados aos autos mostram que o mesmo vem sistematicamente se indispondo com os magistrados atuantes na subseção judiciária de São José do Rio Preto/SP, o que acaba por retirar credibilidade de suas alegações"." (http://navblog.uol.com.br/comment.html?postFileName=2010_12-01_23_43_34-126390611-0&idBlog=2164220). Enviei uma mensagem ao Jornalista, informando que se trata de uma inverdade, mas ele nem deu bola.

AINDA ACHO,

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

mas não tenho certeza, que vc contou um monte de patranha aqui e agora está com medo da verdade aparecer.
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Eu investigo o que eu quiser e isso não é da sua conta.
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Mas não se preocupe, não vou divulgar as minhas conclusões. Você já tem o nome bem divulgado por aí de forma negativa, quando dão exemplo do que um advogado não pode fazer, e não vou aumentar esse coro.
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Dr., vai dormir e não se preocupe com a liberdade alheia. Olhe, sim, para o seu trabalho e para os que lhe aturam diariamente, e não se preocupe comigo.
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Boa noite.

Investigação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Já que gosta de investigar, tente descobrir por qual motivo esse recurso em habeas corpus que citei está aguardando parecer do Ministério Público Federal desde agosto de 2010, embora o habeas corpus seja o procedimento mais urgente entre os existentes no ordenamento jurídico.

Violação de intimidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Dr. Consumidor. Não acha um pouco estranho alguém ficar investigando a vida dos outros? O único liame que nos une é o debate, e nada mais. Não temos nenhum tipo de relação ou negócio, e como o Dr. bem sabe liberdade tem limites vez que nesta República é garantido, ao menos por enquanto, a privacidade. Processos judiciais são públicos, por essência, e estão lá disponíveis para quem quiser consultá-lo. Isso não significa que qualquer um pode sair por aí em uma verdadeira caça às bruxas, como se autoridade fosse, fazendo investigações sabe-se lá por qual motivo, o Sr. bem sabe. Se quer ajudar em algo comece analisando, de fato, casos. Veja por exemplo o relatado no RHC 28320 do STJ, cujas peças integrais estão disponíveis para consulta.

FAÇA O QUE DIGO MAS NÃO FAÇA O QUE FAÇO

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Dr., assim o sr. não se demonstra um amante da democracia, das liberdades, do devido processo legal.
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Está querendo delimitar o que devo ou não pesquisar ou consultar, com esse papinho furado de poder ser "vítima" hoje ou amanhã.
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Coloque-se no seu lugar e não me diga o que devo ou não fazer, e obviamente, na minha frente, cara a cara, não seria atrevido a esse ponto.
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Estou certo que toda a sua história contada por aqui é mentira, e logo terei essa certeza.
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Cheguei a acreditar em ti por uns minutos, mas depois dessa, mudei de ideia.
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Sds.

Atividade incomum

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Entendo como incomum tal tipo de atividade, vez que nunca vi advogado sondando a vida de colegas, inclusive com diligências, somente para saciar curiosidade. Como não lhe conheço, já esclareci a familiares e amigos que estou "sob investigação" de um Dr. Consumidor, (ou melhor, Dr. Inquisidor), e por vias das dúvidas vou comunicar a Ordem sobre sua atividade. Reze para que nada aconteça a nenhum de nós por aqui, pois caso contrário, por sua própria opção, será naturalmente o suspeito número um.

APENAS

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

verificar a veracidade dos fatos alegados, nada mais.
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Cresci aprendendo que todo advogado é mentiroso. Na faculdade comecei a verificar que poderia ser verdade. Hoje tenho certeza que 98% são, e quero saber se você está nos 2% que restam, pois eu estou.
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Aliás, quando fazemos coisas boas, a mídia também anuncia, muito embora não seja muito comum.

Confrontos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Creio que não entendeu direito a questão dos atritos. Não estou a sair a campo em busca de confusão com autoridades. É apenas jeito de dizer. Os atritos surgem na defesa dos interesses de meus clientes. Em geral são casos graves, com violações a direitos humanos, e os resultados ao final são bons na maioria das vezes. Consegui contornar dificuldades inúmeras, e resguardar na maioria dos casos o direito de meus clientes, mas não há como evitar o revanchismo. Na verdade, pelo tanto que faço e pelas modificações que já fiz acontecer os atritos são até pequenos. A questão é que no Brasil só advogado se ferrando é que dá ibope. Ninguém comenta quando um trabalho é bem feito, e bons resultados são alcançados.

Propósito

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Só gostaria de saber uma coisa, Dr. Consumidor, ou melhor, Dr. Inquisidor. Nessa investigação que está fazendo, qual será a providência a tomar no final? Se constatar os abusos que relato vai passar a me defender? Ou só busca mecanismos para ajudar as autoridade? Ainda não entendi o propósito.

Saia a campo em disputa com magistrados e membros do MP...

