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Extensão de mandato

No TJ-SP, vão-se os mandatos, ficam os privilégios

Comentários de leitores

14 comentários

Segredos de Estado?

Zé Renato (Oficial de Justiça)

Fiquei muito curioso para saber quais informações os senhores feudais do TJ-SP guardam. Seriam privilégios, que ainda não conhecemos?

Bizarro

Ed Gonçalves (Bacharel)

Como estudante de direito, posso até não saber ainda para onde direcionarei minha carreira. Mas já tenho formada a convicção de que não quero ser nada parecido com comentarista aqui que, só por conta de um concurso público (marcou X nas questões certas), se acha na condição merecedora de privilégios pouco ou nada republicanos.
São exatamente esses que dão voz de prisão a torto e a direito, carteiradas em boates e blitzes, sem contar aquele famoso "sabe com quem está falando?".
Pobre coitado!

PERDEU UMA GRANDE OPORTUNIDADE DE FICAR CALADO!

Cláudio João (Outros - Empresarial)

Meu amigos: o tema, nem polêmico é. Sem dúvida é privilégio de um grupo de sem noção que legisla em causa própria. Quão ridículos se tornam! Tal qual o prosecutor ou coisa parecida, que não se identifica pelo nome, por falta de valentia de defender um ponto de vista claramente corporativista. Bem dito por um blogueiro, imagina ter feito concurso para Deus. Eu também fiz concurso, dos mais concorridos, aposentei-me e, no entanto, não reinvidico segurança, após deixar o cargo, porque mereço! O melhor presidente do últimos anos do TJSP, Celso Limongi, coloca bem a questão. Se houver necessidade, por circunstâncias outras que ameacem a vida do servidor, não só eles, mas qualquer um, precisa de segurança.Não porque participou de um Conselho da Justiça e, por isso, terá de ter, por dois anos, seguranças militares(!) que poderiam desempenhar funções de segurança da população.Desçam do seu pedestal e venham prestar serviço à população que lhes paga, através dos impostos, sua renda mensal.

prosecutor acha que se faz concurso para ser DEUS !!!

daniel (Outros - Administrativa)

O prosecutor acha que se faz concurso para ser DEUS !!!
E o pior é que faz o concurso uma vez só e depois nem precisa mais estudar, embora o Direito mude quase que diariamente nos dias atuais.
Devemos exigir avaliação (novo concurso) a cada cinco ou dez anos !!
As leis sáo o Direito em um país positivista. O Direito demora muito a mudar, pois os velhinhos gagás ocupam cargos em um sistema vertical e sem rodizio permanente para oxigenar as idéias.
abs

USAR A BOCA PARA DEFECAR

rodolpho (Advogado Autônomo)

Prosecutor, a boca foi feita para falar e não para fazer cocô, e foi isto o que você fez aqui.
Dirigir a redação do Conjur é prá lá de imensamente, e o Mauricio Cardoso faz essa direção com o brilhantismo de um maestro numa tremenda orquestra sinfônica. Caramba, todos os artigos do Conjur têm que ser guardados como tesouros por tudo o que ensinam.
E vem você com toda essa prosopopéia, Prosecutor, chamar o Mauricio Cardoso de seis xingações?! Chamou o cara de “banana”, de “besta”, de “idiota”, de “ignorante”, de “tolo”, de “avesso aos estudos”!!
A impressão que dá é que você está se olhando no espelho e confundindo a sua própria imagem com a do Mauricio Cardoso, pois todos esses xingamentos cabem a você. Além de ditador!
Leia Max Weber, cara, é ali que está o chamado “poder formal”, “poder burocrático”, daqueles que sobem ao poder não pela capacidade, mas por meio de concursos mequetrefes.
A sua maneira de se expressar já mostra que o concurso que você fez não passa de um lixo. Você, que tem a obrigação de defender a Constituição, escarra nela, ao negar ao Mauricio Cardoso o direito de expressão e de opinião garantido pela Constituição Federal.
Eu sou absolutamente contra essa mordomia de segurança para os desembargadores que deixaram o cargo. Acho isso um disparate, um abuso, que tem que ser, sim, combatido.

