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Novo comando

Ferreira Pinto assume Secretaria de Segurança de SP

O procurador de Justiça e ex-policial militar Antonio Ferreira Pinto é o novo secretário de Segurança Pública de São Paulo. Ele assume o lugar do advogado criminalista Ronaldo Marzagão, que deixou a pasta. Ferreira Pinto respondia pela Secretaria de Administração Penitenciária, cargo que será ocupado pelo secretário adjunto da Secretaria de Segurança, Lourival Gomes.

Ferreira Pinto comandou a Secretaria de Administração Penitenciária desde 2006. Foi também secretário adjunto da SAP nos governos do Estado de Fleury e Mario Covas. Além disso, foi membro do Colégio de Procuradores do Ministério Público entre 2002 e 2003 e do Conselho Superior do Ministério Público entre 2004 e 2005.

“Ferreira Pinto fez um extraordinário trabalho na secretaria de Administração Penitenciária e agora migrando para a secretaria de Segurança encerra a preocupação que todos tinham com relação à escolha do novo secretário de Segurança. Seu nome, sem dúvida nenhuma, traz uma tranqüilidade para o governo e acima de tudo para a população, pois trata-se de alguém extremamente competente, alguém que já foi testado, conhece a matéria, devendo dar continuidade à gestão estadual voltada à segurança pública ”, afirmou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso.

O advogado também elogiou a indicação do novo titular da SAP. “Assume a pasta da Administração Penitenciária o secretário-adjunto, Lourival Gomes, que é um profissional de carreira no setor, competente e está a altura da dimensão do cargo que passará a ocupar”, disse. *Com informações das Assessorias de Imprensa da Secretaria de Segurança Pública e da OAB São Paulo.




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Revista Consultor Jurídico, 18 de março de 2009, 18h54

Comentários de leitores

1 comentário

Exonerado a bem do serviço público

Serweslei (Advogado Autônomo)

Realmente chegamos a falência do sistema.
Se este individuo é a pessoa mais qualificada para assumir a SAP estamos perdidos.
Na administração Mario Covas ele foi exonerado a bem do serviço público por criar na penitenciaria de Avaré uma organização chamada CDL (comando democrático da Libertação) que não vingou.
É o mesmo que faz e autoriza gravações clandestinas nos parlatórios das prisões entre outros desmandos, ferindo e rasgando o Estatuto da Advocacia.
E o presidente da OAB paulista ainda elogia um individuo
coitado dos presos, é a mesma coisa que colocar a raposa para tomar conta do galinheiro...

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