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Prefiro mesmo que as diligs. sejam cumpridas pelos dois correspondentes.
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Melhor assim.
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Disputa com magistrados e MP? Pintar, vc já pensou em ingressar no MMA ou UFC?rs. Leva um jeitão pra isso.
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Não estudei direito para disputar nada com ninguém e como disse algures, não existe área jurídica melhor ou pior. Existe a que gostamos, e no meu caso, são aquelas que não me obrigam a enterrar junto com os meus falecidos pais tudo de bom que eles me ensinaram.
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Contudo, cautela é sempre relevante quando se é inteligente e o almanaque das prerrogativas é muito bom quando orienta a levar testemunhas. No único problema que tive até hoje, com um promotor, ele se deu muito mal no proc. instaurado na corregedoria, onde testemunhas foram ouvidas e ele foi afastado do caso e advertido.
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Boa sorte em sua luta!

Diligências

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se quiser estudar alguns casos, não se torna necessário realizar diligência alguma. Eu mesmo lhe envio o material, bastando solicitar.

Estratégia

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Por outro lado, equivocasse em relação à questão da gravação. Na verdade, o Juiz Federal em questão (da gravação) está lá bem quietinho no canto dele, e eu estou no meu, e nenhum de nós quer saber de briga um com o outro. Ninguém quer se aprofundar nessa discussão, que a nós não interessa no momento.

Experiência

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Dr. Consumidor. Saia a campo em disputa com magistrados e membros do Ministério Público e verá que haverá só você e Deus (para quem acredita). Não existe essa história de colega, estagiário, OAB, ou nada disso (lenda de cartilha). Todos querem distância, e aqueles que eventualmente tiverem algum interesse intentam na verdade lhe trucidar, apoiando as autoridades. Você estará sozinho e ponto final.

RECOMENDAÇÃO

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Pois bem, mas disseram que o sr. não juntou a tal fita...
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Enfim, umas cartilhas da OAB, dessas que dão de brinde na frente dos Fóruns, recomendam nestes casos de perseguição (supondo ser verdade), sempre ir falar com juízes, promotores ou realizar audiências, acompanhado de outro colega ou, pelo menos, de um estagiário.
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Fica difícil se defender quando tudo está contra nós.
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O Estado tem o poder de investigar, de denunciar e de julgar, e nós, praticamente, apenas de postular. Lidamos, muitas vezes, com tudo contra, e o seu comportamento de apenas gravar (muito embora a gravação não fora apresentada), foi de extrema inexperiência.
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Pode deixar que vou analisar tudinho. Já contratei até duas diligs., uma em SP e outra em Brasília.
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Sds.

Princípios constitucionais

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

É por isso, Dr. Consumidor, que eu, o VITAE, e muitos outros juristas que estão face-a-face com o delito, todos os dias, ressaltamos tanto o valor dos princípios e garantias constitucionais. Se você analisar com cuidado o inquérito em questão, bem como a exceção de suspeição cuja decisão transcreveu, vai notar que a vítima ali sou eu. Essa minha condição de investigado, que já acabou, derivou na verdade do esforço que tenho feito nos últimos anos para resguardar o direito de meus clientes, em sua maioria pobres, doentes, e enfrentando dificuldades para prover o próprio sustento (não há criminosos ou acusados). O revanchismo dos Magistrados, e o pavor que sentem com minha atuação profissional, levou-os a em ato de verdadeiro desespero querer a todo custo criminalizar a advocacia, tentando conter minha atuação profissional. De nada adiantou, embora muitos e muitos tolos, fingindo que nada sabem, não se cansem de prolatar aos quatros ventos que o Advogado Marcos Alves Pintar é um delinquente perigoso investigado em inquérito policial, citando fora de seu devido contexto e de forma fragmentária, como o Dr. Consumidor fez, parte dos ataques promovidos pelos Magistrados.

O caso II

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

(continuação) Algum tempo depois foi realizada a audiência preliminar prevista na Lei dos Juizados Especiais, quando questionei o Ministério Público Federal pelo fato de não ter adotado qualquer providência em relação ao evidente ataque do Magistrado que deu início ao inquérito, e logo após o Procurador da República requereu o arquivamento do inquérito, deixando de oferecer a denúncia por constatar inexistência absoluta de qualquer delito. Por óbvio que o Juiz Federal Wilson Pereira Júnior não aceitou o pedido de arquivamento formulado pelo Ministério Público Federal, determinando o envio dos autos ao Procurador-Geral da República. Cerca de dois anos depois o feito retornou de Brasília, confirmando o parecer do Procurador da República, quando então o inquérito foi arquivado sem oferecimento da denúncia. Quanto ao Juiz Federal que deu origem ao inquérito foi formulada representação por abuso de autoridade e denunciação caluniosa, que atualmente se encontra em curso no Órgão Especial do TRF3, em vias de ser arquivado. Estudo no momento a possibilidade de formular denúncia em tribunal internacional. Não tenho trabalhado nesse caso nos últimos meses, mas salvo engano formulei representação em desfavor do Procurador da República que a pedido do Juiz Federal determinou a instauração do inquérito, que também deve ter sido arquivada.

