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Morte na rua

Decretada prisão de acusado de matar em briga de trânsito

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A juíza Juliana Guelfi, do 1º Tribunal do Júri da Capital, acolheu, no início da noite desta quinta-feira (29/4), pedido do promotor de Justiça Raul de Godoy Filho e decretou a prisão temporária, por 10 dias, do comerciante Ismael Vieira da Silva, acusado de matar com um tiro de pistola o estudante Alexandre Andrade Reyes, após uma discussão no trânsito. O crime aconteceu na noite de sexta-feira passada (23/5) na Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, no Jabaquara, em São Paulo.

Silva se apresentou à polícia na terça-feira, quando foi ouvido pela autoridade policial, indiciado por homicídio doloso e liberado porque não houve prisão em flagrante. Ele confessou ter atirado para trás, alegando estar sendo ameaçado pelo grupo onde estava Reyes.

O promotor pediu a decretação da prisão temporária do comerciante por 10 dias, justificando a necessidade de se esclarecer alguns pontos controvertidos constantes nos depoimentos das testemunhas e no interrogatório do indiciado e para a conclusão de outras diligências imprescindíveis do inquérito policial instaurado sobre o caso.

“A prisão é indispensável para que seja possível esclarecer a autoria do crime e como realmente ocorreram os fatos. Da mesma forma, a medida é de rigor para colheita de novas provas e a localização da arma do crime”, escreveu o promotor Godoy Filho no pedido.

No despacho, a juíza Juliana Guelfi afirmou que no pedido do promotor estavam presentes todos os requisitos exigidos para a prisão pleiteada. “Ademais, o crime em questão é de extrema gravidade e quem nele se envolve como agente ativo revela possuir insensibilidade moral e extrema audácia”, afirmou a juíza.


 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 29 de maio de 2008, 20h05

Comentários de leitores

1 comentário

Coisa nenhuma; este comerciante apenas deixou d...

amorim tupy (Engenheiro)

Coisa nenhuma; este comerciante apenas deixou de ser espancado ate a morte porque tinha uma arma. Os rapazes eram tão bozinhoa quantos os que espancaram a domestica no RJ , tão bonzinhos quanto os que queimaram o INDIO. Qual seria a noticia caso ele não tivesse uma arma? =comerciante é espancado e morre , estudantes são suspeitos.

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