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Ranking de notícias

Prisão de juíza e policial no Paraná é a notícia mais lida na ConJur

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A notícia mais acessada desta semana na revista Consultor Jurídico foi a prisão da juíza do Trabalho, Rafaela Barros Pantarotto e de seu namorado, o policial federal Cláudio Vinicius de Oliveira, num hotel de Curitiba. Os hospedes do barulho foram detidos após se envolverem em uma confusão que terminou em tentativa de homicídio no saguão do hotel.

O texto foi acessado 5.543 vezes desde sua publicação, na última terça-feira (18/11). Já a revista teve 553.515 mil visitas, num período de sete dias, aponta medição do Google Analytics. Na semana anterior, a ConJur recebera 329.521 mil visitas, cerca de 220 mil a menos que esta semana. Os acessos, contudo, não se limitaram ao território nacional. A página ganhou visitas de 79 países. Dentre eles: Estados Unidos, Portugal, Germânia, Itália, Argentina, Angola, Uruguai, Moçambique, Paraguai, Panamá, Israel, Índia, Hong Kong, Indonésia e Haiti.

Dança em juízo

Na cola da notícia mais lida, outra confusão. O texto sobre a reprimenda de um juiz contra um advogado do Rio de Janeiro chamou atenção de 5.383 leitores. É que alguns passos de dança diante de uma câmara de filmagem renderam ao advogado Luiz Carlos Azenha e ao tenente do Exército Maurício uma dura bronca do juiz da 7ª Vara Criminal Federal do Rio, Erik Navarro Wolkart. O incidente envolvendo o advogado e o tenente aconteceu na tomada de depoimentos de duas testemunhas, por videoconferência, no processo em que militares do Exército são acusados de entregar três jovens a traficantes do Morro da Mineira, no Rio.

O advogado não satisfeito com a reprimenda resolveu entrar com representação contra o juiz Erik Navarro Wolkart, no Conselho Nacional de Justiça. A notícia chamou atenção de 4.314 leitores e ficou em 4º lugar no ranking das dez mais lidas. O advogado Luiz Carlos Azenha, sustenta que o juiz reluta em atender advogados em sua sala, que é parcial e apreende celulares de advogados durante audiências. Ele disse, ainda, que não houve qualquer dança, “e sim um sinal de positivo para o chefe da escolta avisar meu cliente que eu iria descer para falar com ele”. O advogado afirma ainda que o juiz é “muito novo, inexperiente e fere toda e qualquer razoabilidade quando se pensa num Judiciário justo e imparcial

Lei bêbada

Em terceiro lugar do ranking, ficou o texto sobre o a Lei Seca (11.705/08). A notícia foi acessada 4.342 vezes pelos leitores preocupados em não ter de ajuizar nenhum “habeas copo” na Justiça. O texto apontou que a propaganda da lei é mais eficaz que a sua redação. A conclusão foi tirada pelo resultado das primeiras batalhas na Justiça em torno da nova regra. Antes da nova lei anti-álcool, “mesmo sem se submeter ao teste do bafômetro ou a exame de sangue, o motorista poderia ser processado criminalmente se o médico constatasse notórios sinais de embriaguez. A Lei Seca, em tese mais rigorosa, acabou com essa possibilidade ao exigir prova de determinada concentração de álcool no organismo para a ação penal”, diz a notícia.

Dos 553.515 acessos que a revista teve na semana passada, a terça-feira (18/11), foi o dia que mais atraiu leitores (56.535). Neste dia, a ConJur publicou que o STJ tirou dos autos conversa de advogado e cliente, a reclamação da defesa do ministro afastado Paulo Medina sobre o julgamento secreto do caso no Supremo, a desistência do juiz Fausto De Sanctis de concorrer a vaga de desembargador no TRF-3, o anúncio pelo CNJ de que estão ativas no momento 12 mil escutas telefônicas no país e o projeto para construção da nova sede do TJ-SP.

Também ganharam espaço no ranking as notícias: Multidão de filhos briga por herança de bilionário, Xuxa não reverte decisão que mandou fazer exame psicológico, Exame identifica advogado como autor de calúnias e OAB nega registro de advogado para Pimenta Neves.

Leia os 10 textos mais acessados da semana

Hóspedes do barulho — Juíza e policial são presos depois de confusão em hotel.

Dança em juízo — Juiz acusa advogado de tentar intimidar testemunhas.

Lei bêbada — Rigor da Lei Seca favorece quem dirige bêbado.

Dança da discórdia — Advogado acusado de dançar em audiência processa juiz.

Pai nosso — Multidão de filhos briga por herança de bilionário.

Prova do dano — Xuxa não reverte decisão que mandou fazer exame.

Ranking da semana — Destempero entre juiz e promotor é a notícia mais lida .

Vale o escrito — Exame identifica advogado como autor de calúnias.

Falta de moral — OAB nega registro de advogado para Pimenta Neves.

Visão empresarial — Guardar papel é um desafio para escritórios de advogados.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 22 de novembro de 2008, 0h00

Comentários de leitores

3 comentários

Mandou bem Reinhardt!

Dr. Marcelo Galvão SJCampos/SP - www.marcelogalvao.com.br (Advogado Sócio de Escritório)

Mandou bem Reinhardt!

Aninha , minha fôfa, tem coisa mais deliciosa d...

Reinhardt (Consultor)

Aninha , minha fôfa, tem coisa mais deliciosa do que ver as "otoridades" metendo os pés pelas mãos ? Os tribunais , minha ingenuazinha , são repositórios de mexericos , onde a Lei e as teses jurídicas lubrificam as intrigas e as "EQUIVOCIDADES" (apud Nelinho Machado, advogado do barão).Ademais, a Imprensa , inclusive o generoso CONJUR , vive do homem que morde cachorro e não do vice-versa . Assim caminha a Humanidade , ou você não lembra das "tricoteuses" de 1789 ?

Em suma, o "leitor" está mais preocupado com fo...

analucia (Bacharel - Família)

Em suma, o "leitor" está mais preocupado com fofoca do que com questóes efetivamente juridicas...

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