USAR A BOCA PARA DEFECAR

rodolpho (Advogado Autônomo)

(continuação...)
O que é que há? Você vai querer partir para o xingo contra mim também? Cresça e apareça, cara. Eu sou matemático profissional, e só depois de coroa é que eu fui fazer direito na Universidade de São Paulo.
Pelos seus tropeços com a linguagem, eu já vi que você não tem nenhuma formação em Geometria, e, como Platão dizia, só a Geometria dá disciplina ao pensamento lógico.
Vou lhe dar uns teoreminhas de Geometria de 7ª e 8ª séries, e vamos ver se você consegue sequer entendê-los, quanto mais demonstrá-los.
Vou recomendar a você a leitura de um livro para principiantes. Chama-se “Enunciação e Pragmática”, de Herman Parret. Com auxílio de um bom professor, em 40 ou 50 anos você vai conseguir entender esse livro. E só depois volte aqui, pois aqui não há espaço para os que defecam pela boca como você faz.
Encerro com as minhas homenagens ao Mauricio Cardoso, dizendo: Mauricio, a galera toda esculhambou com esse tal de Prosecutor e deu apoio integral a você, como eu estou fazendo. Grande abraço.

Deus eu? Não! Deus perdoa.

prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

Daniel, o Direito não muda todo dia nos dias atuais. Muda a lei. O Direito evolui, lentamente. Estude mais. Não decore leis, elas mudam, hoje ou amanhã. Aprenda princípios. Direitos adquiridos (gostem ou não). O resto é bobagem de militantes que usam desculpas para o que não aprenderam. "Muda todo dia, por que devo estudar?". Daí a quantidade de palpiteiros imbecis falando do que não entendem. Cargo vitalício não é incompatível com benefício temporário (que não é privilégio). Privilégio é benefício vitalício a ocupante de cargo temporário.

Próximas gerações

Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)

Em primeiro lugar esta de parabéns o articulista do Conjur, por se valer do que assegura a Constituição Federal, sendo, portanto, as críticas endereçadas ao jornalista absurdas e típicas de pessoas que possuem pensamentos ditatoriais, e não aceitam ser contrariados.
O concurso público não é um sinônimo de imunidade nem tampouco de privilégios, devendo sim todo aquele que se submeteu a uma seleção rigorosa entender que deve acima de tudo servir, logicamente isso se aplica a quem realmente possui vocação, o que infelizmente não é o que pensam a alguns, que apenas se preparam para um concurso público preocupados em obter privilégios.
Também gostaria que os dirigentes do Poder Judiciário do Estado de São Paulo, tivessem em mente que os servidores do TJSP também necessitam do mínimo, ou seja, um salário justo, pois prestam serviços relevantes, e sem eles a máquina não funciona.
Por fim, há que se lembrar que vivemos em um País capitalista onde a regra deve ser a iniciativa privada, que com o pagamento de tributos sustenta toda a burocracia do Estado, e a continuar o sangramento desenfreado das finanças públicas, para se manter privilégios, no futuro não haverá condições nem mesmo de se pagar um simples salário as futuras gerações de Magistrados, Procuradores, Promotores de Justiça, Defensores Públicos e demais carreiras.
Portanto, não devemos agir como a maioria dos políticos, que pensam apenas nas próximas eleições, mas sim como estadistas que se preocupam com as próximas gerações.

O prosecutor acha que se faz concurso para ser DEUS !!!

daniel (Outros - Administrativa)

O prosecutor acha que se faz concurso para ser DEUS !!!
E o pior é que faz o concurso uma vez só e depois nem precisa mais estudar, embora o Direito mude quase que diariamente nos dias atuais.
Devemos exigir avaliação (novo concurso) a cada cinco ou dez anos !!
abs

um absurdo!

analucia (Bacharel - Família)

um absurdo que precisa ser combatido !

Contraditório

Pedro Afonso Gomes (Economista)

O primeiro "considerando" é que os membros do CSM ainda detêm informações privilegiadas. Nesse caso, o objetivo da segurança seria proteger o Estado, já que eventual sequestro dos desembargadores permitiria que tais segredos fossem de conhecimento de malfeitores. Então, a lógica é que a segurança não pudesse ser dispensada. Ou então, que não colocassem, no texto do Provimento, esse "considerando".
De qualquer forma, parabéns ao desembargador Celso Limongi, que foi à ferida: os juízes de primeiro grau e os promotores de justiça é que podem ser alvo fácil de criminosos e suas "fraternidades", portanto a eles é que deveria ser privilegiada a segurança.

