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Comentários de leitores

5 comentários

CAFÉ FRIO DOS MOMENTOS FINAIS

themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)

Como dizem por ai, nesses finaizinhos de mandato é que os cafezinhos passam a ser servidos frios, algo que ocorre bienalmente.

arrependimento

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

O arrependimento do Min. Gilmar Mendes deveria existir, sim.
O Supremo é um órgão colegiado, e o ilustre Ministro tentou administrar monocraticamente decisões de suma importancia.
O brocardo "juiz fala nos autos" vem tambem da necessidade de se aplicar a decisão colegiada aos temas propostos ao Supremo.
É uma verdadeira aula de desmonte do Supremo a maneira individualista que o Ilustre Ministro sempre impôs, durante seu mandato. Se cada Presidente do Supremo resolver impor sua visão individual às questões juridicas, politicas, sociais, o órgao maximo da Justiça passa a ser uma fonte de insegurança jurídica.A competencia e conhecimento do Direito Constitucional que o Ministro sem dúvida tem, não significa que seus pontos de vista sejam prevalentes necessáriamente. O colegiado do Supremo foi deixado de lado, muitas vezes, ao expressar opiniões pessoais. É um erro a pedir arrependimento.

Parabéns

Contestador (Estudante de Direito)

Magistrado tem produzir decisoes dentro da lei e nao manchetes de jornal.
Parabens Gilmar Mendes por decisoes judiciais e administrativas para obedecer a lei e nao agradar "as vozes da rua"

Gestão competente que tem lugar certo na história do STF

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

A história do STF certamente já possui assento marcado para a gestão do Ministro Gilmar Mendes. Nunca a Justiça brasileira experimentou tantos avanços.
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A Nação deve regozijar-se de ter um gigante como o Ministro Gilmar Mendes no STF.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado - mestre e doutorando em Direito pela USP -
sergioniemyer@adv.oabsp.org.br

Há um arrependimento sim

Ricardo Cubas (Advogado Autônomo - Administrativa)

Ministro Gilmar, a demora em colocar em pauta o processo de intervenção federal no DF é uma atitude de grandiosa equivocidade.
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O DF, há muito, já não se governa. Todas as obras estão praticamente paralisadas. O caos na saúde é visível. A dengue toma conta. A corrupção, tanto no executivo, como no legislativo local, é uma vergonha atrás da outra.
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E o processo de intervenção, que poderia ter estancado tudo isso, foi deixado a passos de tartaruga. Aliás, não fosse a troca da presidência do STF, continuaria lá, sem previsão de pauta.
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É muito triste quando qualquer ser humano olha pra trás e afirma que não se arrepende de nada. Alguma coisa está errada, por uma razão muito simples. Seres humanos nunca foram, nunca são e nunca serão infalíveis.

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