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Vínculos falsos

PF tenta prender acusados de fraudar a Previdência

A Polícia Federal em Minas Gerais começou a cumprir, nesta segunda-feira (8/6), mandados de prisão contra fraudadores da Previdência. Há também seis mandados de busca e apreensão de documentos em um escritório contábil. Dois deles são de Belo Horizonte, e os demais nos municípios de Sete Lagoas, Itabirito, Fonseca e Bela Vista de Minas.

De acordo com a PF, “as investigações identificaram que o grupo criminoso fraudava a Previdência Social, mediante a implantação de vínculos empregatícios falsos, em carteiras de trabalho e em GFIPs (Guias do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social) e, em seguida, auxiliava que os clientes obtivessem benefícios do INSS, fazendo-se passar por doentes mentais”.

O prejuízo estimado aos cofres públicos é de mais de R$ 5 milhões e se refere a aproximadamente 200 benefícios desviados. Os presos responderão pelos crimes dos artigos 171 e 288 do Código Penal.

A operação ganhou o nome de Tarja Preta. A PF diz que o nome de batismo da operação “faz alusão à obtenção de benefícios psiquiátricos por clientes da quadrilha, os quais, valendo-se da documentação fraudulenta, e mediante a ingestão de medicamentos de uso controlado, obtinham auxílios-doença previdenciários e aposentadorias por invalidez previdenciária”. *Com informações da Assessoria de Imprensa da PF de Minas Gerais

Revista Consultor Jurídico, 8 de junho de 2009, 11h18

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