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Comentários de leitores

5 comentários

OS TAIS CIDADÃOS ACIMA de qualquer SUSPEITA?

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Que é isso, Ministro Marco Aurélio?
Acima da sua função estão os CIDADÃOS do PAÍS!
Acima da sua atividade está cada um de NÓS, CIDADÃOS, que pagamos sua REMUJNERAÇÃO MENSAL e os benefícios que V. Exa. usufrui, para desfrutar da qualidade de MINISTRO, exercida POR CAUSA, no INTERESSE e EM BENEFÍCIO da existência do ESTADO DEMOCRÁTICO de DIREITO.
V.Exa, que é um PRERROGATIVADO no exercicio de sua FUNÇÃO, NÃO É MINISTRO, mas ESTÁ MINISTRO. E, enquanto estiver PRESTRANDO aos CIDADÃOS do PAÍS serviços, V. Exa. TEM, sim, QUE PRESTAR CONTAS a um ÓRGÃO cuja criação foi exatamente engendrada para PEDIR CONTAS, para FISCALIZAR.
Um dia, quem sabe, V. Exa. poderá até participar do órgão, como Ministro ou, até, como seu Presidente, mas V. Exa. tem que prestar contas aos CIDADÃOS - ELEITORES e aos CIDADÃOS - CONTRIBUINTES, sim, Senhor!
Efetifvamente, é triste constatar que temos, no Judiciário, mais uma figura com a CIDADÃFOBIA que DIAGNOSTICAMOS no SENADOR SARNEY.
Vou lhes contar uma coisa: voltando de São Paulo, EU estava na SALA VIP do DINERS, no aeroporto de Congonhas.
Comigo, mais dois amigos, que também voltavam de São Paulo.
De repente, chegou um Senador do Rio de Janeiro que, inopinadamente, SEM RESPEITAR o fato de que estávamos falando com a RECEPCIONISTA da SALA do DINERS, nos interrompeu e a interpelou, sobre o uso do veículo que, antigamente, nos levava para o AVIÃO.
Informado de que o INFRAERO tinha acabado com aquele transporte, porque era mister passar pela SEGURANÇA, alto e bom som vociferou: ? COMO, ENTÃO VOU TER QUE IR PARA O AVIÃO COM AQUELA GENTE?
Ficamos todos pasmos. Afinal, "AQUELA GENTE" éramos nós, trabalhadores que retornavam de São Paulo e, eventualmente, ATÉ seus ELEITORES!
O Ministro M.A., do STF, me fez lembrar o fato!

Melhor de formação humana era o ministro Direito

Nado (Advogado Autônomo)

O cabeça era o ministro Direito. "Cabeça" como melhor consciência. Morreu. E o voto minerva seria para um jurista-representante vindo do parlamento (deveria ser de dentro do parlamentarismo como nosso sistema) e também eleito pelo povo. Todos os membros do controle externo tinham que ser eleitos pelo povo juntamente com a renovação do parlamento. Na verdade, o parlamento não serve para indicar ou sabatinar fiscal para outro poder, porque prejudica a independência entre os poderes e promove a promiscuidade.

Dois comentários apenas

Armando do Prado (Professor)

1- Comentando o que disse o senhor Nado: melhor de cabeça morreu recentemente? Só pode ser brincadeira do senhor. A morte é lamentável, mas não melhora ninguém.
2- O CNJ tem acertado no atacado e errado no varejo, o que é muito bom. Os juízes precisam sim de controle, assim como os deuses, digo, os promotores.

Cidadania vale mais que o STF

Nado (Advogado Autônomo)

Se o CNJ defendesse verdadeiramente a cidadania teria de valer, e muito mais, que o STF. Mas não o faz como deveria. Pergunto ao ministro, se ele recalcitrasse, se segurasse um feito por anos, qual defesa a cidadania teria contra ele? Dentro do próprio STF? Nenhuma. Nem mesmo dentro do CNJ. Na verdade, o CNJ teria de ser dividido meio a meio com a sociedade e o voto de minerva deveria ser do presidente do Congresso. E o abusado STF deveria ser apenas corte constitucional e nunca fazer o papel do nosso parlamento. O que parece ficar patente é que os ministros do STF estão abusando cada vez mais e o poder está subindo em suas cabeças. Estão à beira de decidir pela nação coisas que só seriam permitidas através de um plebiscito. Se deixarmos, vão decidir sobre o aborto, sobre o "casamento" e a adoção por gays, sobre a reforma partidária e até sobre o resto do poder ordinatório do Judiciário. Devemos ter cuidado, porque não confio na formação humana de nenhum deles. O melhor de cabeça era o que morreu recentemente.

Desinformação

Michael Crichton (Médico)

Conferindo o quadro da Meta 2 (vide site do CNJ) verifica-se que SP tem cerca de dez por cento dos processos sem julgamento, no país inteiro. Se lembrarmos que SP tem quase metade do movimento processual do país, veremos que a informação de que SP é o estado que mais resiste não é verdadeira.
Os repórteres do Conjur precisam verificar mais os fatos, a realidade, não as teses que pensem mais agradáveis a alguns.

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