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Supervisão em presídios

Mutirão carcerário libertou 578 presos no ES

O Conselho Nacional de Justiça, em parceria com o Tribunal de Justiça do Espírito Santo, concluiu o mutirão carcerário no estado. Foram libertados 578 presos. Desde agosto de 2008, mais de três mil pessoas já foram libertadas como resultado dos mutirões carcerários promovidos pelo CNJ no Brasil.

Ao todo, a equipe formada por juízes, defensores, promotores e servidores verificou 7.022 processos em dois meses. No Espírito Santo, o CNJ promoveu também, pela primeira vez, mutirão carcerário na Vara de Infância e Juventude. Foram analisados 780 processos e libertos 217 menores.

No evento de encerramento do mutirão, o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, voltou a chamar a atenção dos juízes para a situação carcerária no país. “Somos nós que supervisionamos o presídio, somos nós que mandamos prender”, afirmou. O ministro informou que foram 24.201 processos analisados, 6.407 benefícios concedidos e 4.173 alvarás de soltura. “O esforço vale a pena, pois se trata de um bem de valor incalculável, que é a liberdade”, explicou.

O ministro visitou o complexo penitenciário de Viana, na região metropolitana de Vitória, onde conversou com presos e conheceu os projetos sociais desenvolvidos na Unidade Prisional Média II, que fica dentro do complexo. A unidade prisional abriga 270 detentos e o complexo penitenciário de Viana que é formado por seis unidades tem um total aproximado de três mil presos. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 24 de julho de 2009, 20h23

Comentários de leitores

1 comentário

bastaria informatizar a execuçao penal

analucia (Bacharel - Família)

bastaria informatizar a execuçao penal e colocar o atestado de pena na internet, mas os presos estáo sendo usados como moeda para alguns setores, em especial a defensoria, a qual quer ter monopólio de preso e pobre.

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