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Morte da mulher

Após 8 anos, ex-promotor Igor Ferreira é preso

A Polícia de São Paulo prendeu, na tarde desta segunda-feira (19/10), o ex-promotor Igor Ferreira da Silva. Condenado pela morte da mulher, ele ficou oito anos foragido. A informação é da Folha online.

O promotor foi condenado em 18 de abril de 2001 a 16 anos de prisão pela morte da mulher. Em 2006, ele perdeu o cargo de promotor do Ministério Público Estadual de São Paulo. Silva alegava que um assaltante havia atirado contra sua mulher. A Polícia ainda não deu detalhes sobre a prisão, feita pela delegada Adanzil Limonta.

O crime ocorreu na madrugada de 4 de junho de 1998, em Atibaia (localizada na Serra da Mantiqueira, a 60 km da capital paulista). Grávida de sete meses, a advogada Patrícia Aggio Longo, 27 anos, foi morta com dois tiros na cabeça, na estrada de um condomínio. Ela chegou a ser socorrida, mas morreu em seguida. A morte aconteceu dentro do carro do casal. O promotor afirmou que ele e Patrícia estavam em uma picape Dodge e, ao passar por um caminho de terra batido, na entrada do condomínio, foram surpreendidos por um ladrão, que a levou como refém e atirou nela. Igor disse ter sido abandonado na estrada.

Durante o processo, um exame de DNA comprovou que o filho que Patrícia esperava não era de Silva, que exigiu na Justiça um novo exame de DNA. Após o crime, a Procuradoria-Geral de Justiça denunciou Silva por homicídio qualificado (sem chance de defesa à vítima) e por aborto.

Revista Consultor Jurídico, 19 de outubro de 2009, 17h57

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