Consultor Jurídico

Comentários de leitores

11 comentários

Na UniBan inexiste Educadores?

Antonio de Assis Nogueira Júnior (Serventuário)

São Paulo, 11 de novembro de 2009.
Senhor Diretor:
É a UniBan empresa no sentido literal da palavra. Por isso, não causa espécie a ausência de Educadores. Portou-se não como Instituição de Ensino Superior mas tão-somente como empresa privada voltada única e exclusivamente para o lucro. Aí ela é vitoriosa. Despreocupada com a formação profissional e humanística dos jovens alunos universitários, voltou-se especificamente para o crescimento empresarial. Por isso, tomou medidas absurdas e nitidamente covardes ao punir a aluna Geyse Arruda.
Todo empresário sério e íntegro deve evitar a contratação de alunos formados por esta empresa cognominada UniBan (Ela se diz Universidade mas não é não!). Além disso, ausência de bom senso do profissional da Advocacia é um espanto!
A única solução para a jovem Geysa Arruda,que foi humilhada tanto por colegas como pela empresa UniBan, é o acolhimento fraterno e humano por Instituição de Ensino Superior de 1a. Grandeza. Há duas na cidade de São Paulo, com décadas de experiência na formação profissional com ética e com humanismo. A UniFMU/SP e a UNIP/SP. Logo, qualquer uma delas, ou ambas, poderiam oferecer BOLSA INTEGRAL DE ESTUDO para que a aluna possa prosseguir regularmente os estudos, com paz de espírito. Afinal, a humilhação de que foi vítima, COVARDEMENTE agredida, injuriada e desrespeitada, principalmente pela empresa educacional denominada UniBan, é motivo muito justo e humano para que seja acolhida por Instituição de Ensino Superior digna e séria. Na UniBan o ambiente nada sério é também perigosíssimo!
Respeitosamente,
Antonio de Assis Nogueira Júnior
Analista Judiciário do Egrégio TRT/SP - 2a. Região

INVERSÃO DE VALORES

Valdemiro Ferreira da Silva (Advogado Autônomo)

Apesar de toda a liberdade no mundo moderno, precisa existir limites. O que os alunos fizeram não esta certo, e o que a santa aluna fez também não esta certo. O vestido já era curto, e quando ela passeava pela rampa (segundo apurou a faculdade) ela ainda puxou o vestido para mostrar as suas partes íntima. E, apesar de todos os transtornos causado à faculdade, pasmem, a UNIBAN ainda é culpada. Certamente o fim esta chegando, não existe mais moral e nem ética num ambiente escolar que foi tomado completamente pelo despudor. Tudo isso, é muito triste.

unibandidos

Daniel (Outros)

o que se esperar de uma escolinha como essa?
na minha empresa nao entra alunos e nem ex desta universidade

UNIBAMBI!!!

Zerlottini (Outros)

É inadmissível que um ato de vandalismo daqueles aconteça numa "universidade". A suposta "elite intelectual" do país se transforma num bando de loucos enfurecidos, simplesmente porque uma aluna QUE TEM O QUE MOSTRAR resolve exercer seu direito de se vestir de acordo com a sua idéia. Pelos vídeos que vi, na Net, a coisa mais parecia uma penitenciária com os presos rebelados. E, além disso, os IDIOTAS dos diretores ainda expulsam a vítima, invertendo completamente os valores. Se ela estava praticando - o que não estava - um atentado ao pudor, o certo seria chamar a polícia e mandar prendê-la. Mas o que se viu foi:
1. Os "homens" - são uns verdadeiros boiolas, por não gostarem da "fruta";
2. As mulheres - uma cambada de "barangas", com inveja da gostosura da outra;
3. Os diretores - uma tropa de incompetentes, que não souberam nem manter a disciplina, num tumulto.
Essa "escolinha" não merece o nome de "uiversidade".
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

Conseguiu o que queria

Roland Freisler (Advogado Autônomo)

Essa "santa" conseguiu o que queria: aparecer, se tornar pública e, certamente ser convidada a posar nua em uma revista masculina e, quem sabe, com mais um pouco de sorte, tornar-se atriz pornô. Anotem isso ai.

UNIBAN E A MINI SAIA

Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Não consigo entender como pode ser Reitor de uma Universidade um cretino que toma a atitude imbecil de expulsar a aluna que usava mini saia, contra a opinião dos demais membros da Universidade. Trata-se, evidentemente, de um complexado doente, que necessita, urgentemente, de um tratamento psiquiátrico. Acredito que o Ministério da Educação precisa, urgentemente, tomar providencias em face do aludido Reitor, pois seu ato foi muito mais grave do que o praticado pela aluna em questão.

