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Os destaque na ConJur desta semana

Um dos principais destaques da ConJur desta semana foi a entrevista do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso. Para ele, a litigiosidade é um vício que prende a mentalidade tanto da sociedade quanto dos magistrados. De acordo com o ministro, até a economia foi entorpecida, uma vez que muitos estudantes de Direito vêm no litígio uma forma de ganhar dinheiro, movimentando uma verdadeira fábrica de advogados. "A única cura para a dependência é a adoção de métodos alternativos de solução de conflitos. Sim, o acordo pacífico sem solução judicial corta o mal pela raiz, porque não resolve apenas a demanda, mas também desestimula novos conflitos", disse Cezar Peluso. (Clique aqui para ler)

Licença médica
As notícias sobre o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, foram o destaque da ConJur nesta semana. Os ministros do Supremo Tribunal Federal disseram que esperam uma definição sobre a situação de Barbosa, que está em licença médica desde abril. A recente reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, com fotos em que o ministro aparece em um bar em Brasília, causou mal estar na Corte. Mas a renovação da licença médica não é o principal problema do ministro no tribunal. Seu afastamento apenas fez aflorar um latente desconforto interno. (Clique aqui para ler) 


"Não choca"
Também foi destaque na ConJur o comentário do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, sobre as notícias publicadas a respeito de Joaquim Barbosa. Sobre a notícia de que o colega estava em um bar de Brasília, Peluso disse: "Eu nunca fico chocado com nada". E, depois, não quis mais falar com os repórteres sobre o assunto. "Aqui viemos falar sobre conciliação". (Clique aqui para ler)


Dia do Advogado
A notícia sobre o perfil da advocacia no futuro também mereceu destaque na ConJur esta semana. Os entrevistados disseram que a tendência é o advogado priorizar cada vez mais a conciliação e também adotar um perfil mais voltado ao mercado, além de desenvolver outras habilidades que ultrapassem a barreira do conhecimento jurídico. Todos os entrevistados concordaram que o profissional do futuro terá de entender cada vez mais de negócios. (Clique aqui para ler) 

AS MAIS LIDAS
A medição do Google Analytics aponta que, durante a semana, a ConJur recebeu 268,6 mil visitas. O dia mais acessado foi a terça-feira (10/7), com 55 mil visitas. O texto mais lido, com 7,8 mil acessos, foi sobre a nova Lei do Divórcio, que extinguiu os prazos para que o casal se divorcie. A principal discussão sobre a mudança, que na prática só extinguiu os prazos, é em relação à aplicabilidade e entendimentos sobre os processos que já estão em andamento e em algumas situações específicas. (Clique aqui para ler)

A segunda mais lida foi sobre o ministro Cezar Peluso ter dito que o período em que Joaquim Barbosa ficará de licença é por conta de “um problema médico" e não dele. Peluso evitou polemizar sobre o novo pedido de licença feito pelo colega para cuidar de um problema na coluna. (Clique aqui para ler)

AS 10 MAIS LIDAS
Nova Lei do Divórcio acaba com a separação judicial
“Nada me choca”, diz Peluso sobre Joaquim Barbosa
"Meu julgamento foi uma farsa de cumprimento da lei"
Joaquim Barbosa vai a festa e a bar em Brasília
JB diz que só retorna ao STF quando estiver curado
Juiz censura parágrafo de artigo publicado na ConJur
Novo CPC não vai funcionar sem digitalização
Ministros esperam definição sobre saúde de JB
Barbosa diz que repudia "fabricantes de escândalos"
Judiciário está dividido quanto ao ponto eletrônico
 

ARTIGO DA SEMANA
O destaque da semana é o artigo do ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Medina, sobre o fato de ter sido acusado “do crime mais grave imputado ao juiz: corrupção passiva e prevaricação”. Ele diz que nunca praticou nenhum ato de corrupção em toda a sua vida e abomina os que se corrompem, os subservientes e os pusilânimes. De acordo com ele, diante da imposição de sua aposentadoria compulsória, “cumpre-me reagir, tomado de indignação à decisão do colegiado”. (Clique aqui para ler)

COMENTÁRIO DA SEMANA
LEGAL SIM, MAS É JUSTA?

"Não se discute a legalidade das licenças do ministro Joaquim Barbosa, nem precisa argumentar que a documentação respectiva está no STF; o que a comunidade jurídica discute é se são justas. Pela frequência com que são solicitadas (e concedidas), e a duração das mesmas, a cura médica de Barbosa é no mínimo duvidosa. De qualquer forma, durante suas licenças, está causando enormes transtornos aos jurisdicionados, pela excessiva demora na prestação jurisdicional. Sua Excelência deveria ter a humildade de aposentar-se, abrindo vaga para outro com a saúde mais compatível com o fardo." Jethro Silva Junior sobre o novo pedido de licença do ministro Joaquim Barbosa.

 


 

Revista Consultor Jurídico, 14 de agosto de 2010, 8h37

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