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Caso Isabella

TJ-SP analisa recurso do casal Nardoni na terça

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo apreciará, na próxima terça-feira (24/3), a partir das 9h, o recurso em que o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pede a anulação da sentença de pronúncia. O casal é acusado de matar a filha de Alexandre, Isabella Nardoni. A criança foi assassinada em março de 2008, em São Paulo, atirada da janela de seu quarto.

A defesa de Alexandre e de Anna Carolina sustenta que as acusações apontadas contra seus clientes são contrárias aos fatos. Segundo a defesa, nos laudos periciais produzidos no inquérito, não foi comprovada a agressão à vítima por meio de instrumento contundente, nem esganadura, nem defenestração, tampouco a alteração do local do crime.

A Turma é integrada pelos desembargadores Luis Soares de Mello (relator), Euvaldo Chaib e Salles Abreu. Esta Câmara é conhecida por ser uma das mais conservadoras e rigorosas do tribunal.

O Recurso em Sentido Estrito apresentado pela defesa do casal contesta a sentença de pronúncia dada pelo juiz Mauricio Fossen, da 2ª Vara do Júri da Capital.

Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2009, 20h18

Comentários de leitores

4 comentários

benvindos a Finlandia

hammer eduardo (Consultor)

Com o ultimo preciosismo juridico que determina que o vagabundo so pode ir para a grade "depois" de julgado o ultimo recurso do recurso , sugiro que abram rapidamente as fechaduras e liberem TODO mundo para as ruas incluindo os nardonni, fernandinho beira mar , marcola e outros "pilares" de nossa cultura paralela. Ao mesmo tempo sugeriria tambem que liberassem o porte de armas de forma irrestrita para toda a População outrora ordeira para que pudesse se defender "na medida do possivel" pois em vista de preciosismos deste tipo , nada mais resta que "liberar geral". Ja esta claro que com essa justiça de bos.. que temos , NINGUEM jamais sera punido por coisa nenhuma então o melhor é liberar todo mundo , decretamos a anarquia e cada um que se vire como puder.
Se fosse no Brasil , certamente o tal "monstro" austriaco teria a sua soltura assinada imediatamente por "falta de provas" e ate iria aparecer no programa do Jo Soares dando entrevistas entre uma palestra e outra onde ainda faturaria uns caraminguas.
É lamentavel ver a que ponto de ZONA nosso Pais chegou em que a cada dia algema-se de forma inequivoca o que "algum dia" foi apresentado como codigo de leis , conta outra!
Ja sei da cantilena reforçada de que "esta escrito e tem que ser cumprido" mas convenhamos , ja atravessamos a muito tempo o tal "ponto de não retorno". É uma pena pois este é o "legado maldito" que deixaremos para as proximas gerações , isto se elas conseguirem sobreviver dentro do atual quadro de "baderna institucionalizada" que se instalou de forma pouco sutil no Brasil.
Como dizia a camiseta vendida pelo saudoso Jornal O PASQUIM aqui do Rio de Janeiro , faço coro com ela: " - ETA POVINHO BUNDA!..."

Injustiça!

Neli (Procurador do Município)

Acho que se está cometendo com os nardones,uma grande injustiça jurídica. Quem foi condenado pelo Tribunal do Júri está em casa,gostosamente,cumprindo pena...esse casal nem a julgamento pelo Júri foi:particularmente,acho que o crime cometido pelo casal foi preterdoloso,mas,quando forem à Júri poderão ser até absolvidos.No entanto estão presos.
AÉ uma grande injustiça a Mídia ter mais Poder do que o Poder Judiciário.

E agora olhos mortos que têm olhos para os poderosos?

Armando do Prado (Professor)

Agora, cabe presunção de inocência, ou esse instituto é para "maiores" de 1 milhão de dólares nas contas correntes?

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