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OAB-DF e MP combatem mau uso da arbitragem

Comentários de leitores

9 comentários

DIGO-TE COMO

Joaca (Consultor)

Bem, a coisa mais simples pra mim é ser Madiador-Arbitro,nós nunca julgamos nada.As parte por interesses pessoais contratam seus Mediadores-Arbitros para que lhes tirem dúvidas a respeito das questões discutidas.
Aqui em PE,eu já fui denunciado a Policia Federal por uma mediação individual Trabalhista pela DRT-PE.Ora,depois de examinada a ata de Mediação a DRT-PE,homologou o feito e o suscitante recebeu todas as parcelas do Seguro Desemprego bem como os depositos do FGTS,semdo eu Mediador credenciado na propria DRT-PE,através de ato declaratório públicado no DOU,dá pra entender? A denuncia foi arquivada.Tem muita gente procurando algo para denunciar Mediadores e Arbitros,cuidado!

pura reserva de mercado

daniel (Outros - Administrativa)

pura reserva de mercado
a única preocupaçao dos bacharéis em direito é com a sua reserva de mercado, náo estáo preocupados com o cidadáo. O problema é que a arbitragem está crescendo e ameaça o monopólio dos bacharéis em direito.
kkkkkkkkkkkkkkkkk

ARBITRAGEM é meio SÉRIO e ALTERNATIVO de SOLUÇÃO

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Verdade seja dita: há abusos e muitos!
Entidades de toda a ordem e à toda hora estão sendo organizadas para "fazer arbitragem".
Mas, no Brasil, as ignorâncias campeiam.
Há os que ignoram, porque simplesmente não se informam; há os que ignoram, porque não lhes convem informar-se; há os que ignoram, porque leram e não compreenderam; e há os que NÃO IGNORAM, mas têm má-fé, organizando-se para iludir os incautos, isto é, aqueles que não são cautelosos!
E a falta de cautela é grassante. Grassa entre os que acham que os Advogados estão dispensados, com a arbitragem, não se dando conta de que são os Advogados os profissionais que, em tese, se qualificaram para a esgrima verbal e intelectual; grassa entre os profissionais que invejam os Advogados, por se terem qualificado para a solução dos litígios.
Mas a verdade é que neste mundo de "vivos", ainda mais em se tratando de Brasília, talvez pela proximidade com o Poder, os incautos, os descuidados, os imprudentes, não por que lhes falte informação, mas porque lhes falta FORMAÇÃO, a questão é que proliferam as ENTIDADES OPORTUNISTAS.
São profissionais de toda ordem se vestindo da "toga" vermelha NÃO da SERIEDADE e da MAJESTADE para DISTRIBUIÇÃO da JUSTIÇA, mas vermelha do sangue tomado, extraído dos incautos, que se deixam seduzir pelas promessas de soluções em que os mais simples princípios do contraditório e de exercício do direito de defesa, não extenso, imenso e imensurável, como no Processo Civil, mas OBJETIVO e PRODUTIVO, como deveria ser na ARBITRAGEM, desaparecem!
Daí, somem os DIREITOS, somem os "soit disant" "juizes" e pulveriza-se ua ALTERNATIVA LEGÍTIMA e VITORIOSA para a SOLUÇÃO de LITÍGIOS que o JÚDICIÁRIO, paquidermal, custoso e faustoso NÃO MAIS PROPORCIONA.
É uma pena que assim seja!

lEI VOLÁTIL E GASOSA

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Onde se lê " sem a necessidade", no final do texto, leia-se " sem a necessidade de advogado". Obrigado

lEI VOLÁTIL E GASOSA

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Onde se lê " sem a necessidade", no final do texto, leia-se " sem a necessidade de advogado". Obrigado

LEI VOLÁTIL E GASOSA

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Dr Guilherme Fernandes Neto,
Participei do Seminário e comungo em gênero número e grau com o seu posicionamento a respeito da arbitragem no Brasil. A lei é vaga, lacunosa, não operacional e em suas brechas a incrível "criatividade" do brasileiro já criou um " Judiciário 2". Estão usando vestes talares, utilizando a terminologia do CPC, se intitulando de Juizes, PROFISSIONALIZANDO o que não era para ser. "Tribunais" já existem e só está faltando o Conselho Nacional de Justiça Arbitral- CNJA.
Não vejo como palpável o deslanchar no seio da sociedade brasileira, especialmente na massa, desse Instituto O brasileiro é muito formalista, patrimonialista, desconfiado e gosta de uma certa burocracia e solenidade com relação ao trato seus bens e direitos disponíveis. Creio que deveríamos ter o Juizado Especial Arbitral que seria exitoso como os seus congêneres, com alçada de maior valor para demandas sem a necessidade ( quiçá 100 salários mínimos). Nesse Juizado o Conciliador seria o Árbitro.

LEI VOLÁTIL E GASOSA

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Dr Guilherme Fernandes Neto,
Participei do Seminário e comungo em gênero número e grau com o seu posicionamento a respeito da arbitragem no Brasil. A lei é vaga, lacunosa, não operacional e em suas brechas a incrível "criatividade" do brasileiro já criou um " Judiciário 2". Estão usando vestes talares, utilizando a terminologia do CPC, se intitulando de Juizes, PROFISSIONALIZANDO o que não era para ser. "Tribunais" já existem e só está faltando o Conselho Nacional de Justiça Arbitral- CNJA.
Não vejo como palpável o deslanchar no seio da sociedade brasileira, especialmente na massa, desse Instituto O brasileiro é muito formalista, patrimonialista, desconfiado e gosta de uma certa burocracia e solenidade com relação ao trato seus bens e direitos disponíveis. Creio que deveríamos ter o Juizado Especial Arbitral que seria exitoso como os seus congêneres, com alçada de maior valor para demandas sem a necessidade ( quiçá 100 salários mínimos). Nesse Juizado o Conciliador seria o Árbitro.

LEI VOLÁTIL E GASOSA

Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)

Dr Guilherme Fernandes Neto,
Participei do Seminário e comungo em gênero número e grau com o seu posicionamento a respeito da arbitragem no Brasil. A lei é vaga, lacunosa, não operacional e em suas brechas a incrível "criatividade" do brasileiro já criou um " Judiciário 2". Estão usando vestes talares, utilizando a terminologia do CPC, se intitulando de Juizes, PROFISSIONALIZANDO o que não era para ser. "Tribunais" já existem e só está faltando o Conselho Nacional de Justiça Arbitral- CNJA.
Não vejo como palpável o deslanchar no seio da sociedade brasileira, especialmente na massa, desse Instituto O brasileiro é muito formalista, patrimonialista, desconfiado e gosta de uma certa burocracia e solenidade com relação ao trato seus bens e direitos disponíveis. Creio que deveríamos ter o Juizado Especial Arbitral que seria exitoso como os seus congêneres, com alçada de maior valor para demandas sem a necessidade ( quiçá 100 salários mínimos). Nesse Juizado o Conciliador seria o Árbitro.

pura reserva de mercado

daniel (Outros - Administrativa)

a única preocupaçao dos bacharéis em direito é com a sua reserva de mercado, náo estáo preocupados com o cidadáo. O problema é que a arbitragem está crescendo e ameaça o monopólio dos bacharéis em direito.
kkkkkkkkkkkkkkkkk

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