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Sistema seguro

TSE comemora inviolabilidade de urna eletrônica

O sistema eletrônico de votação brasileiro foi considerado inviolável depois de diversos testes de invasão realizados , por especialistas entre os dias 10 e 13 deste mês, sob a coordenação do ministro Ricardo Lewandowski, do Tribunal Superior Eleitoral. Os participantes que submeteram os testes mais sofisticados ao sistema foram premiados.

O primeiro deles, o consultor de Tecnologia da Informação na área de Segurança da Informação, Sérgio Freitas, recebeu R$ 5 mil. Ele concluiu que só seria possível captar os sinais eletromagnéticos de uma urna a 5 centímetros dela, "para que fosse possível eventualmente decodificar os sinais e saber o que foi digitado". Segundo ele, com essa distância, o equipamento estranho ficaria visível, pela sua estrutura física, o que não tornaria a experiência possível.

Os testes foram realizados com a presença de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA). Os demais premiados foram Fernando Andrade Martins de Araújo e a equipe da Controladoria Geral da União, em segundo lugar, Antônio Gil Borges de Barros e a equipe da Cáritas Informática, em terceiro. Os prêmios foram de R$ 3 mil e R$ 2 mil.

Para o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Brito, os testes demonstraram que o sistema de votação adotado pelo Brasil "é confiável, sendo um fiador da legitimidade do processo eleitoral, assegurando a soberania do voto". Ele afirmou que é um sistema de fácil manejo, rápido e absolutamente seguro.

O ministro Ricardio Lewandowski afirmou que o TSE vai redobrar a atenção ao lacre das urnas, porque é o único atrativo para quem quer burlá-las. Os testes feitos pelos chamados “hackers do bem" que testaram o sistema, sob sua coordenação, no entanto, não conseguiram retirá-lo sem danos.

A experiência, que foi inicialmente sugerida pelo PT e pelo PDT, e depois encampada pelo Ministério Público, contou com trabalhos de profissionais da área da Tecnologia da Informação. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 21 de novembro de 2009, 3h54

Comentários de leitores

4 comentários

BURLE NAS URNAS

Joaca (Consultor)

Sr. Luiz Pereira Carlos,comcordo plenamente com vç.Depois da saída do Ministro Joaquim Barbosa do TSE,"o RANZINZA",a coisa ficou do jeito que o Lula gosta,quem vai comandar as urnas são os ministros do Lula,Ricardo Lewandowski e Toffoli,quém confia? Nosso pís está em 75º lugar em corrupção,cercado por terroristas,bandidos,assassinos,curruptos,falsários,guerrilheiros,assaltantes,mentirosos e aproveitadores.Nada tende a verdade por formas politicas,estamos perdidos com a oposição esmagada por esses criminosos que atentam contra a ordem pública.O presidente Lula recebe ordens do camarada Zé Dirceu,sabe que o comandante e exigente e perigoso."Brasil um país de todos os bandidos".

Inviolavel, basta um controle.

Hiran Zanatta (Professor)

Vejamos como são os procedimento de uma eleição:
num breve resumo para que se possa entender melhor:
Primeiro existe um urna onde digamos consta um cartão onde está armazenados
os candidatos a serem votados e os eleitores daquela seção exemplo: 100 eleitores.
Ela não é conectada com nenhum computador, somente com a energia eletrica
no dia da votação.
Então digamos que somente 80 votos foram efetuados
e 20 faltaram ao dia da eleiçoes.
No final do dia da eleição, as 17 horas geralmente, ou efetivamente o presidente da mesa
tira um EXTRATO DA URNA que consta os 80 votos .
distribuidos para os candidatos digamos prefeitos e vereadores e votos invalidos e brancos.
(esse Extrato e levado aos cartórios e fica disponibilizado a consultas.)
Então se desliga a urna e retira-se um disquete, onde vão constar os
votos em branco, validos e aos respectivos candidatos.
Esse disquete é inserido então em um computador geralmente perto
da zona eleitoral e transmitido ao TSE.
Vejamos se os partidos ou candidatos quiserem, é so verificar os extratos de todas as urnas
e somá-los e no final teriam a somatória das eleições, sem perigo de qualquer voto ser
inserido na hora das transmissões do computador ao TSE.
Então no caso se existe algum lugar para fraudar um voto seria na própria URNA
espero ter esclarecido.

PERGUNTAR NÃO OFENDE.

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

Porque essa resistencia em emitir um recibo de votação.
*
Se a preocupação é com venda de votos, isso é outro caso a ser estudado a partir do recibo, não podemos anular um direito com base numa suposição.

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