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Reeleições e acusações

Temporada de eleições na OAB começa nesta segunda

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 Datas das eleições - tabela - Jeferson HeroicoComeça nesta segunda-feira (16/11), a temporada de eleições nas seccionais da OAB. Nesta semana 15 estados serão os primeiros a escolher seus dirigentes. Sete candidatos tentam a reeleição até sexta-feira. Rio e São Paulo aquecem a disputa com trocas de acusações entre as chapas e discussões sobre a reeleição ou, como é o caso de São Paulo, sobre a re-reeleição.

As Eleições 2009 vão movimentar 15 mil candidatos na disputa por sete mil cargos em todo o país. Para o triênio 2010/2012, além da diretoria das 27 seccionais, os advogados terão de escolher as equipes para dirigir as 1.150 subseções estaduais. O Brasil tem hoje 582.898 advogados inscritos na OAB e aptos a votar. O voto é obrigatório conforme previsto no Regulamento Geral da Ordem.

Dos primeiros estados a votar, um já tem o vencedor. Helio Vieira, de Rondônia, da chapa “Sempre Forte e Atuante” é candidato único. Tentam a reeleição Paulo Roberto de Borba, em Santa Catarina, Florindo Poersch, no Acre, Wadih Damous no Rio de Janeiro, Claudio Lamachia, no Rio Grande do Sul e Luiz Flávio Borges D´Urso, em São Paulo.

Ainda decidem seus candidatos nesta semana Tocantins, Góias, Mato Grosso, Amapá, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte e Sergipe. Nestes estados tentam se reeleger Washington dos Santos Caldas, no Amapá e Paulo Eduardo Pinheiro Teixeira, no Rio Grande do Norte.

Quem concorre à reeleição - tabela - Jeferson Heroico

Reeleição quente
O clima das eleições da OAB está temperado pela troca de acusações entre as chapas. Em São Paulo, o candidato Rui Celso Fragoso foi acusado de fraudar enquete feita em seu site, contra o terceiro mandato do atual presidente, Luiz Flávio Borges D’Urso.

No Rio de Janeiro, o presidente Wadih Damous foi acusado de ter uma condenação, transitada em julgado, por ter sacado o FGTS de um servidor sem informá-lo. Ele conseguiu provar a extinção do processo. Ainda no Rio, a votação correram o risco de só valer depois de que a Justiça definisse o resultado de uma ação movida por um dos candidatos. Lauro Schuch acusou Damous de usar a máquna administrativa da seccional em sua campanha. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região negou a liminar for falta de provas na acusação. Mas não deixa de ser estranho que um candidato peça à Justiça que suspenda a posse do futuro presidente, mesmo que seja ele o vencedor da eleição.

O mesmo ocorreu no Rio Grande do Sul. Mathias Nagelstein protocolou representação pedindo a impugnação da chapa situacionista, encabeçada por Cláudio Lamachia, candidato à reeleição. A acusação também é de uso indevido da máquina administrativa da seccional. No caso, Lamacchia é acusado de se servir dos meios de comunicação interna da OAB para promover seu nome. O atual presidente da seccional se defendeu  dizendo que chegou até a pedir afastamento do cargo justamente para não confundir a candidatura com o cargo. Já em Pernambuco, a oposição acusou o atual presidente, Jayme Asfora de fraude. Segundo a acusação, Asfora permitiu a inscrição na OAB de candidatos que não foram aprovados no Exame de Ordem.

Quem concorre - tabela - Jeferson Heroico

[Notícia alterada às 12h08, desta segunda-feira (16/11), para acréscimo de informações]

 

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 15 de novembro de 2009, 8h16

Comentários de leitores

15 comentários

É MELHOR SER IDOSO DO QUE SER RAIVOSO !!!

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

Só mercenários imaginam que tudo pode ser comprado! Não recebo pagamento pelas palestras. A OAB costuma "cobrar" uma lata de leite, que é doada a instituições assistenciais. Isso todo mundo sabe. Quanto à formula, pergunte ele aos mais de 7.000 colegas que assistiram a palestra, ou leia o livro (já esgotado). A fórmula é simples e inclui, antes de mais nada, respeitar os colegas. Percebe-se que esse "comentarista" ainda não a descobriu...E não adianta vir com essa besteira de que Toron e Hermes apoiaram D'Urso e estão "arrependidos". Não há arrependimento, mas apenas interesses contrariados e vaidades não atendidas, só isso. Toron não defendeu o raivoso comentarista porque este o merecia, mas defendeu o direito do advogado, porque essa era sua função naquele caso. Toron e Hermes , pelo que sei, são pessoas decentes. Pena que o Hermes, com mais de 60 anos de idade, ainda não tenha aprendido a afastar-se das más companhias. Finalmente: É MELHOR SER IDOSO DO QUE RAIVOSO !

Quem compara, vota 12! - (1)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

O comentarista idoso cobra quanto para fazer palestras sobre esse suposto "sucesso na Advocacia". Qual a fórmula? Deveria ensiná-la para os que estão hoje amargando de joelhos perante a Defensoria Pública, abandonados pela OAB-SP, que não soube conduzir a questão e agiu desastradamente.
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É verdade que tanto o Dr. Hermes Barbosa quanto o Dr. Toron apoiaram o Dr. D’Urso. Errar é humano. Persistir no erro é burrice. Por isso ambos retiraram o apoio. São inteligentes.
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O Dr. Hermes dissentiu e adotou uma postura ativa: é candidato à presidência da nossa OAB-SP porque deseja intensamente tentar salvá-la dessa administração desastrosa que promoveu a reavaliação do patrimônio da Ordem para poder empenhá-lo em dívidas cada vez mais elevadas, pois se fosse verdade que a OAB-SP tivesse folga de caixa, como explicar o aumento brutal da anuidade para R$ 700,00 (setecentos reais)? Advogado não é burro. Não se pode subestimar a inteligência dos Advogados.
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O Dr. Toron não foi indulgente apenas comigo. Pergunte-se ao comentarista idoso ou a qualquer membro da OAB-SP o que esta e o candidato chavista fizeram para defender outros advogados, como, por exemplo, o Dr. Sérgio Wesley, o Dr. Carlos Alberto da Costa Silva, entre outros. Não fizeram nada. Mas o Dr. Toron fez por iniciativa própria. Esse, o seu estilo. Ajudar.
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É patética e deplorável essa vontade, ou melhor, essa mania do comentarista idoso em tentar fazer parecer da OAB-SP ou do seu candidato à re-re-eleição os méritos que, na verdade, nunca lhe pertenceram, mas são exclusivamente do Dr. Toron. Será que pretende dizer com isso que o Dr. Toron é tributário do candidato egocêntrico e megalomaníaco? Ora, francamente, este é que deve ao Dr. Toron, advogado benquisto em todo o País.
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(CONTINUA)...

Quem compara, vota 12! - (2)

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

(CONTINUAÇÃO)...
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Isso não é apenas feio. Além de antiética, é também intelectualmente desonesta essa tentativa de usurpação dos feitos e qualidades alheios. Mas serve ao propósito de descortinar o caráter dos argumentos dos que advogam esse arremedo de Hugo Chávez, Fujimori, Uribe, ou Zelaya de beca.
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Por isso a certeza: quem compara vota 12, porque 12 representa a unidade dos advogados em um só cordão. A OAB PARA TODOS.
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(a) Sérgio Niemeyer
candidato ao Conselho Federal pela OAB-SP - Chapa 12 OAB PARA TODOS – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

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