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Comentários de leitores

95 comentários

AVE ...STRUZ !!! >> ONDE FOI PARAR - no nazi...

Pe. ALBERTO (Professor)

AVE ...STRUZ !!! >> ONDE FOI PARAR - no nazismo - A FALTA DE SINCRONIA E DE COMPUSTURA DO GILMAR MENDES. >> O GRANDE PROBLEMA DO GILMAR MENDES, ALÉM DE DIARRÉIA MENTAL E A FALTA DE SINCRONIA CEREBRAL. >> SEU CÉREBRO ESTÁ EM "PONTO MORTO" E SUA LÍNGUA EM "QUINTA" . >>

O parâmetro nazista não serve para o momento br...

Helena Meirelles (Contabilista)

O parâmetro nazista não serve para o momento brasileiro. Adequado mesmo é o paradigma macartista. Essa coisa boba de dizer "quem não atira pedras em meu inimigo é bandido". Claro que o Brasil não atingiu (ainda) a proporção americana da década de 50. Vivemos algo menor, uma espécie de Minocartismo.

A defesa exacerbada do GM pelo conjur é toleráv...

Gilberto Aparecido Americo (Advogado Autônomo - Criminal)

A defesa exacerbada do GM pelo conjur é tolerável, mas a imposição do rótulo de nazista ao Dr. Fausto é inaceitável. Estão carimbando a pessoa errada.

Quem é o mocinho? Quem é o bandido? Nem Schmitt...

Jose Antonio Schitini (Advogado Autônomo - Civil)

Quem é o mocinho? Quem é o bandido? Nem Schmitt. Nem Kelsen. Cada doutrina retrata o seu tempo e em gênios como estes uma universalidade extemporânea.Na Alemanha naqueles tempos ou se ficava na sua terra apoiando o regime (muitos têm um quê de Anteu), mesmo em dúbio ser, ou procurava refúgios mais amenos. Einstein vai para os Eua, Universidade de Princeton, Thomas Mann foi para a Suiça e depois para os EUA. Fritz Lang fugiu para París e depois para Holywood. Marlene Dietrich recusou se a protoganizar filmes pró-nazistas foi para os EUA, mas sempre cantoui Lili Marleen. Wernher von Braun , dos foguetes V-2 , no final da guerra através da Operação Paperclip entrou nos Estados Unidos e dirigiu os projetos de vôos Mercury, Gemini e Apollo. Ele é o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Ideologia não estraga a filosofia de nínguem. Parece que mais importante é a utilidade, senão Von Braun seria Julgado em Nuremberg. Neste caso o juiz Sanctis está mais para a Direito penal do inimigo (Feindstrafrecht).Para guardião da Constituição o certo seria um Tribunal Constitucional, composto por juízes eleitos por período certo, que poderia ser qualquer notável do povo, não necessariamente um Jurista. Nem o presidente, nem o STF são o suficientemente imparciais para exercer essa função Guardiã. Só para lembrar o filósofo Miguel Reale trabalhou em sua longa vida em vários regimes de governo: Vargas e o regime militar e nem assim é possível rotulá-lo, a não ser de ter sido um grande pensador. O país precisa repensar os protagonismos.

Maniquestísta esta notícia, pois que tenta infe...

cidadão brasileiro (Advogado Assalariado)

Maniquestísta esta notícia, pois que tenta infereir que o juiz é nazista. Em minha opinião está em jogo poder que emana do povo x não aplicação da igualdade jurídica. Um judiciário fechado, cujo saber somente lhe pertence, seus julgamentos são subliminares ficando sujeitos a "entendimentos" pessoais... tudo isto não pertence ao verdadeiro "estado de direito". A sociedade não quer o quê está acontecedo, mas como o judiciário está acima do bem e do mal, a suprema corte deste país, embora política, não está sujeita ao voto da sociedade, ficamos correndo atrás do rabo. Não há cidadania no Brasil. Quando houver o povo irá à rua para tirar do poder o senhor Daniel Dantas, ou melhor, aqueles que representam os seus interesses no poder !! E viva Fausto de Sanctis já que ele sabe que o poder emana do povo. Devemos olhar com desconfiança um judiciário que não ouve o que o povo quer na essencia.

"...nós somos a Constituição, como dizia Carl S...

Sil (Comerciante)

"...nós somos a Constituição, como dizia Carl Schmitt” Não consigo parar de pensar que esse juiz Fausto de Sanctis tem complexo de realeza e que o "NÓS" significa "ELE". E o pior é que tem um monte de gente dando corda para os delírios desse homem.

É o eterno embate da humanidade: Cananéles ou R...

Cananéles (Bacharel)

É o eterno embate da humanidade: Cananéles ou Richard Smith & Wesson?

É o eterno embate da humanidade: a OAB do sécul...

Cananéles (Bacharel)

É o eterno embate da humanidade: a OAB do século XXI ou a OAB do século XX?

É o eterno embate da humanidade: comentarista r...

Cananéles (Bacharel)

É o eterno embate da humanidade: comentarista reacionário da conjur ou a realidade?

É o eterno embate da humanidade: prato de feijã...

Cananéles (Bacharel)

É o eterno embate da humanidade: prato de feijão ou vestidinho da daslu?

Aí já é demais. Falar mal do Protógenes e do La...

Helena Meirelles (Contabilista)

Aí já é demais. Falar mal do Protógenes e do Lacerda passa. Mas agora vão falar mal até de Hitler????

Muito bem lembrado pelo ERGA OMNES. No nazis...

Walter A. Bernegozzi Jr (Advogado Autônomo - Administrativa)

Muito bem lembrado pelo ERGA OMNES. No nazismo, o interesse público podia tudo.

