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Roubo no MPF-SP

Quadrilha que roubou caixa econômico é denunciada

A 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo recebeu denúncia pelos crimes de roubo e quadrilha contra nove pessoas acusadas pelo roubo de um caixa eletrônico do Banco do Brasil que ficava na sede da Procuradoria da República em São Paulo. O assalto ocorreu no último dia 3 de junho. Um ex-funcionário da empresa responsável pela segurança do prédio do MPF, em São Paulo, responderá por roubo. 

No inquérito, a Polícia Federal afirma ter descoberto que o ex-vigilante morava no mesmo bairro dos demais integrantes da quadrilha e que foi procurado pelos vizinhos em busca de informações sobre o caixa eletrônico da Procuradoria na capital. Segundo a PF, ele forneceu todas as informações, inclusive o dia de abastecimento do caixa. No dia do assalto, o ex-vigilante manteve contato, por celular, com integrantes do grupo, ainda de acordo com a Polícia Federal.

De acordo com a Procuradoria, todos os integrantes da quadrilha são reincidentes e já cumpriram penas por roubo e outros crimes. Um deles havia sido detido em julho de 2009, dias após o assalto à Procuradoria. Em agosto deste ano, ele foi solto e, segundo a Procuradoria, voltou a cometer crimes.

O roubo
No dia 3 de julho deste ano, às 5h da manhã, sete pessoas armadas aproveitaram a chegada de funcionárias terceirizadas da limpeza para entrarem na garagem do prédio da Procuradoria da República em São Paulo. 

Após render os seguranças, um dos integrantes anunciou o roubo e permitiu a entrada dos carros utilizados pela quadrilha. Em seguida, o portão que separava a garagem do caixa eletrônico foi arrombado e o caixa do Banco do Brasil foi removido. Havia R$ 72 mil no equipamento.

Foram levados também celulares, coletes, armas e munições da empresa de segurança do local. Os assaltantes também levaram uma CPU de um computador do MPF. Em função do roubo do computador, o crime se tornou federal, pois se tratava de patrimônio da União. Os nomes dos acusados não foram divulgados em respeito ao sigilo dos autos decretado pela Justiça Federal. Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República de São Paulo.

Revista Consultor Jurídico, 14 de outubro de 2009, 15h45

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