Consultor Jurídico

Comentários de leitores

8 comentários

Lastimável

Fábio (Advogado Autônomo - Civil)

Todos os dias somos obrigados a engolir gente defendendo os pobres coitados dos marginais. Bandido rico sempre foi o alvo predileto dos grandes advogados, que acima de tudo esta o direito do humilde cidadão marginal. Agora a cara de pau é tanta que até traficante e organizações criminosas, muito conhecida pela sua violência entraram no rol dos pobrezinhos. Esta na hora de dar um basta a esta hipocrisia, temos que nos adiantarmos contra os bandidos, sejam os de colarinho branco ou as grandes organizações. O combate deve ser direto, as leis devem ser modificads sim, inclusive, se preciso, a Constituição. Ficar se utilizando de retóricas obseletas é fascismo e desumano. Acreditar que se fará justiça criando, ou vivendo com as dificuldades jurídicas, é pura ilusão ou pior, hipocrisia. Chega de um país arcaico, velho, estagnado em leis que só beneficiam bandidos, um país onde não vale o dito " o crime não compensa".

RETIFICAÇÃO

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

LEIA-SE "SAUDOSO"

QUEM PROCURA ACHA

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

É ÓBVIO QUE NÃO SE TRATA DE UMA REGRA, MAS, HISTÓRICAMENTE, SE OS PARTICIPANTES DA DEMANDA PENAL FIZEREM O SEU TRABALHO ESTRITAMENTE DENTRO DA LEGALIDADE, SEM ABUSOS, GRACINHAS, MARACUTAIAS, EXIBICIONISMO E OUTRAS MAROSCAS (expressão muito usada pelo saldoso J.J. Alvim Passos), POR CERTO O RISCO DE VINGANÇA SERÁ MÍNIMO, POIS QUE O "JUSTO" SEMPRE É CREDOR DE TODO RESPEITO (em qualquer grau social).

Raciocínio ilógico

Lima (Advogado Autônomo - Tributária)

Dr. Artur,
Com o devido respeito,seu comentário beira ao ridículo. A questão é que se o Magistrado ou o Promotor tem medo ou receio de reflexos de sua profissão em sua vida pessoal ou de seus familiares, simplesmente, deve procurar outra profissão. Todo bom salário, com todas as regalias do funcionalismo público traz junto alguns riscos. Ninguém é obrigado a ser juiz ou promotor, porém, se quiser abraçar esta vida, tem que igualmente submeter-se aos riscos que a mesma carrega. Todo bônus tem um ônus. O réu tem o direito de saber que é seu acusador assim como tem o direito de saber quem é o juiz que o está condenando. A questão da segurança do juiz ou do promotor é problema do Estado e não do réu. Sei que discordará veementemente da minha análise, mas lhe pergunto: E quanto a situação dos carcereiros então? Será que a vida destes tem menos valor que a vida do nobre magistrado ou do Dr. promotor?

Ampla defesa

M.P. (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Na verdade, o réu tem o direito de saber nome, endereço, CPF, RG, filiçao, nome completo dos filhos, escola em que estudam, trajeto para ir voltar, horários, e se tem algum doente na família mais fácil de seqüestrar.

Penas mais severas

Lima (Advogado Autônomo - Tributária)

Não discordo do autor. Realmente o réu tem o direito de saber quem o está condenando. Porém, como neste País criminoso não fica preso, e quando fica, permanece poucos anos, indicar os dados pessoais do Juiz pode igualmente ser uma temeridade. O que deveria ocorrer é a extinção da regressão de regime, se terminando com o regime semi-aberto também. Ainda, se não há a possibilidade de pena de morte, ao menos a sociedade deveria considerar a prisão perpétua como uma saída. Só sei que do jeito que está a situação não pode permanecer. A violência tomou conta do Estado, e hoje andar pelo Brasil é alto risco.

AULA GRÁTIS

olhovivo (Outros)

Caro Coelho, aí vai uma aula grátis: sua frase "perde parcialmente a cidadania" é grotesca. Todo acusado deve ter todos os direitos assegurados, notadamente o de ser julgado por juiz natural, pois enquanto não condenado definitivamente não há como afirmar que "vive do crime". Qualquer pessoa pode tornar-se suspeito, indiciado ou acusado, haja vista o primor de Polícia, MP e Judiciário que temos. Isso não é sinônimo de "culpado" ou "meio culpado". E olha que já houve muito "culpado" vítima de erro judiciário, conforme a história registra. Defender a tese da "meia cidadania" é parecido com as afirmações de "meio grávida" ou "meio morto".

Desde quando o réu tem tantos direitos?

E. Coelho (Jornalista)

Desconheço esse suposto direito do réu saber o nome do juiz que o condenou.
Sei que a Carta Magna concedeu inúmeros direitos aos cidadãos, mas quem vive do crime perde parcialmente a sua cidadania.
O nobre advogado defendeu com garra o direito do réu. Será que vai aparecer alguém para defender os otários, digo os humanos direitos?

Comentar

Comentários encerrados em 22/04/2009.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.