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Poderoso

Não há provas na ação de paternidade contra Alencar, diz advogado

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Não há indícios suficientes para provar que o vice-presidente da República, José Alencar, 77 anos, seja o pai da professora Rosemary de Morais, de 52 anos. A afirmação é do advogado que cuida da defesa do vice-presidente, José Diogo Bastos Neto, nesta quarta-feira (4/6).

O advogado declarou ao Consultor Jurídico, que tem uma convicção enorme de que a ação de investigação de paternidade, na qual Alencar é réu, seja declarada improcedente. Bastos afirmou que esse tipo de processo exige provas indiciárias, que nesse caso são inexistentes. O processo corre em segredo de Justiça na Comarca de Caratinga, Minas Gerais.

O vice-presidente da República José Alencar foi intimado a comparecer na manhã desta quarta-feira (4/6), ao Laboratório Gene, em Belo Horizonte, para coleta de material de exame de DNA, em um processo de investigação de paternidade.

Segundo informações do colunista Cláudio Humberto, o processo é movido por uma mulher de 52 anos que alega ser sua filha. Ela seria fruto de um relacionamento amoroso de Alencar ocorrido antes de seu casamento com Mariza Campos Gomes da Silva, de 66 anos, com quem tem três filhos e com quem continua casado.

Ainda segundo o colunista, recentemente a mulher tomou conhecimento pela própria mãe do velho segredo: que seu pai é nada mais nada menos que o vice-presidente da República.


 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 4 de junho de 2008, 18h34

Comentários de leitores

6 comentários

Bom, tem que fazer o DNA. Não adianta "chororô"...

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Bom, tem que fazer o DNA. Não adianta "chororô", tem que fazer.

ACÓRDÃO:RESP 256161/DF ; RECURSO ESPECIAL 2000/...

O-A-S (Outros - Ambiental)

ACÓRDÃO:RESP 256161/DF ; RECURSO ESPECIAL 2000/0039455-6 T3 - TERCEIRA TURMA DJ DATA:18/02/2002 PG:00411 RSTJ VOL.:00153 PG:00252 EMENTA:Recurso especial. Processual civil e civil. Recurso especial. Fundamentação deficiente. Divergência jurisprudencial. Investigação de paternidade. Exame de DNA. Réu. Recusa. Presunção de paternidade.

Juriprudência: ACÓRDÃO:RESP 256161/DF ; RECU...

O-A-S (Outros - Ambiental)

Juriprudência: ACÓRDÃO:RESP 256161/DF ; RECURSO ESPECIAL 2000/0039455-6 T3 - TERCEIRA TURMA DJ DATA:18/02/2002 PG:00411 RSTJ VOL.:00153 PG:00252 EMENTA:Recurso especial. Processual civil e civil. Recurso especial. Fundamentação deficiente. Divergência jurisprudencial. Investigação de paternidade. Exame de DNA. Réu. Recusa. Presunção de paternidade. (...) Ante o princípio da garantia da paternidade responsável, revela-se imprescindível, no caso, a realização do exame de DNA, sendo que a recusa do réu de submeter-se a tal exame gera a presunção da paternidade. ACÓRDÃO:RESP 55958/RS ; RECURSO ESPECIAL 1994/0032252-6 T4 - QUARTA TURMA DJ DATA:14/06/1999 PG:00192 EMENTA:PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE. EXAME HEMATOLÓGICO. CERCEAMENTO DE DEFESA.

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