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Leilão beneficente

Pelo direito de defesa, advogados gastam R$ 30 mil

Cerca de 200 advogados participaram do Jantar Comemorativo e Beneficente do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), nesta quarta-feira (25/11), em São Paulo. Pelo terceiro ano consecutivo, o instituto promove o evento no final do ano, para ganhar fôlego e prosseguir com o projeto de oferecer defesa para quem não pode pagar advogado.

Ilustres criminalistas, como José Carlos Dias, Márcio Thomaz Bastos, Roberto Podval, Técio Lins e Silva, Pierpaolo Bottini e Celso Vilardi estiveram por lá. Durante o jantar, um leilão de obras de arte arrecadou mais de R$ 30 mil para as atividades de 2010 do IDDD, instituto presidido pela advogada Flávia Rahal. Cada convidado pagou R$ 200 pelo jantar.

O advogado com base em Brasília, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, pagou R$ 13 mil para levar para casa um quadro de Tomie Othake. O jovem e descolado advogado Augusto Arruda Botelho, do Cavalcanti & Arruda Botelho Advogados, ficou com um álbum com oito gravuras originais do artista Sérgio Fingermann, por R$ 7,6 mil. Dora Cavalcanti, também sócia de Augusto Arruda Botelho, ficou com uma tela de Cláudio Tozzi, por R$ 8 mil.

Duas fotografias de nu artístico bem trabalhadas pelo criminalista e fotógrafo Eduardo Muylaert foram oferecidas no leilão. Uma delas foi comprada por R$ 2 mil pelo advogado Luiz Fernando Pacheco, sócio do escritório Ráo, Pacheco, Pires & Penón Advogados. A outra ficou com Sérgio Pitombo, do Moraes Pitombo Advogados, por R$ 3 mil.

Revista Consultor Jurídico, 26 de novembro de 2009, 17h47

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