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Advogados e doutores

O doutor acadêmico é diferente do doutor profissional

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35 comentários

PARA ADVOGADA DEBORAH MS E SEU ÍDOLO PROCURADOR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Advogada Deborah, não perca tempo em me entender. Isso não é atributo seu e a minha esposa cuida disso, ok? Aliás, ela não gostou da senhora ficar tentando me entender...; Tente se entender ao defender com unhas e dentes um membro do Ministério Público que debocha da cara dos advogados. Vou torcer para a senhora, um dia, ser famosa como ele.
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Nunca chamei ninguém de claque expressamente. A arapuca serviu só para a senhora. Mas já que não é, só me resta acreditar.
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Entendo que o procurador ao utilizar a palavra “mui” e dizer que “poucos o são”, foi tendencioso em relação aos advogados. É como pensei e pronto. Quem não gostou, paciência. Quem escreve tem que aceitar a opinião alheia sobre o que escreveu. Essa é a regra aqui no nosso Brasil, sil, sil...
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A retificação do título não retira o teor do texto, com currículo e menção a concursos em que passou (auto-promoção). Achei isso um lixo, e daí? Nunca vi uma coisa dessa. Nunca vi doutrinador de verdade colocar no meio de um texto os concurso que prestou, os que passou, onde estudou, etc. O Articulista fala da vida dos profissionais advogados (dificuldades financeiras, etc) com tom de deboche e demonstra o que ele pensa dos advogados autônomos. Nesse ponto, não lhe vi tecer qualquer comentário pela classe que a senhora pertence.
CONTINUANDO...

PARA ADVOGADA DÉBORA MS E SEU ÍDOLO PROCURADOR

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

continuação.
Eu não venci o debate? Acho que foram 90% de comentários contra o texto (e não o título) e os números falam por si. Logo, a lavada foi outra.
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A única advogada a me pedir respeito é a senhora. Veja que fui apoiado algumas vezes. Releia. Portanto, recolha-se você, ao seu trabalho público, e não dê opinião no comportamento de quem não lhe deu essa intimidade. Aliás, pessoalmente, a senhora não me falaria tudo isso...
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Mostrei o texto do Procurador a inúmeros advogados nos “Fóruns” que freqüento, e a reação foi negativa na maioria dos casos.
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Parabéns por ser concursada em algum município desse país. Nunca quis concurso algum, máxime o de procurador municipal, por ganhar muito mal. Confesso que não ganho o teto do funcionalismo público (numa média anual, não fica muito longe...), como alguns membros do parquet, mas ganho mais que a maioria dos procuradores municipais e não tenho a mínima intenção de mudar esse caminho conquistado com muita luta. Isso se chama liberdade, algo que o serviço público não dá, mesmo que algumas prerrogativas (ou privilégios, como pensa a maioria da população) possam compensar.
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Mas enfim, parabéns por ser concursada. Vejo que a senhora merece!
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Saudações de seu colega advogado autônomo (Graças à Deus)

Tradição... costume...

Nunca antes neste país... (Escrivão)

"Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. É costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações."
In: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm
O artigo é bem fundamentado, mas em nome de costumes e de tradições muita coisa ruim aconteceu em nossa civilização. A Lei Maria da Penha, por ex., tenta acabar com alguns "costumes".
Ressalte-se novamente que o artigo é de excelência, mas a realidade só aponta num sentido: quem quiser obter o tal título que vá estudar e não se aproveitar de uma brecha secular criada ao longo do tempo por comodismo e compadrio.
Os costumes, mesmo que seculares ou milenares, se renovam; é um horizonte da humanidade... ou ainda viveríamos em cavernas.
Para valorizar e estimular o conhecimento, a pesquisa, o desenvolvimento, apenas aquele que se esforçou e estudou para tanto deve ter direito a tal título. É isso.

ADVOGADO - INDISPENSÁVEL À JUSTIÇA

Dr. Lara (Advogado Autônomo)

O Advogado é indispensável à administração da Justiça. É o que preceitua a Constituição Federal. Bacharel em Direito não é Advogado. Advogado é aquele que é aprovado no exame da Ordem, no qual provou ter conhecimentos jurídicos necessários para o exercício da profissão. O título "Doutor" para Advogados é o reconhecimento por sua luta pela Justiça, é a tradição do reconhecimento àqueles que lutam contra injustiças e pela Liberdade. Doutor ou Advogado simples títulos para descrever aquele que é indispensável a administração da Justiça. Não há diferença hierárquica entre Juiz, Promotor e Advogado, eis que ambos são indispensáveis à administração da Justiça. E façamos Justiça: o Advogado é fundamental à Justiça!!!

