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Comentários de leitores

20 comentários

MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

Joel Geraldo Coimbra (Advogado Autônomo)

O Ministro Joaquim Barbosa merece respeito, mas precisa respeitar o jurisdicionado e a constituição. Como? Trabalhando.

Licença do Min. Joaquim

Habib Tamer Badião (Professor Universitário)

No fundo toda a celeuma que envolve a licença do Ministro Joaquim Barbosa vem da doutrina caolha imposta a nossa Suprema Corte quando se efetiva a escolha de um novo membro: a ingerência politica do governo numa questão de Estado. Ministro é ministro e nunca deveria passar pelo crivo político, onde a "arte de mentir é voga" segundo o filosofo Socrates. Como pode alguem que prima pela verdade nascer de um berço onde a mentira é sua principal arte! Política não combina com a Justiça! Óleo não se mistura com água!

Exemplo

Observador.. (Economista)

Muitos aqui prestam solidariedade ao Ministro.Mas ninguem comenta sobre o exemplo que determinados cargos nos impõe a dar.
Será que queremos uma sociedade do "sou o que sou, faço o que faço e pronto, ponto?!"
Nao ficou bem o Ministro se divertindo enquanto existem tantos processos parados em sua mesa.

MÍDIA E SUA TEMPESTADE DE AREIA EM ALTO MAR

Marcos de Moraes (Advogado Autônomo - Criminal)

Sensacionalismo barato é useiro e vezeiro na mídia. Um jornaleco planta e todos os demais correm para aproveitar o momento de curiosidade para fazer sua reportagem sobre o assunto. Ao que parece o ministro agora estaria sendo mais uma das tantas vítimas, pior, até o STF se curva a condição de ter de responder a estas tolices.

A Quem interessa detratar um Ministro do STF?

wagner-cam (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Interessante que ninguém duvida que o Ministro Joaquim Barbosa realmente tenha fortíssimas dores nas costas, nem se questiona sua honestidade, nem sua correção de procedimento...Se questiona o fato de encontrar-se em um momento de lazer com alguns amigos, como se uma pessoa de licença tivesse de ficar reclusa em casa, sem vida social!! Que inversão ridícula de valores esta, a quem será que serve este tipo de sensacionalismo?? O lazer também é um direito constitucional e não é vedado que alguém em tratamento tenha um momento de divertimento! Será o famoso "estado policialesco" que tanto brada o Ministro Gilmar Mendes??....cuidado Ministro Joaquim Barbosa, sua coragem e postura honesta e sem privilégios a quem quer que seja INCOMODAM MUITA GENTE, quem sabe até pessoas próximas estão servindo de "fontes" para alguns jornalistas...

Minha solidariedade!

Neli (Procurador do Município)

Solidarizo-me com o Ministro Joaquim Barbosa.
É uma invasão de privacidade,um acinte e um absurdo o que todos estão fazendo.
O servidor público( ministro o é!) em licença médica não morreu,por isso pode almoçar,jantar,ir à festas e até respirar.
O que o servidor público em licença médica não pode é exercer atividade remunerada(inclusive lecionar) e fazer atividades que possam agravar a doença objeto de licença.
Ao ministro externo a minha solidariedade.
O servidor público(ou o segurado previdenciário) em licença médica pode respirar e não morreu,portanto.
É fácil atirar pedradas...

E a nossa dor ?

JA Advogado (Advogado Autônomo)

Ministro Joaquim: está ficando notório que o sr. tem incontida saudade do Rio de Janeiro e que anda aborrecido com o trabalho e com os atritos com alguns colegas de tribunal. O problema, Ministro, é que nós cidadãos e contribuintes estamos ficando com dor de cabeça dessa história sem fim, que vai acabar em dor na coluna também. Decida ministro. Ou opera essa coluna, como tantos fazem (eu inclusive), ou volta a trabalhar, ou deixa o Tribunal. O sr. nos transmite a impressão de que está cansado do STF. Decida ministro Joaquim. Muitos contribuintes que os juízes chamam de sonegadores estão presos ou cumprindo penas alternativas por ordem de V.Excia. e de tantos outros juízes. Então nós, que pagamos a conta COMPULSORIAMENTE, não estamos satisfeitos com esse impasse. Isso nos custa muito caro - a dor é imensa.

AI MEU DEUS...

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Só expus a minha opinião sobre o assunto e não pretendi agredir o consultor, mas, desse modo, não me torno membro de caterva, de súcia ou de matula por argumento de um papalvo.

