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Marcha da maconha

Justiça proíbe Marcha da Maconha em nove estados

Os Tribunais de Justiça de nove estados proibiram a realização da Marcha da Maconha. O evento estava marcado para este domingo (4/5) em dez capitais brasileiras e mais 200 cidades pelo mundo. Segundo informações da Folha Online, em Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Recife (PE) e Vitória (ES haverá a manifestação.

Em São Paulo, o ato iria ocorrer no parque Ibirapuera (zona sul de São Paulo), às 14h. Além de São Paulo, a marcha está proibida no Rio de Janeiro, em Fortaleza (CE), Salvador (BA), João Pessoa (PB), Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Curitiba (PR).

Na maioria dos estados o Ministério Público entrou com ação para impedir a marcha. Para o MP, o evento pode incitar o uso da droga. Em seu site, a organização que organiza a marcha afirma que seu objetivo não é estimular o uso, o tráfico ou o cultivo da planta no Brasil. “Nós acreditamos que a forma como as atuais leis e políticas públicas são construídas e aplicadas têm fracassado nos objetivos que se propõem e queremos manifestar nossa insatisfação com essa situação”, diz a organizadora do evento em nota publicada no site.

Ainda de acordo com a Folha Online, no Rio, a discussão sobre a legalização da maconha promete dividir a orla. Realizada desde 2002 na cidade, a Marcha da Maconha reuniria defensores da descriminalização da droga em Ipanema, a partir das 14h. Em Copacabana, pessoas contrárias à idéia prometeram fazer a caminhada Rio em Defesa da Família, a partir das 9h.

O deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB) entrou com uma representação junto ao procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira. O procurador acolheu e deu entrada no pedido no MP. Para o deputado, não se trata de impedir o direito de discutir a legalização da maconha, mas de fazer com que o debate tenha lugar adequado. O Ministério Público argumentou que o evento poderia camuflar uma ação para difusão do consumo de drogas.

Notícia atualizada às 14h deste domingo (4/5)

Revista Consultor Jurídico, 4 de maio de 2008, 11h07

Comentários de leitores

16 comentários

Eu, particularmente, considero muita picuinha o...

léo (Advogado Autônomo)

Eu, particularmente, considero muita picuinha o Estado se preocupar em evitar que um cidadão fume uma erva. Concordo que fumar maconha é feio e ofende a moral e os bons costumes. Mas introduzir um vibrador no ânus também é feio e também ofende a moral e os bons costumes e, apesar disso todos são livres para, querendo, fazer a introdução. A maconha causa dependência? O álcool também causa. Azar de quem é dependente. Ao inferno aquele que cair na dependência. Acho que o cidadão deve ser livre para fazer do seu corpo e da sua saúde o que quiser. Quem quiser lamber tomada, que lamba. Quem quiser usar vibrador, que se atole. Quem quiser se matar, que se mate. Quem quiser fumar maconha, que se entupa também. O consumo da maconha geras custos sociais? Então que cobrem pesados impostos daqueles que quiserem se maltratar. O que não funciona é o Estado gastar tempo e dinheiro tentando evitar o consumo. É uma luta inglória tal qual a do pai que tenta proibir a filha de namorar. É como enxugar gelo!!

Todos os que defendem esse tipo da manifestação...

GUEDES (Outros)

Todos os que defendem esse tipo da manifestação não têm compromisso com os valores da família nem com os destinos da humanidade. - Que fiquem no anonimato praticando o que é mau a si próprio e seu grupo de desviados e doentes. Fora disso, os que defedem e não são praticantes devem está num estágio muito elevado de respeito às manifestações de toda ordem e por isso devem ir morar na Holanda ou no raio que o parta.

A "democracia" brasileira, só tem "RÓTULO" ! ! !

A.G. Moreira (Consultor)

A "democracia" brasileira, só tem "RÓTULO" ! ! !

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