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Comentários de leitores

4 comentários

"Pimentábilis anus outrem, refrescorum est", né ?

Çidadãozis Hinconformádius  (Outros)

Engraçado né ? Levam uma empresa do governo a preço de banana, mandam embora meio mundo, obtêm lucros astronômicos, "maquiam" balanços para dizer que estão em crise e saem impunes. Só quero ver se quando essa crise (aliás, fabricada, diga-se de passagem - leiam o artigo do advogado Neemias Gueiros Jr.: "A Maior fraude da História"), se vão readmitir os funcionários demitidos ou vão obrigar a quem ficou a fazer o trabalho de quem saiu, ameaçando-os de que "se dêem por feliz te ainda terem o emprego, portanto, trabalhem por 3 ou 4, seus desgraçados" ! Porque não diminuem a margem de lucro ou os salários dos executivos ? Por que não devolvem a empresa para o governo ?

Ditado popular

Macedo (Bancário)

É a confirmação do famoso ditado popular: "Vão-se os anéis e ficam-se os dedos".

HÁ LUZ NOS TRIBUNAIS SUPERIORES!

Cláudio João (Outros - Empresarial)

A decisão do Ministro Moura França, Presidente do TST, suspendendo a decisão do Presidente do TRT da 15ª Região que declarava abusiva a dispensa de 4000 trabalhadores da Embraer, elastecendo a dispensa por quase um mês, veio iluminar a discussão sobre o assunto. A decisão do Presidente do TRT da 15ª Região, corroborrada por sindicatos e, surpreendentemente, por alguns advogados trabalhistas, fere o mais singelo direito a que tem a empresa de ajustar seu quadro de trabalhadores, de acordo com a sua necessidade de mão-de-obra, pagando as verbas rescisórias legais. E não estamos numa época normal, mas, sim, no meio de uma grave crise, mormente as que se dedicam, como é o caso, a produzir bens que levam anos para serem fabricados necessitando, assim, de uma certeza no ambiente econômico, impossível, hoje, de se ter. O Exmo. Min. Presidente decidiu com sabedoria no sentido que não se pode obrigar a empresa a não demitir, alegando que não passou por negociações. Ora, nesse caso, a empresa teria de continuar pagando os empregados demitidos, até que o Tribunal, agindo como tutor, quiçá Deus, resolvesse que era o momento certo da dispensa! Como a própria decisão do Presidente do TRT da 15ª acolheu grande parte da proposta da empresa, intrigante, no mínimo, a manutenção da abusividade da decisão. Caso contrário, deveriam os interessados numa decisão diferente, pagar a folha de pagamento do próprio bolso, caso contrário, típico milagre com o chapéu alheio!

Bingo! Até que enfim alguém fez cumprir a lei.

Prof. Dr. Jose Antonio Lomonaco (Advogado Sócio de Escritório)

Fiquei pasmo, objeto de comentário em notícia anterior, quando vi a decisão de TRT da 15a. Afinal, e até que enfim, alguém se dispôs a fazer cumprir a lei.
Pelo menos, neste particular, ficamos felizes em saber que "ainda existem juízes em Berlim".

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