Disse e repito

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

...a depender de alguma dor nas minhas costas, alguma doença crônica na minha coluna, dos médicos peritos da Previdência Social, ou Privada....bem,se fosse comigo, humilde advogado criminal, na lide diária...morreria de fome....enfim, ainda me orgulho se Ser um Normal, nobre mortal...trabalhador brasileiro...Viva a República ! Viva !!!!
Otávio Augusto Rossi Vieira, 43
Advogado Criminal em São Paulo.

A "caterva" parasitária do "far niente" , insiste .....

A.G. Moreira (Consultor)

..... em PROVOCAR o cidadão que lhe paga, COMPULSORIAMENTE, apesar de nada fazerem ! ! !
.
A "CATEGORIA" defende a sua "privilegiada classe" ! ! !
.
"Leviandade", EXECRÁVEL, é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !
.
Vivem numa "mamata" "ad aeternum" e ainda se acham no direito de nos "GOZAR" e nos dar "SERMÕES" ! ! !

A "caterva" parasitária do "far niente" , insiste .....

A.G. Moreira (Consultor)

..... em PROVOCAR o cidadão que lhe paga, COMPULSORIAMENTGE, apesar de nada fazerem ! ! !
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A "CATEGORIA" defende a sua "privilegiada classe" ! ! !
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"Leviandade", EXECRÁVEL, é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !
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Vivem numa "mamata" "ad aeternum" e ainda se acham no direito de nos "GOZAR" e nos dar "SERMÕES" ! ! !

A "caterva" parasitária do "far niente" , insite .....

A.G. Moreira (Consultor)

..... em PROVOCAR o cidadão que lhe paga, COMPULSORIAMENTGE, apesar de nada fazerem ! ! !
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A "CATEGORIA" defende a sua "privilegiada classe" ! ! !
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"Leviandade", EXECRÁVEL, é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !
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Vivem numa "mamata" "ad aeternum" e ainda se acham no direito de nos "GOZAR" e dar "SERMÕES" ! ! !
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ESTÁ NERVOSO, CONSULTOR???

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

"Consultor" está furibundo e irritado. A ideia não era agredi-lo, mas explicitar argumentos válidos e não afirmativas apodíctivas. Quem não tem argumentos fica assim espolinhando entre frases. kkk

A "categoria" ataca para defender o seu "status quo" ! ! !

A.G. Moreira (Consultor)

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A "CATEGORIA" defende a sua "privilegiada classe" ! ! !
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"Leviandade", EXECRÁVEL, é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !
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Vivem numa "mamata" "ad aeternum" e ainda se acham no direito de nos dar "SERMÕES" ! ! !

A "categoria" ataca para defender o seu "status quo" ! ! !

A.G. Moreira (Consultor)

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A "CATEGORIA" defende a sua "privilegiada classe" ! ! !
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"Leviandade", EXECRÁVEL, é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !
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Vivem numa "mamata" "ad aeternum" e ainda se acham no direto de nos dar SERMÕES ! ! !
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NOVOS RAMERRÕES

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Não estou a defender os meus, mas a ser justo. Quantas vezes o "concultor" necessitou de ser contemplado por um "auxílio-doença", previdenciário ou acidentário?! Se ainda não, talvez um dia careça do benefício. Em todo caso, eu também custearei o seu afastamento, graças à contingência de saúde. Quantos beneficiários, por este País em fora, estão a usufruir benefícios de risco e a comparecer a um "barzinho" de fim de semana?! Quantos?! Nenhum?! Será que nenhum deles vai a uma festinha ou a uma "happy-hour", mesmo auferindo um benefício de risco?! Nenhum?! Será?! A diferença está em que Joaquim Barbosa integra a Suprema Corte brasileira e teve o azar de ter sido visto em uma festa e em um bar. Só. Quanta gente com "telhado de vidro"!!! O que o impede, pois, de tomar uma cerveja, um uísque, um conhaque em casa, à distância da indiscrição sensacionalista de alguns?! O problema, em verdade, deveu-se à publicidade da coisa, fato a não demonstrar nenhum receio do Ministro e a sinalizar boa-fé. Não se fez o mesmo com Lula, de quem até hoje o "Casseta-e-Planeta" faz piada?! Como disse, em tom jocoso, o comentarista anterior, por que o estardalhaço. Um coisa era ter-se visto o Ministro trôpego por aí, a cambalear. Outra - bem distinta - foi ter-se visto o Ministro conversando ou mesmo bebericando em um bar do Mercado Municipal. Onde está o problema?! A licença médica?! Isto autoriza o sumo desrespeito de chamá-lo VADIO ou VAGABUNDO como alguns escreveram por aí?! O problema, em suma, está sendo desviado para questões periféricas, pois tudo se resume ao trabalho possivelmente acumulado no Gabinete. Nada de "bar" ou de "festa". Alguns chegam a ter olhos de "raios X" (Advogado-Becquerel) a ponto de não ENXERGAR as dores crônicas do Ministro... Tenha-se dó!!!

