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Crime ambiental

Camelô é condenado por vender carne de animal silvestre

O ambulante Moacir Gabriel, que vendia carne de animais silvestres em uma praça, foi condenado por crime ambiental. A sentença foi dada pela juíza Camila Nina Erbetta Nascimento e Moura, da 12ª Vara Criminal de Goiânia.

Na casa de Gabriel, foram encontradas duas pacas, um jacaré e duas bandas de tartaruga. Ele foi condenado a 2 anos e 9 meses de detenção. A pena foi substituída por um trabalho comunitário. Durante o período, ele terá que trabalhar cinco horas na Casa do Albergado durante o fim de semana.

Os policiais da Delegacia de Crimes contra o Meio Ambiente de Goiás também encontraram duas armas de fogo sem registro e uma caixa de munição. No carro de Gabriel, eles acharam uma machadinha de cerca de 20 centímetros e um caderno de anotações. Os policias encontraram também fotos do vendedor pescando e recolhendo ovos de tartaruga.

Na delegacia, Gabriel informou que ele mesmo caçou os animais. O quilo da paca era vendido a R$ 10, enquanto o do jacaré era de R$ 8 e da tartaruga, R$ 6. Além da confissão na delegacia, a materialidade do crime foi comprovada pelo auto de infração e termo de apreensão expedido pelo Ibama.

Revista Consultor Jurídico, 27 de maio de 2008, 14h38

Comentários de leitores

1 comentário

Realmente trata-se de um elemento d...

hammer eduardo (Consultor)

Realmente trata-se de um elemento de "ALTISSIMA PERICULOSIDADE" que precisa urgentemente ser afastado da ordeira sociedade brasileira em vista do indiscutivel risco que oferece..........Seria interessante agora ver o mui digno ministro marco aurelio de mello ( o "soltador oficial" da Nação) examinar o habeas corpus e soltar esse pobre diabo que deve ser condenado SIM , mas pela sua ignorancia ambiental. Como não tem holofote da "plim plim" por perto , esse tipo de caso sai logo da midia. Por outra lado essa verdadeira histeria ambientalista que corre solta no Pais , ensejou a criação de uma nova categoria de "cartorios" com as devidas bençãos do Ibama $.A , são os "criadores homologados". Graças a esse curioso expediente , abonados de bolso bem forrado ( Zé Mané , nem pense em tentar uma licença dessas , tem que ter muito prestigio $$$$$$$) montaram verdadeiras fazendas em que criam diversos tipos de animais "em tese" protegidos e proibidos de posse pelos miseros mortais como Nós. Querem um exemplo rapido? Aqui no Rio de janeiro , numa conhecida feira em Caxias na Baixada Fluminense , pode-se comprar de forma ILEGAL um filhote de Papagaio por 50 reais. Numa loja da Barra da Tijuca esta ave ja pula para estratosfericos 4000 reais e na mão dos "criadores oficiais" paga-se por volta de metade disso. A diferença entre o de 50 e o de 4000 é uma anilha cretina de aluminio que livra o feliz Proprietario da sanha histerica e arrecadadora do Ibama e suas pastoras que logo querem "engaiolar" os incautos , é a industria ecologica regada a dinheiro , e bota dinheiro nisso! Enquanto isso , la em Goias , pega-se um pobre diabo desse e literalmente penduram num poste , esse é o Brasilzão que tão bem conhecemos , e nos enojamos tambem....

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