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Comentários de leitores

8 comentários

ISTO É UMA VERGONHA

Arnaldo Jr. (Professor Universitário)

Como o diria o Borys Casoy.
Para diminuir o trabalho, aplicam um redotor de entrada de processos, não pela prestação judicial a contento, mas de impossibilitarem o acesso a ela, com uma "hipocrisia" chamada LEI DOS RECURSOS REPETITIVOS.
Cada processo é um caso; cada caso uma história. Nada é igual, e optaram por considerar igual, para tolher-se-lhes direitos, e não para garantí-los, ainda mais, como têm obrigação de assim o fazer.
Absurdos que implentam, e ainda recebem louvures por isto...
MEU DEUS...

Recorrer é preciso!!!!

jorge celidonio (Advogado Autônomo)

Segundo estatística do STJ ref. a 2008, 49,31% dos recursos especiais foram providos!! Isso quer dizer que se está julgando pessimamente nas instâncias estaduais! Ou seja, quase metade dos Especiais que conseguem passar pelos "filtros" (destinados a evitar julgamentos)são acolhidos! Portanto, é preciso recorrer, sim, e sempre! Não se pode aceitar que aos advogados se atribua a "mania" de recorrer por recorrer! ; recorrer é preciso, sempre, até que os julgamentos melhorem!!

Migração do 105º para o 1º

MTADEO (Economista)

Em matéria de fuga do Estado de Direito esses Supremos estão ganhando. Súmulas vinculantes, atropelos na legislação, apesar destas leis serem ineficientes. O Brasil é o país em que mais se pratica a inconstitucionalidade, haja vista que sempre é o Supremo que determina o cumprimento da lei. Temos que aceitar que a redução dos julgamentos é normal?...

enquanto na 1ª instância ...

M.P. (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Enquanto a carga de 1ª instância está aumentando, aumentando e aumentando. Só soluções tecnológicas e processuais para resolver este grave problema.

e as ADINs ???

analucia (Bacharel - Família)

Entáo deveriam julgar as ADINs que estáo paradas há anos !!!

O pipoco, trovão, relâmpago e raio

Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)

Os juízes de 1º grau possuem a força do estalo, com competência em razão do valor e da matéria conforme normas da organização judiciária est ou fed (art 91 CPC) ou conforme CF artigo 109 incisos e parágrafos e CPC. Os de 2º grau est ou fed possuem a força do trovão, com competências recursal e originária CPC, leis de organização judiciária ou conforme CF artigo 108 incisos e alíneas e CPC. Os do STJ- possuem a força do relâmpago com competência na CF artigo 105, incisos, alíneas e parágrafos. Os do Supremo Tribunal Federal (onze o número áureo) com competências de um poderoso meteoro na terra de dinossauros. Com a força do raio equivalente a Zeus- para as matérias elencadas na CF artigo 102, I, a” até r”, II, a” e b” , III, a” a d”.- Com as Arguição de Preceito Fundamental, diretas de inconstitucionalidade e declaratória de constitucionalidade pode numa liminar de antecipação de tutela fulminar temas que cumpriram due process durante décadas, num átimo. STF e STJ são tribunais de cassação seletivos. As justiças especializadas chegam apenas no trovão, já que são do STF e STJ podem rever suas decisões. Na escalada processual , o tempo é devorado por Cronos . A lógica essencial seria a força una na primeira etapa em sentença com análise das matérias federais e constitucionais.Uma tríade 1º, 2º e 3º grau, a primeira decisão ao invés de singular passa a ser plural. A Santíssima trindade na linha de frente, os três mosqueteiros. Epa! mas são quatro graus. Ora, os três mosqueteiros eram quatro. Daí, não teríamos mais de ler sobre as aborrecidas virtudes do Recurso Repetitivo e Relevância, essas coisas mais quejandas. que não passam de controle de cima p/baixo.Esses recursos acabaram.

E havia Ministro reclamando querendo barrar recursos

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Acredito que o tempo e o bom uso de instrumentos, como a estatística, são os melhores conselheiros.
A preciptação de declaração de Ministro do STJ, dos mais novos, egresso do TJERJ, que os recursos iriam inviabilizar o STJ, ao que brilhantes comentaristas discorreram sobre a verdade, negativa de prestação jurisdicional, com os fatos demonstrados caiu por terra.
Sou de opinião que quando algum Desembargador Estadual ou Federal ou egresso dos MPs chegam ao STJ, devem ter em suas mentes que os laços com as antigas instituições devem ser rompidos, a antiga carreira é finda. E não fazer do STJ uma continuação da carreira anterior.

Exposição na mídia

Armando do Prado (Professor)

Será que não tem a ver com excesso de exposição na mídia cabocla?

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