Tempestade em copo d'água

olhovivo (Outros)

É verdade. Pensando bem, por que tanto estardalhaço por alguém tomar umas enquanto está de licença médica? Afinal, ninguém é de ferro!

A "categoria" defende os seus ! ! !

A.G. Moreira (Consultor)

"leviandade" é funcionário público receber do "povo", "polpudos" salários, para não fazer nada ! ! !

MAIS UMA VEZ OS RAMERRÕES E OS LUGARES-COMUNS

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

Quando se presenciou o Presidente da República em momentos privados a bebericar "cachaça", gerou-se uma imensa balbúrdia, havendo-se, pois, achincalhado a mais não poder o Mandatário do Brasil. Vale recordar que embates entre ministros sempre ocorreram e sempre ocorrerão, ainda que, por vezes, o conflito extrapole os lindes da urbanidade. Depois da TV JUSTIÇA, a qual, sem dúvida, representa grande avanço social e político, os debates mais acalorados passaram a ser observados e apreciados por muita gente que não desconfiava sequer de como funcionava uma Suprema Corte. Ante de reforçar argumentos com alusões a conflitos internos entre JB e pares, não se podem ignorar os também acalorados debates, a que assistimos e continuaremos a assistir, entre outros ministros do STF. Celso de Mello e Cézar Peluso (degravação de fitas da PF), Marco Aurélio e Cézar Peluso (contribuição dos aposentados e pensionistas de Regimes Próprios), Carlos Britto e Marco Aurélio (ADIN sobre a Reserva Indígena Raposa-Serra-do-Sol), Carlos Britto e Nélson Jobim (HC de Siegfried Ellwanger Cástan acerca do conceito de "racismo"), Sepúlveda Pertence e Marco Aurélio (teses jurídicas díspares), Carlos Velloso e Sepúlveda Pertence (em razão de um "chiste" do último) etc, todos eles já debateram fortemente. Lembro-me de que, ainda novel, o Ministro Carlos Britto acabou até maltratado por Jobim, a ponto de o primeiro apontar uma certa "ignorância" do último. Então, trata-se de coisa ramerraneira quando se explora um fato, perfeitamente contornável, a ponto de colocar-se a "opinião pública" ou tentar-se colocá-la em desfavor de uma pessoa. Isto só demonstra o fato de se valorizarem no Brasil algumas aparências que somente servem a desfocar verdadeiros problemas. É como penso.

A UM PASSO DA LEVIANDADE

VITAE-SPECTRUM (Funcionário público)

A celeuma tem sido levada às últimas consequências jornalísticas, mediante indevida exploração de um questão particular, embora, evidentemente, o afastamento implique reais problemas no Gabinete. Por que razão se noticiou a presença do Ministro em BARES e em FESTAS, quando ele esteve em UMA FESTA e em UM BAR?! Só a maneira de trazer à baila as ocorrências tem si uma intenção perversa. Aliás, a sociedade brasileira habituou-se aos paradoxos de opinião, impondo aos outros regramentos a que, não raro, ela própria se há furtado. Houve quem abordasse incompatibilidade ntre remédio e álcool, como se alguém daqui e de algures houvesse flagrado bêbado o Ministro Joaquim Barbosa. Não há, nas fotografias, nenhum indício de que o Ministro estivesse às voltas com a embriaguez. Não se viu, nas tão propaladas fotografias, um só momento em que o Ministro estivesse escorropichando um copo de cerveja. Mesmo as declarações do Presidente da OAB não primaram o equilíbrio necessário ao exame do problema, uma vez que insinuaram, de pronto, "má-fé", "desprestígio" e "simulação". Ademais, pelo Regimento do STF, todas as licenças de até 120 dias são concedidas ao Ministro pelo Presidente da Casa, não se podendo, assim, impor o argumento da fraude a ninguém, de modo tão leviano. A palavra é esta: LEVIANDADE. As infirmações da licença médica levam à imediata conclusão de que os atestados e laudos foram concedidos graciosamente, o que, enfim, demanda uma premissa absurda. No Brasil, há de ter-se cuidado, ante quem quer que seja, cidadão comum, dignitários e autoridades, na divulgação de notícias e de "juízos de valor" que não tenham lastro real e que não passem de apreensão de coisas aparentes. Não vi o núcleo de tantos problemas na presença dele em bar e em festa.

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