É o eterno embate da humanidade: Barack Obama o...

Cananéles (Bacharel)

É o eterno embate da humanidade: Barack Obama ou John McCain?

"A Constituição tem o seu valor naquele documen...

Walter A. Bernegozzi Jr (Advogado Autônomo - Administrativa)

"A Constituição tem o seu valor naquele documento, que não passa de um documento." Nessa frase ele errou, e errou feio. Para ele, o interesse público justifica passar por cima da CF. Não existem palavras para designar tal absurdo.

Eu me divirto com esse mundinho jurídico brasil...

Cananéles (Bacharel)

Eu me divirto com esse mundinho jurídico brasileiro: discute-se filigrana disso, filigrana daquilo, que a Constituição e as leis são as maiores conquistas da humanidade blá blá blá, enquanto a maioria da população continua na mais absoluta e filosófica merda. Por isso aplaudo o corajoso Fausto De Sanctis, que coloca o povo brasileiro como muito mais importante que esse falatório venal e reacionário, lembrando sempre que a escravidão no Brasil transcorreu sob o império sacrossanto da legislação pátria.

Taí a explicação para a conduta do Sr. De Sanct...

Erga omnes - Assessor de Ministro do STF (Assessor Técnico)

Taí a explicação para a conduta do Sr. De Sanctis: Karl Schmitt foi presidente da "Vereinigung nationalsozialistischer Juristen", ou União dos Juristas Nazistas. A História se repete...

Já comentei anteriormente o "affair" Fausto De ...

Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Já comentei anteriormente o "affair" Fausto De Sanctis e Gilmar Mendes. É público e notorio que os atos praticados pelo banqueiro Daniel Dantas também são praticados por inúmeros outros banqueiros, industriais, comerciantes, etc. Acontece que, Daniel Dantas, é o "boi de piranha" a ser punido pelas jogadas financeiras com o intuito de alertar outros praticantes. Por isto, deveria o Dr. De Sanctis ter tomado mais cuidado, evitar o estardalhaço da prisão preventiva, julgar o processo, condenar o criminoso e deixar que as instâncias superiores lhe dêm ou não razão em grau de recurso. O Dr. De Sanctis sabe perfeitamente que nossos Tribunais Superiores só admitem a prisão após o processo transitar em julgado. Para que "forçar a barra". Para que este sensacionalismo desnecessário que fatalmente daria no que deu, ou seja, um confronto entre as instancias jurídicas e, talvez, a punição de um bom Juiz com o fim de sua brilhante carreira. As vezes penso que o Dr. De Sanctis foi usado. Se o Dr. De Sanctis se restringisse ao processo, sem aparecer, sua posição seria muito mais confortável. Entretanto, o Dr. De Santis continua a enfrentar o S.T.F. como se fosse o único Guardião da Constituição. É uma tarefa árdua e ingrata que, talvez, destrua a sua carreira. Muito oportuno o artigo de Daniel Roncaglia.

Ainda bem que o Gilmar Mendes e o De Sanctis da...

Nelson Rodrigues (Outros)

Ainda bem que o Gilmar Mendes e o De Sanctis da vida real não têm nada a ver com a imagem que os "comentaristas" fazem deles.

Ao buscar apoio para suas ações nas lições de C...

João Bosco Ferrara (Outros)

Ao buscar apoio para suas ações nas lições de Carl Schmitt, o juiz De Sanctis revela sua inclinação para o autoritarismo — e aqui prefiro nem cogitar do nazismo porque aceitar tal tendência significaria, necessariamente, ter de admitir haver um perigoso processo de infiltração e contaminação do poder que ele (o juiz) representa pela pior doutrina jamais conhecida na era moderna — disfarçada sob o pálio de um discurso que em nada perde para a retórica mais odiosa empregada por políticos demagogos e fisiologistas, com mudança apenas do proscênio e dos protogenistas, ops!, protagonistas. Preocupa-me, deveras, a personalidade do juiz De Sanctis, tanto quanto se pode avaliá-la a partir de seus pronunciamentos públicos e dos episódios que vem protagonizando, já que é homem(?) público. Tudo indica que De Sanctis encara com naturalidade, a mesma com que Hitler enxergava sua própria condução à condição de Füher, o fato de usar o poder adquirido com a posse do cargo de juiz federal para fazer uma justiça que não está nas leis nem na Constituição, mas nas suas preferências ideológicas pessoais sem, no entanto, assumi-las como suas, mas transpõe-nas para a generalidade das pessoas como se fossem delas, com quem ele apenas as compartilha. (fim da parte 1, continua abaixo)

A propósito de como são os juizes e tendo em vi...

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

A propósito de como são os juizes e tendo em vista as acusações de "parcialidade" contra a CONJUR e considerando as brilhantes citações da matéria e dos comentários, não resisto a trazer à reflexão as seguintes citações: SOBRE IMPARCIALIDADE NA IMPRENSA: “Isso que chamam de imparcialidade jornalística muitas vezes nada mais é do que cumplicidade com o poder.” (Fernando Evangelista, Mestre em Jornalismo pela Universidade de Coimbra, em “Caros Amigos”, dez/2006, página 17) SOBRE OS JUIZES: “Os juízes, como os médicos, apenas vêem em seu redor chagas e lepra. Os juízes, como os médicos, respiram durante toda a sua vida um ar viciado, naqueles sombrios hospitais de toda a corrupção humana, que são os tribunais.” (PIERO CALAMANDREI, “Eles os Juizes, vistos por nós os Advogados”, tradução de Ary dos Santos, Livraria Clássica Editora, Lisboa, 1960, pág. 163)

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