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Imagem em jogo

Woody Allen quer impedir ex-mulher de testemunhar

O ator, comediante e diretor Woody Allen pediu a um juiz de Nova York que sua ex-mulher, a atriz Mia Farrow, seja impedida de ser testemunha de defesa de uma companhia de roupas processada por ele. A empresa American Apparel Inc.'s é acusada de ter usado, em publicidade, nas ruas e na internet, a imagem do ator, sem autorização. Ele quer indenização de US$ 10 milhões. As informações são do site Findlaw.

A empresa também colocou como suas testemunhas de defesa a atual mulher de Woody Allen, Soon-Yi Previn, adotada pelo ator e por Mia Farrow, quando casados, e também o editor da revista pornô Hustler, Larry Flynt. O julgamento começa na próxima sexta-feira (8/5). O advogado da empresa American Apparelr, Stuart Slotnick, sustenta em juízo que colocar essas testemunhas em tela é uma forma de demonstrar que “a imagem de Woody Allen não vale US$ 10 milhões”.

O casamento entre Farrow e Allen acabou em 1992, quando a atriz descobriu que o marido tinha um caso com a filha adotiva do casal, Soon-Yi Previn, então com 22 anos de idade. Woody Allen diz que a empresa tenta usar seus problemas familiares antigos para “excitar as emoções dos jurados e envenená-los”.

A empresa American Apparel é famosa por produzir roupas curtas e trajes sumários, para adolescentes femininas. A imagem de Woody Allen, nesses cartazes da empresa, foi empregada por uma semana, como estereótipo de homem velho que pode ser seduzido por apelos adolescentes. Ele tem 73 anos.

Revista Consultor Jurídico, 5 de maio de 2009, 19h12

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