Título ou forma de tratamento pessoal?

Dr. Tércio Caldas (Advogado Autônomo - Administrativa)

É vardade1 Por aqui se discute muita ‘balela’... Eu freqüento pouco esse espaço para comentarias, mas não sei por que me deu vontade de tecer alguns...
Primeiro o repórter, logo no inicio afirma que “a polêmica em torno da forma de tratamento não atinge apenas a advocacia” sendo matéria de discussão de outras categorias profissionais.
Na assertiva do articulista, identificamos de cara um defeito do “costume” alegado por muitos para a “obtenção” do “título”. Ocorre que muita gente – dita importante e intelectualizada – está a confundir forma de tratamento pessoal com titulação, seja acadêmica, honorífica, de realeza, etc. como diz o samba, estão confundindo o “tu com você”!
Doutor é titulo! E pronto! Quem tem, tem; quem não tem, não tem! Qualquer diploma acadêmico de graduação confere ao seu titular (aquele que detém o título) o título de “bacharel” para os cursos de formação e “licenciatura” para os cursos voltados a graduação de professores.
Portanto, o tratamento pessoal deferido aos advogados, médicos, enfermeiros, etc. é o de “senhor”. Já para o “molusco” (como referido em algum comentário), que, diga-se de passagem, detém dois títulos honoríficos de “doutor”, concedidos por universidades (que detém o poder de concedê-los) é o de “excelência”, como o é para o juiz e o promotor (apenas) por designação da gramática da língua portuguesa. Majestade para reis e rainhas; magnificência para reitores; santidade, para papas; etc. simples assim!
Senhor Bacharel Tércio Caldas Jr

Advogado é Dr. sim !!!

Rodrigo Baêta (Advogado Autônomo - Administrativa)

(Nao que eu valorize esse "DR".. mas só para informação)
Essa questão tem sido tema em diversas listas de discussão. Em pesquisa, descobrimos que tal afirmativa tem fundamento. Um Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, deu origem a Lei do Império de 11 de agosto de 1827, que: Cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; Dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado. - Dec. 17874A 9/08/1927: Declara feriado o dia 11/08/1827 - Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil.
O silogismo é simples: A Lei do Império criou o curso e em seu bojo afirmou que os acadêmicos que terminassem o curso de Direito seriam bacharéis. O título de Doutor seria destinado aos habilitados nos estatutos futuros (como o Estatuto da OAB, hodiernamente usado). Acrescenta que somente Doutores poderiam ser Lentes Professores - do Latim Legente - em linguagem obsoleta). Assim, tendo o acadêmico completado seu curso de Direito, sido aprovado e estando habilitado em Estatuto competente teria o Título de Doutor. Então, Advogado é DOUTOR !

SER ADVOGADO, SER DOUTOR, SER PROFESSOR e SER JURISTA.

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Realmente, os Cidadãos profissionais chegaram ao que espero seja o fundo de suas mediocridades.
Essa discussão, inútil e ridícula, bem me faz lembrar um Professor da Faculdade de Direito que, indagado por um dos Alunos sobre a distinção dos conhecimentos entre os que praticavam o Direito, pediu-hos que lhe permitisse refletir, porque não gostaria de se precipitar na resposta.
Alguns dias depois, contou-nos: " por coincidência, eu tinha também um Escritório, onde pretendia advogar. Sabem, aqui sou Professor. Minhas aulas são preparadas e eu estudo os conceitos que lhes tenho que transmitir. Inicio na história deles e procuro, tal como faria um Agente de Viagem, escolher os pontos, na viagem, em que abrirei escalas para mergulharmos ou analisarmos as mutações do instituto de que estivermos tratando. Nessas escalas, conheço Colegas, conheço outros Profissionais e os ouço, no que têm a me transmitir. Também ouço os magistrados, com seus depoimentos. Também ouço os advogados, com seus argumentos. Também ouço os juristas, que tentam me transmitir esgrimias de textos, nem sempre preocupados com a tipicidade, mas sempre em criar sinalizações, que podem fragilizar ou, ao contrário, fortalecer até mesmo decisões que o magistrados têm proferido.
Mas todos, sem dúvida, são observados, absorvidos e retalhados pelos Advogados que, tal como fazem os açougueiros. Daí, de um texto fazem um cesto e o apresentam aos magistrados, levando-os, muitas vezes, a acolher o que apresentam.
Durante as minhas reflexões, meus Amigos, num dia de um chopinho, me disseram: nós o consideramos o melhor professor que já conhecemos. Todavia, como advogado você é o melhor professor e, como professor, você é péssimo advogado.
No primeiro momento, eu me ofendi.
Depois, compreendi!