Prosecutor, hilário o que diz

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

1. A insignificância das pessoas a serem protegidas no caso, seja intelectual, seja quanto a sua real importância e projeção, tornam um pouco ridícula a medida. Salvo que queiramos protegê-los dos flanelinhas ou dos mendigos que pedem "um real" na rua. :-)
.
2. Diga-se o mesmo dos membros do MP que nada têm de especiais salvo o fato de que como criaturas amestradas pra o êxito responDeram certinho algumas perguntas em prova, não sendo o cargo, por si só, nada que os permita ultrapassar a sua condição de servidores extrapolando-se para a condição de servidos, que é como amiúde querem ser.
.
3. Choca a indelicadeza do comentário para com o articulista que, bem no estilo inodoro na Conjur, sequer emitiu opinião, apenas relatando o fato, mas é agredido nesta forma por quem se diz membro do MP pelo devido ao simples uso da palavra "privilégio".
.
Tenho a certeza de que fosse o contrário, sendo o ele realmente membro do MP, correria para processar por injúria o jornalista se este o chamasse de "banana".
.
Bah, é ridícula mesmo a segurança para ilustres desconhecidos do populacho, tão desconhecidos como aqueles do MP cujo vulto inexpressivo sofre um inchaço debaixo da toga.
.
E se formos falar da violência corriqueira, isto é, não dirigida contra o cargo, mas a violência comum, mendigos e desembargadores não gozam de um status de cidadnia e humanidade diferente...só que de vez em quando queimam mendigos na rua, pelas noites, enquanto nunca ouvimos falar de desembargadores incendiados...
.
Acho que no mínimo vc deveria pedir desculpas ao jornalista, camarada. Posso recomendar-lhe algumas lojas também, que vendem espelhos excelentes!
.
Não tem vergonha não, cara, em falar assim do jornalista por nada?

Prosecutor...hilário

Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)

1. A insignificância das pessoas a serem protegidas no caso, seja intelectual, seja quanto a sua real importância e projeção, tornam um pouco ridícula a medida. Salvo que queiramos protegê-los dos flanelinhas ou dos mendigos que pedem "um real" na rua.
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2. Diga-se o mesmo dos membros do MP que nada têm de especiais salvo o fato de que como criaturas amestradas pra o êxito respodneram certinho algumas pergutnas em prova, não sendo o cargo, por si sós, nada que os permita ultrapassar a sua condição de servidores extrapolando para a condição de servidos, que é como amiúde querem ser.
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3. Choca indelicadeza do comentário para com o articulista que, bem no estilo inodoro na Conjur, sequer emitiu opinião , apenas relatando o fato, mas é agredido nesta forma por quem se diz membro do MP pelo simples uso da palavra "privilégio".
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Tenho a certeza de que fosse o contrário, sendo o ele realmente membro do MP, correria para processar por injúria o jornalista se este o chamasse de "banana".
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Bah, é ridícula mesmo a segurança para ilustres desconhecidos do populacho, tão desconhecidos como aqueles do MP cujo vulto inexpressivo sofre um inchaço debaixo da toga.
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E se formos falar da violência corriqueira, isto é, não dirigida contra o cargo, mas a violência comum, mendigos e desembargadores não gozam de um status de cidadnia e humanidade diferente...só que de vez em quando queimam mendigos na rua, pelas noites, enquanto nunca ouvimos falar de desembargadores incendiados...
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Acho que no mínimo vc deveria pedir desculpas ao jornalista, camarada. Posso recomendar-lhe algumas lojas também, que vendem espelhos excelentes!
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Não tem vergonha não, cara, em falar assim do jornalista por nada?

Privilégio não, obrigação!

prosecutor (Procurador de Justiça de 2ª. Instância)

Privilégio é segurança a ex-presidente da República. Nunca prestou concurso, nunca integrou carreira do Estado e, mesmo analfabeto, eleito, carrega privilégios no ócio. Quem presta concurso, se dedica mais de 30 anos a um dos Poderes e, depois que deixa o cargo, tem privilégio??? não! Tem direitos! Só na cabeça de bananas como o articulista que não tem o privilégio de estudar antes de falar besteira. Privilégio é conceder aposentadoria a idiotas que passam 30 anos escrevendo besteira e postulam o dreito (?) ao ócio remunerado. Nós, pobres leitores é que deveríamos ter aposentadoria por aturar despreparados escrevendo do que não sabem. E segurança contra tolices!

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