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Judiciário não será o mesmo após Operação Satiagraha, diz Sadek

Comentários de leitores

7 comentários

A entrevista é excelente e, principalmente para...

Erick Siebel Conti (Servidor)

A entrevista é excelente e, principalmente para o grande público, bastante esclarecedora. Exigir rigorismo técnico-jurídico é, para dizer o mínimo, falta de boa vontade.

É incrível como pessoas da silimitude da autora...

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

É incrível como pessoas da silimitude da autora podem alcançar à USP:

A onisciente sra. Sadek, pode entender de "tudo...

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

A onisciente sra. Sadek, pode entender de "tudo, ou quase tudo", mas, à evidência, NÃO entende patavina do Poder Judiciário. O estulta prenúncio, não é tão-somente utopia e virtualidade, mas opinião plantonista desfalcada de imprescindível convencimento técnico , é o resumo do blá, blá, blá artigo! Não é a primeira vez, nem será a última em que as instâncias se estranham, existe por trás desse dúbio expediente tudo aquilo que o cidadão de bem sopesa, qual seja: vaidade, exibicionismo, arrogãncia, prepotência e, não poderia deixar de lado o tempero da mesquinharia dos medíocres.

Já tinha lido anteriores pesquisas da referida ...

ruialex (Advogado Autônomo - Administrativa)

Já tinha lido anteriores pesquisas da referida pesquisadora. Entretanto, nesta entrevista parece que as posições colocadas provocaram uma certa decepção, pelo seguinte: 01. Sustentou que o MP estaria apoiando magistrados e delegados para dar um recado de que teria uma acusação sustentável! Será que foi isso que movimentou alguns integrantes do MP? E não bem esclarecido o que seria essa tal "acusação sustentável". 02. Disse que no CNJ juízes são julgados apenas quando demoram em julgar ou quando favorecem partes! Ao que parece, os casos analisados foram escolhidos a dedo, para chegar a essa conclusão. Depois essa conclusão é surpreendente, pois acaba não dizendo nada, pois se aparecesse um caso de juiz sendo processado por decisão judicial, ai pode-se dizer que a acusação é porque teria "favorecido a parte". É algo muito nebuloso e de fácil manipulação por quem está acusando, especialmente porque quem persegue alguém por decisão judicial proferida não vai dizer que está perseguindo por causa da decisão, mas vai sempre acrescentar que é por causa disso ou daquilo (inclusive porque teria "favorecido a parte"), nunca assumirá que persegue pra valer. E veja que tal pesquisa não chega a nada, pois permitiria dizer, em tese, que aquele que acolhe os pedidos do MP estaria sendo processado disciplinarmente porque "favorece" o MP, ou vice-versa, acolhendo tese da defesa, poderia ser processado porque "favorece" a Defesa. Ou seja, é fácil insinuar e justificar que a decisão "favorece" alguém, até porque num processo judicial o magistrado acaba dando razão para alguém, sem que isso implique que esteja "favorecendo" indevidamente. 03. Outra falha da pesquisa, foi omitir que a reação do STF foi para apurar se teria ocorrido ou não desobediência.

Como sempre a dra. Sadek faz uma análise demoli...

Armando do Prado (Professor)

Como sempre a dra. Sadek faz uma análise demolidora de conceitos atrasados e reacionários. Suas palavras, por enquanto, são apeans um alerta, mas se a elite predadora não tiver juízo a coisa pode tomar rumos perigosos.

Concordo com você, Thiago, faz tempo que o CONJ...

MUDABRASIL (Outros)

Concordo com você, Thiago, faz tempo que o CONJUR não apresentava uma matéria tão elucidativa. A análise da entrevistada é excepcional. E com uma imparcialidade que falta na maioria dos artigos do site, fruto da análise científica da cientista política.

Enfim um artigo decente neste site.

Thiago Nunes (Estudante de Direito)

Enfim um artigo decente neste site.

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