A LUTA CONTINUA "TURA"

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Impressionante como o tal Tura, mesmo depois de ler este artigo segue sem perceber a pobreza daquele que ele mesmo escreveu, sem precatar-se do histórico da nomenclatura e a querendo afunilada no uso acadêmico, fazendo o mesmo, é hilário, com a palavra "tese", ou seja, como se Hgele, Fitche e todos os escolásticos perdessem o direito de usá-la] perante a academioa brasileira (ahahahahahah)

Errata 2

Jarbas Andrade Machioni (Advogado Sócio de Escritório)

corrigindo sobre o a Turma Deontológica :
Tribunal deontológico foi de uma anfibiologia fantástica: não deve mas pode, o que não pode é recusar ! Aliás todos os julgadores daquela Turma se assinam como "Dr."
Agradeço a todos pela leitura

Errata 2

Jarbas Andrade Machioni (Advogado Sócio de Escritório)

corrigindo sobre o a Turma Deontológica :
Tribunal deontológico foi de uma anfibiologia fantástica: não deve mas pode, o que não pode é recusar ! Aliás todos os julgadores daquela Turma se assinam como "Dr."
Agradeço a todos pela leitura

Erratas :

Jarbas Andrade Machioni (Advogado Sócio de Escritório)

1. Eu escrevi Meretíssimo mesmo ! Como já vi Adevogado , Estrupro etc
2. o Tribunal deontológico foi de uma anfibiologia fantástica não deve mas pode, o que não pode é recuras! Aliás todos se assinam como "Dr."
Agradeço a todos pela leitura.

Lamentável.

Charles Menezes (Estudante de Direito - Consumidor)

Acredito alguns bacharéis que resolveram optar por fazer concurso público, ficam com inveja dos advogados que, com muita luta, conseguem se tornar profissionais bem-sucedidos, e passam a atacá-los por motivos tão banais como o anel ou a tradição de serem tratados por doutor.
Com toda a certeza, a serventia de suas excelências está cheia de processos acumulados e os doutos magistrados e serventuários aqui !!! brincando na internet !!!

FUNDO DE QUINTAL nele

Pedro Pinto (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ah, humildade
A humildade não existe em você,
Não é uma virtude sua,
Sua vaidade lhe impede de ver,
A verdade nua e crua (fica na tua!)
Que você veio depois de nós (muiiito depois)
É o que restou da raspa do tacho,
E quem chegou depois na vida tem mais (tem mais o quê?)
Que respeitar número baixo.
(iiiiiih, mais quem chegou)
E quem chegou depois na vida tem mais (tem mais o quê?)
Que respeitar número baixo.
Número baixo é quem teve a coragem de ser pioneiro,
Quem teve o destino de chegar primeiro, e comer o pão que o diabo amassou.
Pra depois então, que a boca do mundo espalhou sua fama,
Se banha na fonte se deita na cama, colhendo tranquilo tudo que plantou.
Número baixo, é todo velha guarda, todo ex-combatente,
Todo fundador, todo linha de frente, que riscou seu nome com força no chão.
Daí você, que ainda nem bem se livrou dos cueiros, vem cantar de galo no nosso terreiro,
Cuidado olha aí, vê se presta atenção (cuidado mané vê se presta atenção)
(Ahhh humildade)
A humildade não existe em você,
Não é uma virtude sua (olha o salto alto),
Sua vaidade lhe impede de ver,
A verdade nua e crua (quem não pode não intima)
Que você veio depois de nós (muiiito depois)
É o que restou da raspa do tacho,
E quem chegou depois na vida tem mais (tem mais o quê?)
Que respeitar número baixo.
(iiiiiih, mais quem chegou)
E quem chegou depois na vida tem mais (tem mais o quê?)
Que respeitar número baixo.
Dim, dirim dindim....

