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Comentários de leitores

7 comentários

Nota da Redação:Comentário suprimido em razão d...

GCXK (Advogado Assalariado)



Nota da Redação:
Comentário suprimido em razão de fraude do usuário no cadastramento.

Não conheço o magistrado. Culpado ou inocente, ...

sebastian (Bacharel - Administrativa)

Não conheço o magistrado. Culpado ou inocente, seja lá como for, já está condenado há dois anos, não pela autoridade competente, mas pela inaceitável prática que instaurou no país, de primeiro divulgar, enxovalhar a honra, para depois apurar.

O artigo é muito bom e só não vê quem não quer ...

Leila (Outros - Empresarial)

O artigo é muito bom e só não vê quem não quer ou tem algum interesse nisso tudo...

Concordo com Davi. O artigo fere a boa técnica ...

Crítico (Jornalista)

Concordo com Davi. O artigo fere a boa técnica jornalística. Não esquecendo que é absurdo o que fizeram com o desembargador. E ainda deixaram passar dois anos.

Tem razão o Davi. O autor do artigo parece susp...

Nelson Rodrigues (Outros)

Tem razão o Davi. O autor do artigo parece suspeito de ser suspeito. É o caso de chamar o delegado Protógenes, botar um par de algemas nele, jogá-lo na cadeia e só soltar depois que ele provar a sua inocência.

Não vou analisar nem o assunto tratado no texto...

Bob Esponja (Funcionário público)

Não vou analisar nem o assunto tratado no texto, apenas a forma como ele foi escrito. Como uma criatura que se julga diretor de revista pode ser tão tendencioso. O artigo foi pago por acaso? Basta relatar os fatos, sem paixões ou defesas e acusações. Se for claro o ponto de vista ele se destacará no simples relato das informações. Se o desembargador for inocente, o texto não o ajuda nem um pouco, afinal texto tendencioso sempre procura esconder a verdade.

Esta prática da PF não é novidade: apontar algu...

olhovivo (Outros)

Esta prática da PF não é novidade: apontar alguém como suspeito pela "proximidade" com outro suspeito com "ligações" com um terceiro suspeito. Também não é novidade isso servir de "base empírica" para a acusação e seu recebimento. Tudo isso passando incólume pelo "pudê" judiciário. Criaram e alimentaram o monstro que agora começa a devorar o criador.

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