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Investigação obstruída

Polícia prende filha de ex-ministro assassinado

A polícia prendeu nesta terça-feira (17/8) Adriana Villela, filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela, morto a facadas em agosto de 2009. Além dela, mais quatro pessoas suspeitas de obstruírem as investigações também estão detidas. O ex-ministro, sua mulher e a empregada foram encontrados mortos no apartamento da família, em Brasília. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.

Estão presos a ex-empregada Guiomar Barbosa da Cunha, a vidente Rosa Maria Jaques, o marido dela João de Oliveira, e o agente de polícia José Augusto Alves, braço direito da primeira delegada que investigou o caso.

A polícia alega que uma prova foi “plantada” para incriminar dois suspeitos do assassinato. Esse elemento embasou o pedido de prisão, conforme informou o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. A chave do apartamento do ex-ministro teria sido encontrada com os suspeitos. De acordo com a perícia, a chave era a mesma recolhida pela polícia. Assim, não poderia ter sido levada pelos criminosos após o triplo homicídio.

A delegada Martha Vargas foi afastada do caso e a polícia suspeita que os presos pretendiam atrapalhar as investigações.

Na ocasião do crime, a delegada declarou que "todos levaram facadas. Dois corpos estavam entre o corredor de serviço, que dá acesso à cozinha da residência. O outro, da proprietária do imóvel, estava vindo dos quartos em direção ao hall entrada do apartamento".

Villela advogou para o ex-presidente Fernando Collor durante o processo de impeachment, em 1992. Além de atuar junto aos tribunais superiores, possuía um escritório de advocacia.

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2010, 13h55

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