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Justiça do Trabalho

Lavadeira consegue reaver R$ 25 em conciliação

Após audiência de conciliação, uma lavadeira do Maranhão conseguiu reaver R$ 25 devido a ela por uma dona de casa há quase um ano. O acordo, feito durante a Semana Nacional de Conciliação do Judiciário, foi homologado nesta quarta-feira (1º/12) pelo juiz Bruno de Carvalho Motejuras, titular da Vara do Trabalho de Estreito, no Maranhão.

A trabalhadora entrou com a reclamação trabalhista no dia 12 de novembro deste ano. Afirmou que, em dezembro de 2009, fora contratada duas vezes pela dona de casa como diarista "para lavar trouxas de roupas". O contrato firmado entre as duas estabeleceu o pagamento de R$ 15 por cada dia de trabalho, no entanto, a lavadeira recebeu apenas R$ 5 pelo serviço.

Para por fim ao conflito, a trabalhadora recorreu à Justiça do Trabalho. Em poucos minutos de audiência de conciliação, a disputa judicial foi finalizada. Para o juiz Bruno Motejunas, o caso demonstra que a Justiça não está preocupada com processos que envolvam expressivas somas, mas em reparar direitos lesados.

Ele também afirmou que a procura pela Vara do Trabalho de Estreito, que possui jurisdição em oito municípios do sul do Maranhão, revela que a sociedade sabe que o Judiciário Trabalhista resolve com rapidez os conflitos, sendo "espaço adequado para a defesa dos direitos assegurados pela legislação". Com informações da Assessoria de Imprensa Tribunal do Trabalho da 16ª Região.

Revista Consultor Jurídico, 3 de dezembro de 2010, 9h07

Comentários de leitores

1 comentário

PECADO QUE BRADA AOS CÉUS POR VINGANÇA!

Richard Smith (Consultor)

COM RAPIDEZ?!!! Quanto cinismo!
Não fosse a tal "Semana de Conciliação" e o provável saco-cheio da "madame", a pobre coitada ainda estaria a ver navios!
Depois, a vadia não tinha R$ 25,00 na carteira para pagar o combinado a uma pessoa humílima, depois de ter-se usado de seus serviços por DOIS dias (como vale pouco a pessoa humana e o seu trabalho na terra do clã que devasta o maranhão há já 45 anos, hein?!)?!
A Doutrina da Igreja considera como um dos três pecados que "bradam ao Céu por vingança", o não pagamento do JUSTO salário a quem trabalha!

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