Os prismas

Ricardo Lima (Outros)

O mundo é cheio deles, tem o prisma da jovem Santa que foi para a faculdade cheia de boas intenções. Na praia seu visual é menor e só ganha elogios! Mas, talvez por conta de sua conduta "anterior" aos fatos ela foi vista pelo prisma de quem já esta no limite de sua conduta. Porque muitos no Brasil já estão adequados ao prisma da loirona da cerveja.
Mas o prisma dos alunos foi outro, foi o de condenação, agora pelo prisma de alguns pais de alunos o valor da faculdade será menor, vão utilizar o CDC no artigo 18, pelo prisma dos reitores da faculdade aquela era a melhor do mundo, perdendo somente para as Americanas.
Pelo Prisma Biblico - Galatas 5 fala das obras da carne e uma delas é a lacivia ou sensualidade, a moça ficaria sem acesso ao reino de Deus.
Agora quem tem o prisma correto?
Presidente da Republica, Ministros do Supremo,Juizes, Senadores, Deputados, Vereadores, politicos em todo o seu conhecimento de causa.
A loucura do homem gera cada vez mais loucura!
Já que ela faz curso de turismo, porque não utilizar agora o uso de um uniforme de agencia de viagens?
Sei que o problema não teria acontecido.

Constrangimento internacional

Marcelo Idiarte (Outros)

A opinião de um leitor do El País resume a contenda: "No debe ser en Sao Paulo. Eso será en un país de religión islámica. ¿Seguro que no habéis tenido un desliz geográfico?. Y en una Universidad. ¿Que les enseñarán allí?, desde luego tolerancia y respeto, no. Visto las justificaciones del Claustro cualquiera se acerca a ese "templo" del saber y de las buenas costumbres. Vade retro. Si dedicaran tanto o más vigor a defender la amazonía y a sus habitantes, otro gallo cantaría en el emergente Brasil." Pois é...

Uniban: Entenda-se Taleban ou Oban

Fernando Queiroz (Advogado Autônomo)

A força da opinião pública, uníssona, fez a Taleban modificar sua decisão. Pior, assemelha-se àquelas vinculadas à OBAN dos "democráticos da revolução -golpe"
Brilhante,ultra; lembram-se?
Agora o culto defensor da Uniban . . . ou, mofidicará sua manifestação pública; Não fui compreendido, a universidade reviu seu ato, etc.
Finalizo: Pegou sua viola, juntou os cacos e enfiou no saco.
No popular: Jogaram no ventilador, espalharam e, agora, recolhem com pinça.
Pensemos a força popular aplicada em outros absurdos semehantes que ocorrem pelo país!

naturismo ou faculdade....?!!

Shay... (Administrador)

Concordo plenamente ela tem todo o direito, sim. Mas se a democracia é o voto da maioria, aonde a democracia nisso? Ah!! Já sei! Democracia no Brasil é algo que tem significado de coação e se não cumprir ou aceitar é punido severamente. Mas, realmente, alguém precisa avisar à senhorita, existem lugares próprios para naturismo. E que as instituições precisam sim, manter o seu respeito, que o diga o exército, que merece todo o respeito. Concordo que ninguém é obrigado a nada, e pode ser o que bem entender desde que respeite o ambiente e os que nele estão. Aposto que ela não entraria no templo da LBV em Brasília vestida como estava. Agora fica a pergunta, entraria no Congresso Nacional...?!!

Quem são os bárbaros?

FELIPE CAMARGO (Assessor Técnico)

Quando fiquei sabendo do ocorrido na tal Uniban, perguntei-me se dentre os arruaceiros que se dizem universitários haveria também estudantes de direito. Lamentavelmente, nada me levou a crer que não houvesse. Quando vi o advogado da dita universidade defender a expulsão da aluna hostilizada, pude compreender melhor o contexto da barbárie: os bárbaros não são apenas os alunos baderneiros.
.
Que ninguém ouse a questionar a vestimenta da moça. Alguém precisa avisá-la: "A senhorita não deve explicações a ninguém sobre a roupa que decida usar numa universidade ou sobre o caminho que queira percorrer com seu vestido, curto ou não. Considere-se apenas vítima da barbárie, jamais culpada. Nem um milionésimo sequer de culpa."

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