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Comentários de leitores

6 comentários

Quanto às ponderações de Toron e Britto

Luís R. (Outros - Administrativa)

Nobres Colegas,
Caros Leitores,
Ser polêmico não é demérito em si, acredito eu. Ser polêmico pode significar ser contraditório, incoerente, desequilibrado. Entretanto, pode significar coragem, arrojo, independência. A polêmica pode decorrer tanto do demérito e do vício de condutas quanto de suas virtudes.
Acredito que nosso Digníssimo Presidente da OAB, Cézar Britto, e o advogado Toron se precipitam ao julgar o juiz Julier Sebastião da Silva como fazem agora por meio da imprensa.
Britto e Toron, na defesa de seu par, esquecem de respeitar o direito fundamental ao contraditório de nosso magistrado.
Devemos respeitar sua autoridade. Afinal, ele foi legitimamente incumbido da função pública que exerce, e até o momento não há nada além de fofocas contra sua pessoa.
Os colegas, a quem muito admiro, pecam aqui ao fazerem, a meu ver, justiça privada, valendo-se do trânsito que tem na imprensa.
A OAB e suas seccionais não cresceram num balão de ensaio, imunes à velha tradição clientelista e patrimonialista. Tradição essa que tem como princípio a privatização do público – veja o caso do Senado da República.
Vale lembrar, ainda que de passagem, as inúmeras notícias de indícios de irregularidades na aplicação do Exame da Ordem, que pipocaram nas seccionais país afora. A última dessas notícias vem da própria seccional de São Paulo, que resolveu então aderir ao Exame Nacional, como as demais resolveram por bem.
Portanto, vamos com calma!
Se formos julgarmos as pessoas da forma como faz a OAB, em relação a Julier Sebastião da Silva, poderíamos estar todos no mesmo barco.
Minhas sinceras saudações!

Lamentável

toron (Advogado Sócio de Escritório)

É inaceitável que um juiz qualificado pelo eufemismo de "polêmico", inclusive pelos seus pares, possa continuar na magistratura, desfrutando de tanto poder, sem ter o menor equilíbrio em suas decisões. O caso do afastamento do Presidente da OAB/MT, Dr. Faiad, é mais uma demonstração da utilização do sagrado poder de cautela deferido aos magistrados de forma abusiva, se não criminosa. Pelo que se vê, a decisão foi proferida em regime de plantão com base na mera alegação da parte. Sem entrar no mérito de saber se apenas o Conselho Federal poderia afastar o dirigente da Seccional, um juiz que age com tal demonstração de facciosidade, além de arcar com os danos morais causados, em nome da segurança dos cidadãos e do respeito que merece o Judiciário, não pode continuar judicando.
Alberto Zacharias Toron, advogado, Presidente da Comissão Nacional de Prerrogativas profissionais e diretor do Conselho Federal da OAB

Estrago feito...

Émerson Fernandes de Carvalho (Advogado Sócio de Escritório)

...E justamente quando os advogados comemoravam o seu dia.
É, realmente, lastimável o que aconteceu no MT, e que merece toda a atenção daqueles que pugnam pelo respeito recíproco, que deve sempre existir entre os operadores do direito.

O CONJUR já era! Foi cooptado via Mendes!

Nado (Advogado Autônomo)

Matérias apenas informativas, nada contra os governos, nada contra os poderes, nada contra Mendes, nada sobre as corrupções, nada contra o liberalismo, nada a favor da verdadeira democracia, nenhuma crítica à verdadeira e tirana ditadura que estamos vivendo, nenhuma crítica ao ineficaz CNJ... Parabéns ao CONJUR, cooptado como quase toda a imprensa brasileira e com medo dos formadores de opinião! E viva a Honduras de hoje, única república latino-americana que faz valer sua Constituição! Lula tem é medo da intervenção e da incriminação que já deveriam ter havido aqui contra todos os nossos governos eleitos nessa nossa pseudo democracia!

OAB MT

Dr. Felipe Reis (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Meus Caros, esse decisão teratológica foi revogada ainda hoje. E o nosso presidente foi reconduzido ao cargo.
Mais informaçoes no site da Seccional de MT.
Grato

Contestções não se propagam no vácuo.

Felipe Lira de Souza Pessoa (Serventuário)

Alguém tem que avisar a Cesar Brito que é apenas um afastamento, não é condenação prévia.

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