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Eleições na OAB-RS

Chapa pede impugnação de candidatura de Lamachia

A eleição da OAB no Rio Grande do Sul está agitada. A chapa Nova Atitude, encabeçada por Mathias Nagelstein protocolou uma representação que pede a impugnação do líder da chapa situacionista, encabeçada por Cláudio Lamachia. Segundo Mathias, Lamachia tem utilizado os meios de comunicação interna da OAB para promover sua candidatura. As eleições da Ordem gaúcha serão no dia 16 de novembro na capital e no interior.

O argumento da representação é de abuso de poder e promoção pessoal do candidato situacionista, através dos órgãos oficiais de comunicação da OAB-RS. De acordo com a chapa de Mathias, o candidato Lamachia utiliza notas de expediente, a revista, o jornal e o site da seccional para divulgar sua candidatura aos advogados gaúchos. “Essa conduta é expressamente vedada pelo artigo 133 do Regulamento Geral do Estatuto da OAB-RS. A sansão é o cancelamento do registro da chapa. A Comissão Eleitoral tem dois dias para tomar decisão, após apresentação de defesa da chapa citada”, informa o comunicado.

Em contato com a ConJur, Lamachia não confirma a informação de que foi ajuizada uma ação contra ele e também nega ter feito uso da máquina, como presidente da entidade, para promover sua candidatura. "Tanto a acusação não faz sentido que eu pedi o afastamento da presidência para concorrer ao cargo, mesmo não existindo regra ou obrigaoriedade para isso. Entendo que a licença guarda o princípio ético e que colabora para um debate mais isonômico para as eleições da OAB", afirma.

Conforme informa o site da OAB-RS, Lamachia, pediu afastamento do cargo 10 dias antes do pleito. Desde sexta-feira (6/11), até o fim do período eleitoral, o exercício da presidência estará nas mãos de seu vice, Jorge Maciel. "Lamentavemente, a campanha da chapa não preserva o nivel de uma ampanha da OAB", afirma Lamachia.

Revista Consultor Jurídico, 11 de novembro de 2009, 15h24

Comentários de leitores

1 comentário

E votar é obrigatório, (permitido SE c/anuidade e em dia)!!

Joana D'arc (Advogado Autônomo - Família)

Pois é, a capital tem sedes de laser dos mais variados tamanhos e finalidades - mas, todas em Porto Alegre e em bairros distantes do centro - e que ´são utilizadas por uma minoria privilegiada que reside perto.
Quem sair de Novo Hamburgo, por exemplo, para utilizar as sedes no Lami já é uma viajem que dizer do resto do estado inteiro?
No interior, em cidades com meia dúzia de profissionais, encontram-se sedes da OAB com dois pavimentos, granito polido, vidros, e enormes, janelas fumê; banheiros em mármore, escritório de Presidente da seccional privativo e sempre fechado e usado como escritório particular, (ao lado do Fórum e do MP). Mas, mesmo lá, a sala de redação para os advogados possui dois computadores arcaicos onde é proibido inserir pen drive para não contaminar a máquina. E quem viaja de longe e quer responder a petição direto e devolver autos ao fórum faz o que? Nunca tem tinta na impressora, papel é limitado, + de 10 folhas tem que pagar...Para usar o telefone tem que pagar...
Outras cidades, vizinhas da Capital, possuem sedes horrendas e não condizentes com a quantidade de profissionais que precisam utilizá-las.
Na Capital, abandonou-se prédio em obras e comprou-se prédio por preço ainda maior do que o valor já empregado na edificação pré-existente...
O que será feito do prédio em andamento que não serviu para ser a sede da OAB/RS???
Não vou às sedes de laser porque tenho que trabalhar muito para "sobreviver" e o luxo, como sempre, fica para quem sempre teve luxo...
Se a oganização fosse como em uma colméia, no máximo seria um operário; jamais um zangão ou "abelha rainha".As abelhas operárias trabalham e lutam sozinhas as suas lutas contra o emperrametno do Judiciário, (isso dizendo o menos).

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