Corrigindo

Paulo Fonseca (Advogado Autônomo)

Leia-se: Quanto a minha postura...

CONTRADIÇÕES DA OAB

MARCO ANTÔNIO RIBEIRO TURA (Procurador do Trabalho de 1ª. Instância)

Prezadíssimos,
Houve aqueles que me chamaram de arrogante etc. e viram o que não disse.
Digo aos senhores para lerem as decisões abaixo.
A Valorosa OAB (e é valorosa mesmo) tem de se decidir a respeito de suas contradições.
Vejam que a "arrogância" é dos senhores, que não têm título acadêmico e exigem tal tratamento.
É a própria Ordem quem diz que é desaconselhável ao advogado "arrogar-se tal tratamento" sem possuir o título.
SESSÃO DE 18 DE MARÇO DE 1999
PUBLICIDADE – UTILIZAÇÃO INDISCRIMINADA DO TÍTULO DE DOUTOR
Não constitui infração à ética, mas é desaconselhável ao advogado que não tenha titulação acadêmica arrogar-se o tratamento de doutor, e disso fazer intensa publicidade; da mesma forma, também, é desaconselhável ao advogado recusar esse tratamento, quando dirigido por terceiros, seja por consideração ou respeito à tradição do exercício profissional da advocacia.
Proc. E-1.815/98 – V.U. em 18/03/99 do parecer e voto do Rel. Dr. CLÁUDIO FELIPPE ZALAF – Rev.ª. Dr.ª. ROSELI PRÍNCIPE THOMÉ – Presidente Dr. ROBISON BARONI.
480ª SESSÃO DE 18 DE AGOSTO DE 2005
EXERCICIO DA ADVOCACIA – UTILIZAÇÃO DO TÍTULO DE DOUTOR – INEXISTÊNCIA DE TITULAÇÃO ACADÊMICA – ÉTICA E TRADIÇÃO.
Ainda que não constitua infração à ética, é desaconselhável ao advogado que não tenha titulação acadêmica arrogar-se o tratamento de doutor, e disso fazer exacerbada publicidade. Da mesma forma, também é desaconselhável ao advogado recusar esse tratamento, quando dirigido por terceiro, dada a consideração e o respeito profissional da advocacia. Precedente: processo nº 1.815/1998.
Processo E-3.221/2005 – v.u., em 18/08/2005, do parecer e ementa do Rel. Dr. BENEDITO ÉDISON TRAMA – Rev. Dr. OSMAR DE PAULA CONCEIÇÃO JÚNIOR – Presidente Dr. JOÃO TEIXEIRA GRANDE.

Títulos

Paulo Fonseca (Advogado Autônomo)

Careço saber dos participantes, que se dignarem a responder ao veterano-aprendiz-advogado,porque não chamar advogado de advogado, juiz de magistrado, promotor de promotor, delegado de delegado, esrivão de escrivão, antecedido pelo pronome de tratamento senhor(a).
Sempre os tratei dessa maneira, quando no exercício de suas funções,e somente uma vez, que me recorde, um comissário de Polícia a quem me dirigi como inspetor pediu que modificasse o tratamento no que logo acedi.
Quanto à minha postura posso estar equivocado, pelo que reitero esclarecimentos, sempre bem-vindos.

AO MAGIST_2008 (JUIZ ESTADUAL DE 1ª. INSTÂNCIA)

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Caríssimo, atenha-se à palavra insignificância. Ela expressa o valor daquilo que o Sr. tomou por alvo de suas considerações, a saber, o malfadado erro ortográfico.
.
Repito que é deselegante notá-lo publicamente e eu poderia mostrar-lhe acórdãos e sentenças com coisa muito pior, mas não me detenho em ninharias.
.
Nao vejo outra coisa aí senão um desejo seu de inferiorizar o autor a partir disto. Quando vejo erros assim comunico à redação da revista e não mais do que isso.
.
Obrigado pela recomendação de que leia e tome como exemplo o Dr. Sérgio, meu amigo pessoal e que amiude elogia minha redação. E ele é mesmo um douto que pode ser tomado como farol.
.
Em tempo: escrever bem não é o mesmo que escrever corretamente. Tanto é que até grandes escritores passam por uma correção de texto nas editoras. Mais ainda juízes, que não soem escrever nem bem nem corretamente. Confira com a Saraiva e outras grandes editoras. Sua alusão é à correção e não à qualidade reacional.
.
O Sr. gostaria que a Saraiva publicasse seu texto sem revisões e depois alguém, num veículo como este, diante de centenas de pessoas, fizesse observações sobre seus erros? Não sentir-se-ia humilhado?
.
O nível geral do artigo não é condizente com uma condição de ignorância que se espelharia no erro que o Sr. aponta.
.
Tome a mim mesmo como exemplo e o Sr. estará instruído o suficiente para compreender o gênio literário.
.
Aproveito e recomendo-lhe a leitura do meu excelente texto de apresentação, no meu site, que em breve voltará ao ar, em http://www.hufufuur.com/quemsomos.html.
.
O texto cuida de alguns temas dos quais tratamos aqui.
.
Um abraço
.
Sunda Hufufuur

