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Comentários de leitores

10 comentários

Vovó surtou

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Ela se comporta e conduz como se o menino fosse propriedade dela. Não existe direito de avó mas de pai e mãe e agora sob as leis norte americana.
A justiça norte americana com certeza teve acesso aos autos inclusive da guarda cincedida ao pseudo padrasto sócio afetivo e dev ter concluido que somos uma ñação de malucos onde a justiça é dominada e destinada a alguns faltando a constitucional isonomia e impessoalidade.
Caso encerrado. Vovó deu sorte de não ter sido presa nos USA por cumplicidade no sequestro do menino. Pimenta no dos outros é refresco.
A entrevista com o pai foi acompanhada por um psicólogo indicado pelo juiz que deve ter notado o desequilibrio emocional dela.
Pior vai ser o dia em que o menino entender o que ela fez. Ele é judeu.

Esperar sentado é o melhor remedio....

RBS (Advogado Autônomo)

É bem por ai mesmo...o pai deixa o filho viajar com a mãe para um país estranho ao dele, a mãe não volta, ele fica anos gastando seu dinheiro, a mãe morre, a avó se sente mãe e também não devolve o filho, ele entra na Justiça para tudo que é lado e demora anos para conseguir algo que é logico e legal (com tratados internacionais) e ele só quer saber da propriedade...
Não há registros de agressões e maus tratos e sim carinho e amor...Aqui no Brail tanto pai mata seu filho, joga literalmente no lixo...acho que as pessoas aqui não estão acostumadas com pais carinhoso na midia...O que mais precisa para um pai igual ao do garoto para ser PAI ? Somente ter o filho para dar carinho e atenção...
Aliás...quem fez o filho ? Ah tá...acho que tem gente que esqueceu disso...Ou é normal você fazer filhos para parentes da mãe ficar com ele sem seu consentimento ?
Absurdo...Algumas pessoa querem meter o pau nos EUA e não sabem como...tentar dar uma de nacionalista em casos como este...
Procurem forum sobre perigos nos brinquedos da Disney, sobre a pessima qualidade musical da música americana atual (em relação aos grandes momentos dos anos 80), sobre o muro do Texas (para ficar dizendo que é desumano tratar ilegais como ilegais), etc.
Agora...negar o pai de ter o direito de ter seu filho...caso encerrado...Se a mãe não tivesse fugido com a criança (primeiro erro) hoje a criança estaria passando um tempo em cada país...Mas...a mãe errou...a avó continuou errando (ela poderia ter mudado a hitoria)...Agora aguenta...Vai demorar para a criança ver a avó...

E só pra lembrar:

Advogado Santista 31 (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Quando ele insistia que devolvessem o menino, para ele é como se o carro, a casa ou a carteira dele tivessem sidos tomados. Ou seja: Sean não é só seu filho, É SUA PROPRIEDADE.

Nos U.S.A não existe Direitos do Menor.

Advogado Santista 31 (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Senão, jamais veriamos menores de 8 anos de idade serem sentenciados a prisão perpétua como é praxe por lá. Menor não é visto como cidadão sujeito a direitos, pois não é maior e só pode ser considerado cidadão quem tiver mais de 18 e possuir o famigerado Social Security ID. Do contrário, não é e não possui direitos. É mera coisa: apenas um semovente, como qualquer animal. Exceto que quando se trata de obrigações, a história é outra. Mas direitos? N-U-N-C-A. Lá, o pai é que sabe o que é melhor pro filho, nunca o filho sabe o que é melhor pra sí mesmo, exceto se o filho obter emancipação com o consentimento de um tutor e for provado que o pai não atua de forma a resguardar a integridade fisica da "coisa": não alimentá-lo, não educá-lo, não abrigá-lo, não amá-lo, casos em que não ocorre ao pobre menino. Infelizmente. Pois quando um pai diz que ama o filho e ainda fica babando por ele, como se ainda visse uma criança de 4 anos de idade quando ele já envelheceu, eu desconfio e me preocupo com o tipo de amor que é esse demonstrado pelo pai.

É ruim hein!!!

Cleber (Advogado Autônomo)

Dá até pra imaginar a justiça americana determinando que um cidadão americano, como é Sean, seja mandado de volta ao Brasil por uma decisão judicial brasileira. Esses avós querem tanto que Sean seja ouvido justamente porque o vitimaram mediante uma alienação parental tamanha contra seu pai biológico, que somente após um convívio saudável acompanhado por psicólogos poderá reverter tal quadro. Felizmente, acredito que ainda há tempo de se reverter tal absurdo. A família materna deveria dar tempo ao tempo, e ter ao menos ciência de que chumbo trocado não dói...

Pois é

Caio T. (Serventuário)

Nada como um dia após o outro.

Pois é

Caio T. (Serventuário)

Nada como um dia após o outro.

Agressão aos direitos da criança?

Mauricio_ (Outros)

Quando o PAI (não um parente em 2º grau, como os avós maternos) ficou impedido de conviver e até mesmo de visitar o seu filho, isso não era uma agressão aos direitos da criança? Ou mesmo quando os avós paternos também permaneceram impedidos de conviver com seu neto, isso também não era uma agressão aos direitos da criança?
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Ora, apenas quando a avó passou a ocupar a incômoda posição em que o pai e os avós paternos do menino ocuparam durante anos, foi que ele se deu conta que a criança tem o direito de conviver com todos os seus familiares?
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É isso ou é como diz o dito popular: "faça o que digo mas não faça o que eu faço."

Hipocrisia

acsgomes (Outros)

Quando a mãe do Sean fugiu para o Brasil e a justiça de Nova Jersei determinou a volta dela com a criança para definir a guarda ela simplesmente ignorou a ordem e permaneceu no Brasil. Como agora, na hipótese da justiça brasileira ordenar o retorno do Sean para ser ouvido, eles pretendem que seja obedecida? Num caso vale e no outro não?

Agora, não concordam?

Robespierre (Outros)

Como é duro provar do mesmo veneno, não?

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