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Invasão a navio

MPF-PE quer condenação de coordenador do MST

O Ministério Público Federal, em Pernambuco, quer a reforma da sentença que absolveu o coordenador estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Jaime Amorim. Por isso, entrou com recurso no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, nesta sexta-feira (3/7). Em 2004, o MPF acusou Amorim de comandar a invasão ao navio liberiano Antillanca, em julho de 2000. De acordo com denúncia do MPF, “mais de 500 pessoas ligadas ao movimento invadiram a embarcação utilizando pedaços de pau, pedras e coquetéis “molotov”.

O Antillanca estava ancorado no Porto do Recife. Chegou da Argentina com a carga de 38 mil toneladas de milho transgênico importado por avicultores pernambucanos para ser usado como ração animal. Em sua denúncia, o MPF pediu a condenação de Jaime Amorim. A primeira instância, no entanto, entendeu que não houve provas suficientes para a condenação.

O MPF em Pernambuco alega, entretanto, que, conforme consta em entrevistas cedidas a diversos veículos de comunicação na época, Amorim revelou a intenção de incendiar a carga do Antillanca, atuando de forma consciente e voluntária. O MPF-PE entende, também, que os sem-terra agiam sob orientação do coordenador estadual e não por suas próprias iniciativas.

Por isso, pede que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região condene o coordenador estadual do MST “pela prática criminosa de destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia, tipificada no artigo 163 do Código Penal”. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF-PE

Revista Consultor Jurídico, 3 de julho de 2009, 17h25

Comentários de leitores

1 comentário

MST x Navio (???)

Zerlottini (Outros)

Eles iam plantar alguma coisa no navio? O maior medo que tenho é de quando os fazendeiros começarem a se defender do pessoal do MST. Será uma mortandade das maiores que já houve neste país. Porque, se os fazendeiros usarem armas, eles estarão apenas se defendendo, porque os "MSTistas" estão armados. Ou alguém tem dúvida de que uma foice, uma enxada, um machado ou um facão sejam armas? Houve uma época em que a gente ia pescar e costumava ter facas de cozinha apreendidas pela polícia Florestal - que não estava na "floresta", mas às beiras das rodovias, parando carros e dando "buscas". Ainda me lembro de que eu morava em Pirapora, quando minha filha caçula nasceu. Viemos, minha mulher e eu trazê-la a BH para batizá-la. Fomos parados por uma "blitz" no "trevão" de Curvelo. Tive de tirar tudo de dentro do porta malas do carro, para que os policiais vissem que eu não tinha tarrafas, redes e nem armas. E o pessoal do MST - que agora vai ganhar até "bolsa família" do "cumpanhêru" - pode sair por aí, invadindo fazendas, destruindo propriedades alheias, ao seu "bel prazer". E VIVA O BRASIL... SIL... SIL...
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

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