AO MAGIST_2008 (JUIZ ESTADUAL DE 1ª. INSTÂNCIA)

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

Caríssimo, atenha-se à palavra insignificância. Ela expressa o valor daquilo que o Sr. tomou por alvo de suas considerações, a saber, o malfadado erro ortográfico.
.
Repito que é deselegante notá-lo publicamente e eu poderia mostrar-lhe acórdãos e sentenças com coisa muito pior, mas não detenho-me em ninharias.
.
Nao vejo outra coisa aí senão um desejo seu de inferiorizar o autor a partir disto. Quando vejo erros assim comunico à redação da revista e não mais do que isso.
.
Obrigado pela recomendação de que leia e tome como exemplo o Dr. Sérgio, meu amigo pessoal e que amiude elogia minha redação. E ele é mesmo um douto que pode ser tomado como farol.
.
Em tempo: escrever bem não é o mesmo que escrever corretamente. Tanto é que até grandes escritores passam por uma correção de texto nas editoras. Mais ainda juízes, que não soem escrever nem bem nem corretamente. Confira com a Saraiva e outras grandes editoras. Sua alusão é à correção e não à qualidade reacional.
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O Sr. gostaria que a Saraiva publicasse seu texto sem revisões e depois alguém, num veículo como este, diante de centenas de pessoas, fizesse observações sobre seus erros? Não sentir-se-ia humilhado?
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O nível geral do artigo não é condizente com uma condição de ignorância que se espelharia no erro que o Sr. aponta.
.
Tome a mim mesmo como exemplo e o Sr. estará instruído o suficiente para compreender o gênio literário.
.
Aproveito e recomendo-lhe a leitura do meu excelente texto de apresentação, no meu site, que em breve voltará ao ar, em http://www.hufufuur.com/quemsomos.html
.
O texto cuida de alguns temas que estamos tratando aqui.
Um abraço
Sunda Hufufuur

Artigo esclarecedor para muitos

Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)

Parabenizo a qualidade da pesquisa feita sobre o tema.
Sempre tratei e continuarei tratando os colegas, e os magistrados, promotores e delegados como doutores.
Também acho perfieto tratar médicos, que têm a nobre missão de cuidar da vida, como doutores.
Quanto aos doutores que possuem doutorado, por terem concluído pós graduação em qualquer profissão, também merecem todo nosso respeito e consideração, pelo mérito do seu cabedal científico.
Por fim, apenas devemos lamentar oa inutilidade da polêmica de alguns que desconhecem este secular costume, polemizando inutilmente.
Como sabido, o costume é fonte da lei.

Ao Dr. Sunda

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Se és mesmo advogado, creio que a infelicidade foi toda de Vossa Senhoria...
Caso tua capacidade de interpretação de textos tenha apenas sofrido um breve lapso, lembro-te que não discordei do teor do brilhante artigo, mas fiz uma ressalva necessária a um erro ortográfico, algo inadmissível quando se trata de um bom advogado.
Tenho certeza de que houve mero erro de digitação.
Porém, nossos estudantes não devem desprezar o esmero linguístico. O escrever bem é instrumento de trabalho de todo bom "operador" do Direito.
Aliás, deveria Vossa Senhoria espelhar-se no cavalheirismo e na erudição do Dr. Sérgio Niemeyer. Se não quiser aprender de mim, entendo, afinal sou um magistrado e o senhor, não...mas aprenda com ele, que já demonstrou, em mais de uma oportunidade, a vocação e o preparo de um VERDADEIRO Advogado.
Saudações.

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Comentários encerrados em 23/09/2009.
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