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Diagnóstico do Judiciário

O que a comunidade jurídica pensa do Anuário

Lançamento do Anuário da Justiça 2009 no STF. - Gil Ferreira/SCO/STFO Anuário da Justiça 2009 foi lançado na quarta-feira (6/5) em Brasília, no hall dos bustos do Supremo Tribunal Federal. Mais de 300 pessoas compareceram à festa, entre ministros do STF, dos tribunais superiores, representantes do Ministério Público e da advocacia.

A publicação traz o perfil dos homens e mulheres mais influentes do sistema de Justiça nacional. Mostra como estão sendo decididos os mais importantes temas nacionais. Informa como funcionam os tribunais e explica as mais relevantes decisões judiciais proferidas em 2008. Clique aqui para saber mais.

Estavam presentes no lançamento os ministros do Supremo Gilmar Mendes, presidente da corte, Carlos Britto, presidente do TSE; o decano Celso de Mello; o vice-presidente do STF, Cezar Peluso; Eros Grau; Marco Aurélio; Menezes Direito e Ricardo Lewandowski. Compareceram também os presidentes do Tribunal Superior do Trabalho, Moura França; e do Superior Tribunal Militar e o Procurador-Geral da República, Antonio Fernando

Advogados, desembargadores, juízes, membros do Ministério Público e da advocacia pública também prestigiaram o evento. O governador de São Paulo, José Serra, não pode comparecer, mas agradeceu o convite.

Veja algumas opiniões sobre o Anuário:

“Tem que se levar em consideração que o Anuário não pesquisa o universo das leis editadas, e sim só aquelas que são contestadas no Supremo. Ainda assim, é um bom termômetro para medir a qualidade legislativa do país e ver que algo precisa melhorar.” José Antônio Dias Toffoli, advogado-geral da União

Pres. do STF, min. Gilmar Mendes participa do lançamento do Anuário da Justiça 2009 no STF. - Gil Ferreira/SCO/STF“Está tudo aqui nessa publicação elaborada com desvelo do começo ao fim. Nada parece faltar de conteúdo a avaliação. Para muitos, tem se tornado ferramenta de consulta e instrumento de trabalho.” Gilmar Mendes, presidente do STF

“O Anuário é uma ponte importante entre os operadores da Justiça e da sociedade. Cada edição representa um trecho a mais percorrido nesse caminho. Essa construção exige muita credibilidade tanto dos setores da Justiça como de profissionais da comunicação.” Sidnei Beneti, ministro do STJ

“Estão de parabéns! É um ótimo trabalho. Os perfis de turmas e seções são uma inovação que enriqueceu muito o Anuário.Maria Cristina Peduzzi, ministra do TST

“É uma publicação que faz Justiça ao Poder Judiciário brasileiro.” Luís Felipe Salomão, ministro do STJ

“Gostei muito do AnuárioMoura França, presidente do TST

“O Anuário consolida o elo indispensável entre advogados e tribunais e resgata a ponte da boa convivência.” Edson Vidigal, ex-presidente do STJ

“Nós temos vivido mudanças muito importantes no Poder Judiciário. Às vezes, as pessoas estão tão perto das coisas que não percebem a densidade das mudanças. O Judiciário está rompendo uma barreira, que é a barreira do corporativismo, e está olhando para fora. O Anuário da Justiça está contribuindo para isso.” Maria Teresa Sadek, cientista política

"Realmente, quem está de fora, vê com outros olhos. Mas à distância, sem a percepção do que se dá nas entranhas do organismo, permite até acreditar que o tal Anuário da Justiça contribua. A eventual contribuição se houver não é positiva. Material de propaganda personalística não contribui em nada para a abertura do Poder Judiciário". Ana Lúcia Amaral, procuradora-regional da República em São Paulo. 

“O Anuário contribui para a transparência e a grandeza da Justiça e auxilia os operadores de Direito no acesso à produção jurisprudencial.” Ivan Sartori, desembargador do TJ-SP

“O Anuário é o portal de entrada para novos tempos aonde se possa conhecer o perfil daqueles que escrevem em definitivo a evolução jurisprudencial do Brasil” Nelson Calandra, desembargador do TJ-SP

“É um trabalho extraordinário porque ajuda a enxergar a Justiça de forma simplificada. Uma grande contribuição à ciência do Direito” Mizabel Derzi, advogada

“O Anuário vem cumprindo o papel de ser mais um veículo divulgador do Judiciário.” Américo Fialdini, diretor da Faap

“Meus parabéns pelo excelente trabalho, de enorme utilidade para toda a sociedade brasileira e em particular para os advogados. É mais uma ponte que se constrói entre o Poder Judiciário e a nação brasileira que não o conhecia, senão por referenciais pontuais e nem sempre exatas.” Arnoldo Wald, advogado

"O Anuário está de excelente nível, gráfico e de conteúdo. Isto implica dizer que, além de bonito e agradável de manusear e ler, o livro também é rico em informações capazes de orientar todos que se interessam pela administração da Justiça no Brasil." Roberto Wanderley Nogueira, juiz federal de Pernambuco

“São trabalhos sérios como esse que deixam a gente saber o que está acontecendo.” Sérgio Niemeyer, advogado

“O Anuário nos ajuda muito em nosso trabalho” Luiz Ricceto, advogado

Presenças

A Consultor Jurídico registra a presença dos ministros do TST Moura França (presidente), João Oreste Dalazen, Maria Calsing e Massami Uyeda; do STJ, Humberto Martins, Luiz Fux, Mauro Campbell, Og Fernandes, Sidney Beneti, Benedito Gonçalves  e Edson Vidigal (aposentado); dos ministros do STM Carlos Alberto Soares (presidente) e Sérgio Conforto. Do TSE, compareceu o ministro Marcelo Ribeiro.

