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15 anos

Jornal Tribuna do Direito recebe homenagem da OAB-SP

O jornalista Milton Rondas, diretor do jornal Tribuna do Direito, e Moacyr Castanho, diretor de marketing, receberam, nesta segunda-feira (26/5), homenagem da OAB-SP, pelos 15 anos da publicação.

O presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, afirma que o Tribuna do Direito é um dos veículos mais importantes do universo jurídico brasileiro. “Ele tem prestado ao longo destes 15 anos um grande serviço à Justiça e à Advocacia”, comentou o advogado.

O poeta Paulo Bomfim, decano da Academia Paulista de Letras, destacou a amizade e companheirismo de décadas que o une com Rondas. O poeta lembrou que ficou sete anos sem escrever até ser convidado pelo jornalista para colaborar no jornal. “Deste convite surgiram cinco livros de pensamentos e sobre a história de São Paulo. Tenho orgulho de pertencer ao quadro de colaboradores da Tribuna do Direito e à galeria de seus inúmeros amigos. O Milton devolveu a mim o paraíso perdido da minha mocidade”, afirmou Bomfim.

Uma placa comemorativa de aço foi entregue a Rondas. “É um gesto simples, mas revestido de agradecimento a este sonho que um dia você teve e à determinação de torná-lo realidade. Este seu sonho foi compartilhado por muitos colaboradores, aqui presentes. Desejamos que estes 15 anos sejam multiplicados por dez”, diz D’Urso.

O advogado lembrou que foi o jornalista, na época de O Estado de S.Paulo, quem primeiro publicou um artigo seu na imprensa. Antes de fazer o jornal, Rondas trabalhou por 25 anos no Estadão, no qual editou a seção dos Tribunais e Caderno de Justiça.

Aplaudido em pé, Milton agradeceu a placa em nome do sócio Moacyr Castanho e de toda a família Tribuna do Direito. Ele lembrou que já foi homenageado em 1999 pela OAB-SP e que se alegrava de estar novamente rodeado de parceiros e amigos. “Se considerarmos a vida humana, a Tribuna do Direito encontra-se em plena adolescência. Fase da vida rica em experiências, caracterizada pela busca intensa de novos caminhos, pelo contato exaustivo com os pares”, afirmou.

Segundo ele, “a confiança e o respeito têm sido bases fundamentais para o crescimento, credibilidade e consolidação da Tribunal do Direito enquanto órgão de informação”.

O jornalista agradeceu os colaboradores mais próximos do jornal, entre eles Nelson Kojranski, Clito Fornaciari Junior, Juarez de Oliveira, Paulo Bomfim, e o editor-chefe, Fran Augusti. Também agradeceu as entidades parceiras, OAB-SP, Aasp e Serasa. “São diversos os advogados, juízes, desembargadores, procuradores, promotores, delegados, estudantes que nesses 15 anos expressaram e compartilharam suas opiniões com milhares de leitores”, comentou.

Veja o discurso de Milton Rondas e de Paulo Bomfim

Milton Rodas

Exmo. Sr. Dr. Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil;

Exma. Sra. Dra. Márcia Regina Machado Melaré, vice-presidente da OAB-SP;

Exmos. Srs. membros da diretoria;

Exmos. Srs. Conselheiros;

Exmas. Sras. conselheiras;

Meus amigos e amigas:

Em meu nome, de meu sócio, Moacyr Castanho, e de toda a família “Tribuna do Direito” agradeço essa homenagem que a seção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil presta em comemoração aos 15 anos do jornal. Já tive a honra de ser homenageado nesta Casa em junho de 1999, por iniciativa do então conselheiro Raul Haidar, na gestão do presidente Rubens Approbato Machado, quem sugeriu, em 1993, o nome “Tribuna do Direito”.

Muito me alegra estar novamente aqui, rodeado de parceiros e amigos que têm acompanhado e contribuído com o jornal ao longo desses 15 anos.

Se considerarmos a vida humana, “Tribuna do Direito” encontra-se em plena adolescência. Fase da vida rica em experiências, caracterizada pela busca intensa de novos caminhos, pelo contato exaustivo com os pares, mas de desconfiança dos demais. Fase em que se está aberto para as possibilidades que o mundo apresenta, de grandes sonhos e projetos.

Considerando, por outro lado, a vida organizacional, podemos dizer que o jornal atravessou os anos críticos responsáveis pela sobrevivência ou não de uma organização, conforme os entendidos administradores de empresas. Nesse tempo, paulatinamente, foi desenhando seu perfil, sua marca, traçando caminhos, corrigindo falhas, procurando aproximar-se cada vez mais daqueles para os quais foi criado.

Eu diria que somos ainda adolescentes, pois nossos sonhos e projetos continuam frescos e mobilizadores de nossa ação. Porém, ao contrário dos jovens contestadores e desconfiados, estamos sempre abertos a todos, não apenas aos nossos pares. A confiança e o respeito têm sido bases fundamentais para o nosso crescimento, credibilidade e consolidação enquanto órgão de informação. Talvez qualidades não mais tão valorizadas nos dias atuais.

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Revista Consultor Jurídico, 27 de maio de 2008, 18h48

Comentários de leitores

1 comentário

Os agentes políticos e os cidadãos negativados ...

Edson Vilela (Outros - Empresarial)

Os agentes políticos e os cidadãos negativados podem ter acesso a informações relevantes envolvendo temas como: globalização, Estado, cidadania, crédito, subcidadania, negativação, cidadão negativado, nome sujo, serasa, febraban, sistema financeiro, consultando os seguintes links: http://marcelotaripha.atwebpages.com/edson.html e http://www.jurua.com.br/shop_detalhe.asp?id=20708. O primeiro link dá acesso a um vídeo sob o título Crédito e cidadania no Brasil: ausência de Estado; o segundo link dá acesso ao livro Cooperativismo de Crédito no Brasil: Globalização, Estado e Cidadania. O vídeo reproduz o Programa Brasil-nação promovido pela TVE do Estado do Paraná, sob a mediadçao de Beto Almeida, com participação de: Jessé Souza; Rosinha Machado Carrion e Edson Galdino Vilela de Souza. O livro é de autoria de Edson Galdino Vilela de Souza, mestre em direito cooperativo e cidadania pela Universidade Federal do Paraná.

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