O caso I

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

(continuação) Palestramos por quase quinze minutos, tratando de forma bastante cordial a respeito de várias questões, inclusive atritos entre advogados e magistrados. Em relação ao caso, o Juiz Federal alegou que havia analisado o inquérito e verificado que o Ministério Público Federal havia formulado pedido de realização de audiência para oferecimento de transação penal, quando o Magistrado me aconselhou a aceitá-la. Aleguei que não havia travado contato com os autos nos últimos meses, e que iria analisar com mais cuidado. Despedimos-nos, cordialmente, tendo em vista o adiantado da hora, deixando o Fórum com a carga dos autos do inquérito. Ocorre que sem que fosse intenção minha ou do Magistrado acabou surgindo uma hipótese de suspeição. O Juiz Federal acabou por me aconselhar, antes do recebimento da denúncia, fato que compromete sua atuação nos termos da Lei. Assim, peticionei nos autos lembrando o Juiz sobre o corrido, sem no entanto suscitar qualquer exceção de suspeição. Acreditava que ele mesmo se daria por suspeito, e devido à fragilidade da acusação era desnecessário gastar papel e tinta com o incidente. Fato é que o Juiz Federal passou a alegar outra versão sobre o ocorrido, que sequer me animo a transcrever aqui, instaurando DE OFÍCIO uma exceção de suspeição e determinando sua remessa ao Tribunal (exceção cuja decisão foi transcrita abaixo pelo Dr. Consumidor). Fato é que, ao trazer aos autos sua versão sobre os fatos, o Juiz Federal não se deu conta de verificar que todo o diálogo travado na sala de audiências HAVIA SIDO GRAVADO POR MIM. Bastou divulgar essa informação para que todos ficassem simplesmente enfurecidos, inclusive conforme se pode notar pela decisão proferida na exceção de suspeição instaurada de ofício.

O caso

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Melhor contar a história desde o começo. Um belo dia, um Juiz Federal da cidade criou uma fórmula mágica para resolver todos os seus problemas como magistrado: imputar falsamente ao único advogado que o contrariava em seus desvios uma infinidade de crimes, de modo a desmoralizá-lo publicamente, deixando o caminho livre para cometer toda espécie de abuso. Claro que para que a empreitada tivesse sucesso deveria contar com a ajuda de outros, mas parece que isso não foi dificuldade. Assim, o Juiz Federal passou a seguir o seguinte raciocínio: como o STF excluiu do Estatuto da Advocacia a expressão "desacato", posso imputar falsamente ao meu desafeto a prática desse crime toda vez que ele me contrariar, sem se falar em violação de prerrogativa. E assim foi, logo surgindo vários inquéritos me acusando de variados delitos que jamais existiram, a maior parte arquivados. Em um deles (e isso é motivo de piada até hoje) o Juiz Federal considerou que havia sido desacatado pelo fato de, supostamente, não ter sido utilizado o que chamou de "adequado pronome de tratamento" em petição escrita! Pois bem. No caso mencionado pelo Dr. Consumidor ocorreu assim. Após armado o inquérito, o feito foi encaminhado à Justiça Federal e visando travar contato com os autos solicitei por volta das 18:00 horas a carga dos autos. Após cerca de quinze minutos de espera fui atendido por um servidor que informou que o Juiz Federal Wilson Pereira Júnior gastaria de "ter uma palavrinha" comigo, convidando-me para se dirigir à salda de audiências da Vara Federal. Lá chegando aguardei por cerca de dez minutos até que compareceu o Magistrado, bastante simpático e demonstrando até mesmo alguma preocupação com o caso. (continua).

ACREDITO...

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

MAS NÃO VOU PESQUISAR SE É VERDADE. TENHO MAIS O QUE FAZER, MUITO EMBORA SEJA DELIRANTE MESMO, POIS CONSTA UM HC IMPETRADO POR VOSSA EXCELÊNCIA NO STF, COM DECISÃO E TUDO.
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JÁ QUE TUDO ISSO É DELÍRIO, ENTÃO ENTRE EM CONTATO COM ESSES BLOGS, EM FAVOR DA SUA IMAGEM.
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PELO GOOGLE ESSAS NOTÍCIAS NEGATIVAS APARECEM MAIS DO QUE A SUA MILITÂNCIA DE 500 PROCESSOS...rs.
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AH, NO SITE WWW.DELEGADOS.COM.BR TAMBÉM TEM A MESMA NOTÍCIA. EM OUTROS BLOGS DA MESMA FORMA.
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ENFIM, MUDEI DE IDEIA, VOU PESQUISAR A FUNDO...rs. TENHO CLIENTES EM SP QUE SEMPRE ESTÃO NO TRF3 E EM BRASÍLIA QUE VÃO DIARIAMENTE AO STF.
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FIQUEI CURIOSO.
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QUERO SABER SE REALMENTE ÉS UM PROFISSIONAL CORRETO.
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DE TODA SORTE, FELICIDADES EM SUA ILUSTRE MILITÂNCIA EM PROCESSOS E REPRESENTAÇÕES CONTRA AUTORIDADES.

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