Também estiveram presentes os conselheiros do CNJ Técio Lins e Silva, Marcelo Nobre, Antônio Humberto de Souza Júnior e José Adonis; os desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo Ivan Sartori, Carlos Teixeira Leite e Nelson Calandra (presidente da Apamagis); a desembargadora do TRF-3 Suzana Camargo; o diretor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Luiz Fernandes; o coordenador-geral da Unip, José Augusto Nasr;

A advocacia esteve representada por Alberto Zacharias Toron (representante do presidente da OAB, Cezar Britto), Márcio Kayatt (pela Associação dos Advogados de São Paulo); Antônio Correa Meyer (presidente do Centro de Estudos das Sociedades de Advogados representando a OAB paulista), Estefânia Viveiros (presidente da OAB-SF), Arnoldo Wald, Pierpaolo Bottini (ex-secretário Nacional da Reforma do Judiciário), Arnaldo Malheiros, Sacha Calmon, Misabel Derzi, Igor Mauler, Roberto Caldas, Cássio Namur, Ricardo Tosto, Patrícia Rios, Luiz Roberto Barroso, Aldo Campos Costa, Carlos José 'Cajé' Santos da Silva e Celso Mori.

Votos

Não puderam comparecer ao lançamento, mas mandaram votos:

Vladimir Passos de Freitas, desembargador federal aposentado: “Será mais uma grande contribuição ao Judiciário brasileiro.” 

Rui Fragoso, advogado: Mais uma vez o Consultor Jurídico exerce fundamental papel no sentido de contribuir para a disseminação e fomento das relevantes questões jurídicas nacionais, papel este que, reconhecidamente, lhe garante a posição de artífice do nosso Direito.” 

Fausto Martin de Sanctis, juiz federal: "Fico muito grato pelo convite e da manifestação de alegria com a minha presença no lançamento do Anuário da Justiça. Infelizmente não terei como comparecer ao evento por compromissos anteriormente assumidos. Feliz com a indicação, agradeço mais uma vez a gentileza de lembrar de minha pessoa em lançamento tão importante.

Santa Maria Nogueira da Silveira, assessora de imprensa da OAB-SP: “Para toda a equipe da ConJur, um lançamento especial, que o Anuário seja um sucesso ainda maior, começando em Brasília e arrastando todos os estados, até porque essa edição é de longe a melhor. Parabéns!” 

Ali Mazloum, juiz federal: “O Anuário da Justiça já é bibliografia essencial para quem quer bem desempenhar qualquer atividade no ramo do Direito. É um importante instrumento para o aperfeiçoamento de nossas instituições.” 

O presidente em exercício do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Edivaldo Teixeira de Carvalho, e o jornalista Roberto Cosso, diretor do site Última Instância, também agradeceram o convite.

[Texto alterado às 21h25 de 8/5/2009 para acrescentar informação]

Revista Consultor Jurídico, 7 de maio de 2009, 19h32

Comentários de leitores

1 comentário

Parabéns a todos da redação

Surfistaweb3D (Engenheiro)

Senhores, aproveito para relembrar a importância da imprensa livre que este Brasil conheceu após a morte de WLADIMIR HERZOG, generalizar é burrice, devemos nos ater à aqueles que não "justiçaram" o homem responsável neste Brasil, pelo enterro de um judeu "suicidado" nos porões do AI-5, "justiçado" pelos "focas" de redações, pela sua doença, gravatas, sim eu falo de HENRY SOBEL.
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Eu balizo os jornalistas, não por Pimenta Neves, mas sim por todos aqueles que seguem o "espírito" de Bob Woodward e Carl Bernstein, em um longínguo 1972, num edifício chamado Watergate.
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Posto isso, só lamento informação deste minuto do Report Without Borders, neste minuto em 2009 temos 19 jornalistas mortos, 143 aprisionados, não é calando a notícia, que se alcançará a pacificação social.
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Deixo minha crítica ao min. Gilmar Mendes: Nobre causídico, o Sr. deveria deixar de torcer para o Santos, e reconhecer a superioridade do São Paulo Futebol Clube !!!
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Just be kidding, " Fumus Bonis Iuris".
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Reitero meus protestos de admiração a Côrte, e de "sensacionalismo", o mundo já está cheio, basta descer do metrô em londres, e ver as capas dos tablóides, em especial "The Sun".
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Parabéns Redação, jamais desistam de seus sonhos !!!

Comentários encerrados em 15/05/2009.
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