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Sentença legítima

Prova viciada não anula sentença, segundo De Grandis

Comentários de leitores

5 comentários

Só pra descontrair

rapetell (Estudante de Direito)

Quebrar o clima pesado que às vezes toma corpo nesse espaço.

Acid pro

rapetell (Estudante de Direito)

Esse tal de acid pro deixa a gente vendo um monte de coisas...

Hehehe

rapetell (Estudante de Direito)

ô loco meu!!! To começando a ver duendes, alteração de diálogos, bicho papão...

As gravações de áudio foram periciadas?

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Se muito não me engano o Douto Magistrado Fausto De Sanctis, ao argumento de que ninguém negou a autoria das vozes, solenemente desconsiderou uma perícia de ruido de fundo, provavelmente com análise espectral, indicando que as gravações de áudio teriam sido editadas.
Na Internet há sites, uns instalam meia dúzia de vírus no computador do sujeito, outros não, onde se consegue um crack que ativa tanto o Sound Forge quanto o Acid Pro 7.
E isso com o caso? Sugiro aos advogados que atuam na área fazerem uma investigação dos recursos do Acid Pro 7, e a capacidade de a partir de um sistema de gravações digitais formato .wav, como do Guardião, se recortar e colar vozes, e num canal ainda acrescentar um falso ruído de fundo.
Site do fabricante
http://www.sonycreativesoftware.com/acidpro
http://www.sonycreativesoftware.com/acidpro/mixing
e outros... é usado por DJs para criar efeitos musicais, mas pode se recortar no Sound Forge trechos de conversas, trabalhar, e editar no Acid Pro.
E isso com a PF e MPF? E com a recusa da perícia do ruído de fundo no caso DD? Eu acredito em papai noel e coelhinho da páscoa tanto quanto acredito na impossibilidade de editarem diálogos do Guardião em novas montagens, tanto quanto acreditei que, sabendo a diferença entre assinatura digital onde o Judiciário dos EUA pode obrigar a empresa a fornecer a chave pública, o HD de DD e do Opportunity, não chega aos 256 bits de hoje, com 128 bits sem chave pública, alguém sabe se o FBI conseguiu quebrar a criptografia?
Lembrando, sites de crack há aos montos do Japão à Rússia, ativar duas versões "legítimas" dos citados programas não é difícil. E no fim a perícia é ignorada... Assim caminhamos nós, com nossas investigações que não podendo usar achômetro e pau só resta o grito.

OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS

olhovivo (Outros)

Essa é a velha teoria de que os fins justificam os meios, que vem ganhando terreno também no âmbito da Justiça. Demoniza-se e, em consequência, vale tudo. Aliás, por que será que o juiz e o procurador não fizeram menção ao vídeo, quando ainda não se sabia que foi gravado com quebra de sigilo e depois editado? Mais: se o Protógenes foi capaz de mandar editar, do que mais foi capaz? Não se pode olvidar que, na versão dos acusados, foi a polícia quem pediu dinheiro. Foi ou não foi, eis a questão!

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